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A poesia massacrada;História marcada pela coragem de correr riscos;[PUC - 1971];Anna Kavan...;Conselhos;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);Segredo e mistério da escrita;O letreiro;-;Jornal da Juventude Infantil: Acampamento...;Silviano, um crítico que se expõe;Ana C.;Geração de 45: o reencontro com a forma;ICA Cinema;A manhã era clara...;Responda a essa...;Katherine Mansfield (1888-1923);-;-;Bia Wouk: Veintedibujos;Noa Noa;Simulacro de uma solidão;Gatos vieram...;Na noite escura...;O que é que você...;Um rito de passagem;Reminiscências loucas de uma guria prisioneira do tempo;Segredos de Ana C.;O legado de Ana C.;Vamos voltar a falar em poesia?;Bolero;Alfabeto de imagens;Falência da poesia ou uma geração enganada e enganosa - Os poetas de 45;Correspondência incompleta;O livro Escritos no Rio...;Trocando as palavras por cores e traços;Rio de Janeiro, 1940;Agora sem maldição;O boêmio da Lapa;[Viagem: deixa teu];[No mar e];Viver por viver;-
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Segredo e mistério da escrita
Artigo
Elisabeth Orsini
Rio de Janeiro
6 de outubro de 1990

-;-;-;Armando Nogueira;-;-;Pg 34/Bush mudou 29 vezes de casa...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Começos de um delírio;O Galo/A Nelson Rodrigues/Catacumbas/Encontro/Museu Van Gogh/Amanhecer/La vida es sueno/Momento no metrô;-;-;Assassino de arquiteto será descrito;-;-;-;The misanthropic world of Otto Lara Resende;-;-;-;-;-;-;-;-;A urgência de uma definição;-;-;-;-;-;-;-;-;Baratas e depósitos;-;As pompas do mundo;-;-;O braço direito: dossiê (Antoninho Pio va se marier...);-;-;-;Ao faminto pertence o pão...;-;-;-;-;-;-;-;Adeus de Sobral emociona a todos no enterro de Alceu;-;A boca do inferno - Conto de Otto Lara Resende;-;-;Ainda o FMI;-;-;Lagoa dourada;-;Cofres...;-;-;-;-;-;A glória interina;-;-;-;-;-;-;-;Álvaro Lins;-;Farsanterias;Brasil perdeu cronista maior;-;-;[Memphis];-;-;A vida, é verdade, passou...;-;-;-;-;A morte do mineiro santo;-;-;-;O lugar-comum da iluminação...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Muitas profissões, uma úlcera e o intocável pé-de-meia do mineiro;Ponto de saturação;A luz dos livros;O trono vazio;Raízes e flores;A pesca;O filho pródigo...;Todas as minhas outras saídas...;As pompas do mundo;1. Galho caiu em agosto...;Eu sou de um tempo...;O braço direito: dossiê (Qdo. o Cônego Lopes faleceu...);Tristurinha pequena, fina, doendo...;Experiência que eu não tinha...;La mort de Napoléon...;Ou Dante ou um camponês...;Medalhas - o que é preciso...;Não sei se a televisão melhorou...;Nada esperemos destas almas...;Língua & liberdade;[Roda-viva];A atividade literária do presidente;A conquista: os brasileiros;A estátua de ouro;A luz dos infelizes;A paz de Santa Maria de Maricá;A respeito da notícia que dei sobre;ABL empossa Otto Lara Resende, que ocupará a cadeira 39;Antonio Callado;As graves denúncias e as suaves lembranças de Pedro Nava, médico, professor, pintor, poeta e memorialista;Boca, silêncio e mordaça;Soneto dos quarenta anos;Periquito - Faz muito calor....;Poema;Portrait gallery; Auschwitz;Paulo Mendes Campos
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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As graves denúncias e as suaves lembranças de Pedro Nava, médico, professor, pintor, poeta e memorialista
Entrevista
José Márcio Mendonça
São Paulo
janeiro de 1977

Simão, o caolho;Com o pintor Marcier;Um homem, um caráter;Desculpem: ottolarologia;Faróis altos;Paixão de Beduíno;Lágrima bastante barroca;Deu bode no dicionário;Papagaios e computadores;Quando nos falha a memória;Mergulhando para a morte (The sea harnet);Só falta a solução;Ninguém sabe, ninguém viu;Como era verde o meu Leblon;Uma carroça atravanca o futuro;O ignorado caudal nordestino;Constituinte: o entulho;Uma realização da F.F.M.G.;O lado da sombra;O sorriso do retrato;Focas e boias-frias;Passagem de nível;Liberdade, a grande aspiração;Quem sabe o que fica;Milagre: um brasileiro feliz;Soneto livre;Conto de Otto Lara Resende: Mater Dolorosa;O leão incompetente;Frágeis baleias ameaçadas;Conversa à vista;O mata-sete (El siete machos);Francis' fun fair;Literatura de exportação;Recomeço do sonho;Mocinhos e bandidos;O diabo na guerra santa;Volta ao futuro;O Positivismo no Brasil;Ponto de saturação;Os 160 dias;Horas intermináveis;Sejamos otimistas;Jornalismo de ontem e de hoje: apenas alguns detalhes;De João a João;O que vou ser quando crescer;Fala, Coreano!;Os rios assassinados;Preservação da liberdade;Macau (Macao);Musical mineiral;Caixinha de surpresas;Capicua dá sorte;Carro mata menos escritor do que avião;Carta de Otto Lara;Chão de ferro em que pisa o gigante;Cineminha de segunda-feira;Círculo vicioso;Conversa pós-eleitoral;Cruzeiro velho, nova ordem;Dize-me como te chamas;Enfim, o culpado;Escrever e editar;Estrela escrita;Eu, Caim;Filho da mentira;Graças e desgraças;Janela;Letra morta;Lirismo e bom humor;Loteria presidencial;Luz e sombra;Mar de modernidade;Meu querido Alceu;Minutos de uma idade ainda hollywoodiana;Mudança de rumo;Não se dá vida impunemente às ideias;O Brasil de amanhã, ontem;O Cruzeiro;O descobridor descoberto;O encontro;O gigante acorrentado;O grito no túnel;O que Jânio tem na cabeça;O relógio da discórdia;O riso da cucaburra;Olha o boi voando;Onde é o Brasil?;Ora essa...;Pitanga e outros bichos;Podia ser pior;Por que não me ufano do meu país;Punhais de agosto;Quebra-quebra e troca-troca;Reproclamar a república;Sexto de dezessete...;Sombra e água fresca;Stela me abriu a porta;Trecho;Três pares de patins;Um grito no silêncio;Vamos plantar bananeiras;Ver para crer
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Chão de ferro em que pisa o gigante
Resenha
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
11 de julho de 1976

Livrarias e nostalgia;Táxi de noite (Taxi di notte);Criança ontem e hoje;Uma rua chamada pecado (A streetcar named desire);O santo e seu cavalo;Em seguida, o pior;Os livros nossos inimigos;Geração sem rebeldia;Vacina constitucional;Exercício;Os outros não existem;Guernica, meu amor;Quem não tem pena dos poetas hoje;O Brasil não é o Brasil;Cineminha de segunda-feira;Temores e tremores;Da arte de se exibir;O crime de não perdoar;Vamos adiar o futuro;O tema da poesia cristã;Uma casa no Rio de Janeiro;Os quatro mineiros;Na curva do tempo;Hora da metanoia;Nada justifica a suspensão do sagrado direito de defesa;Sai dessa Brasil;O dinheiro ou a nova pátria de Mamma Lucia;O namorado da professora;Vantagens e desvantagens de ser sueca;O voo cego do livro;Estamos todos presos;Um anjo mudou de endereço;Onde reina a calmaria;Cantando na chuva (Singing in the rain);Saudade póstuma;Não vale o escrito;Cartas ao presidente;Um crítico lúcido e honesto;Fifi, o sanguinário;Lá e cá más fadas há;Sete vezes sete;Conversa com um varão da República;É mais difícil criar os filhos hoje?;Subprodutos do amor;Conversinha quase semântica;Pesa um cansaço geral;Lembrai-vos de 46;Nota internacional;Censo mostra um Brasil urbano que avança na direção do Norte;Cabeça quente;Camundongos telespectadores e um coelho revolucionário;Casebre, casa, casaréu: Minas Gerais;Cidade atômica;Clube do poder;Com raiva e amor: Henriquinho;Como abraçar o jornalismo;Constituição dos espíritos;Da mortalidade dos jornais;De como o prof. Jubileu de Almeida salvará a república;Discurso de Otto;Do morro à imortalidade;Em livro, a festa tribal do modernismo;Entramos no jogo;Escarmento;Exercício semi-lírico;Franklin;Fugindo da crise;Hino à vida;In cassum frustraque;Introdução a Mário de Andrade;Louvação e cobrança;Não há vaga;No aniversário da morte de Mário de Andrade;O botão e a urna;O esgrimista solitário;O fio das lamentações;O homem de Santa Comba Dão;O horizonte da Constituinte;O jogo da vida;O menino e o conselheiro;O meu velho Senado;O obus e as cambaxirras;O pai;O patinho feio;O realejo e o elefante;O sol impiedoso da oposição;Os caminhos do coração;Os charutos e a calamidade;Os grilos não cantam mais II;Os selvagens também sonham;Osório Borba e um parêntese infeliz;Palíndromo: ida e volta;Paris: ida e volta;Poemas da praça e do crepúsculo;Poesia se explica;Pombas e falcões;Por que, meu Deus, por quê?;Porque as gordas salvarão o mundo;Povo, pacote e pacotilha;Quando comunicamos em;Quatro;Quem é que leu?;Rumor do Brasil;Sem lei, nem rei;Título não identificado;Todos os burros são iguais;Uma aventura na África (The african queen);Uma festa brasileira;Vem aí o cometa;Verde é verba;Vilegiatura;Viva a metáfora;Voto de letra
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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O menino e o conselheiro
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
30 de março de 1980

O crime de não perdoar;Vamos adiar o futuro;O tema da poesia cristã;Uma casa no Rio de Janeiro;Os quatro mineiros;Na curva do tempo;Hora da metanoia;Nada justifica a suspensão do sagrado direito de defesa;Sai dessa Brasil;O dinheiro ou a nova pátria de Mamma Lucia;O namorado da professora;Vantagens e desvantagens de ser sueca;O voo cego do livro;Estamos todos presos;Um anjo mudou de endereço;Onde reina a calmaria;Cantando na chuva (Singing in the rain);Saudade póstuma;Não vale o escrito;Cartas ao presidente;Um crítico lúcido e honesto;Fifi, o sanguinário;Lá e cá más fadas há;Sete vezes sete;Conversa com um varão da República;É mais difícil criar os filhos hoje?;Subprodutos do amor;Conversinha quase semântica;Pesa um cansaço geral;Lembrai-vos de 46;Nota internacional;Censo mostra um Brasil urbano que avança na direção do Norte;Livrarias e nostalgia;Táxi de noite (Taxi di notte);Criança ontem e hoje;Uma rua chamada pecado (A streetcar named desire);O santo e seu cavalo;Em seguida, o pior;Os livros nossos inimigos;Geração sem rebeldia;Vacina constitucional;Exercício;Os outros não existem;Guernica, meu amor;Quem não tem pena dos poetas hoje;O Brasil não é o Brasil;Cineminha de segunda-feira;Temores e tremores;Da arte de se exibir;Cabeça quente;Camundongos telespectadores e um coelho revolucionário;Casebre, casa, casaréu: Minas Gerais;Cidade atômica;Clube do poder;Com raiva e amor: Henriquinho;Como abraçar o jornalismo;Constituição dos espíritos;Da mortalidade dos jornais;De como o prof. Jubileu de Almeida salvará a república;Discurso de Otto;Do morro à imortalidade;Em livro, a festa tribal do modernismo;Entramos no jogo;Escarmento;Exercício semi-lírico;Franklin;Fugindo da crise;Hino à vida;In cassum frustraque;Introdução a Mário de Andrade;Louvação e cobrança;Não há vaga;No aniversário da morte de Mário de Andrade;O botão e a urna;O esgrimista solitário;O fio das lamentações;O homem de Santa Comba Dão;O horizonte da Constituinte;O jogo da vida;O menino e o conselheiro;O meu velho Senado;O obus e as cambaxirras;O pai;O patinho feio;O realejo e o elefante;O sol impiedoso da oposição;Os caminhos do coração;Os charutos e a calamidade;Os grilos não cantam mais II;Os selvagens também sonham;Osório Borba e um parêntese infeliz;Palíndromo: ida e volta;Paris: ida e volta;Poemas da praça e do crepúsculo;Poesia se explica;Pombas e falcões;Por que, meu Deus, por quê?;Porque as gordas salvarão o mundo;Povo, pacote e pacotilha;Quando comunicamos em;Quatro;Quem é que leu?;Rumor do Brasil;Sem lei, nem rei;Título não identificado;Todos os burros são iguais;Uma aventura na África (The african queen);Uma festa brasileira;Vem aí o cometa;Verde é verba;Vilegiatura;Viva a metáfora;Voto de letra
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Rumor do Brasil
Crônica
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
29 de junho de 1976