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-;-;A certa altura de 1973...;-;-;-;-;-;-;A desgraça inocente;-;-;-;-;-;-;-;As cigarras de minha rua;-;Meu feliz ano-novo ou nossa laranja mecânica;Otto Lara Resende;-;-;O que deve ser escrito ou, em suma, tudo [ou nada]...;-;-;-;O braço direito: dossiê (Quem era o antecessor...);-;-;-;A infância mestra da vida;-;-;-;[O braço direito];O fruto proibido;-;-;Pequenos artifícios;-;-;O vulto se santignou...;-;-;-;-;-;-;-;A vigorosa fonte sertaneja;-;-;Bilhete a um jovem que anda meio desanimado;Alguns conselhos para a pronúncia brasileira das palavras;-;-;O atleta - O atleta na madrugada;-;Nabuco/Mário Palmério 1916...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A boca do inferno;Otto Lara Resende, num acesso de boa memória, recorda, respeitoso e emocionado, um mestre de sua geração;-;-;-;Alceu, uma ética do espírito;-;-;Bonitinha mas ordinária, em sua versão (nova) 1981;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A pescaria do príncipe;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Entrevista proposta por alunos do curso de Comunicação na Puc-Rio a Otto Lara Resende;Cidade das cidades...;Vôo rasante;Podia ser pior;Vento [Bêjo];[Dossiê iconográfico, fotocópia de fotografias de Maurina Dunshee de Abranches Pereira Carneiro e do Jornal do Brasil];Temos ódio à ditadura...;Sou incorrigivelmente pelo melhorar...;No jogo da vida, quarenta cartas...;O braço direito: dossiê (S. Bernardo não queria...);Saudação ao anjo da guarda ao 1/2 dia [p.92]/O Ateneu...;Presença da amada;Expressão familiar repetida...;Não sei se já aconteceu com você...;Desgraça pouca é bobagem...;A faltosa: um - está em falta ...;Gato preto de patas...;Caldeira/Borralho/Tucho...;Como bom brasileiro...;60 anos de Hélio Pellegrino, uma festa atrás do trio elétrico;A carta enigmática do Vinicius;A figura e a obra do poeta brasileiro Carlos Drummond de Andrade exaltadas numa conferência em Coimbra;A praça da Liberdade recupera sua identidade;Achada estátua do bezerro de ouro;Andanças de Fernando Sabino acabam De Cabeça para Baixo;Apareceram;As traduções implacáveis;Atrás do bom repórter vem as notícias;Para um quinteto de cordas;Discurso de prêmio literário Moinho Santista
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Carta
Agradecimento por referência na crônica General, sapos e rosas. Comentários sobre conversa com Otto Lara Resende e Henrique Lott, libertação de Mamede, conferência sobre a Legislação Institucional. Envio de trabalhos
Augusto Fragoso
Brasília
5 de dezembro de 1977

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Circo-lar;-;-;-;Um domingo, quando eras pequeno...;-;-;-;On est si seul quand...;-;-;-;-;-;-;-;A boca do inferno, de Otto Lara Resende;-;-;-;Ainda uma vez poesia;-;De como o professor Jubileu de Almeida salvará a República;-;Boi na linha;-;Enquanto o homem se barbeava...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Brasil, brisa e bichos;-;Era o carnaval...;-;-;-;-;Encontro na antessala;-;O braço direito: dossiê (O carcamano é candidato...);-;-;-;-;A grinalda do touro;-;-;-;-;-;-;-;-;As melhores leituras para o ano de 1963;-;-;-;Prof. de piano/Pizzicato, andante...;-;-;-;-;-;Era um rapaz forte...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Associações/Academia belo-horizontina de Letras;-;O fulgurante legado de uma vertigem;Senhor, tu não fizestes...;-;-;-;Asterisco;-;Definição de quadrúpede;-;Velha chácara;-;-;-;[Menção à reeescritura de O braço direito];-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;As duas novelas;As grandes amizades;Escuridão ao meio-dia;O velho plantão;Domingo de vista/Visita de domingo;[Otto Lara Resende, do fundo do baú mágico da alma de Minas];Capitão José Joaquim...;Receita nº 2;A ideia de fraternidade está...;A simples tarefa...;O braço direito: dossiê (BD: Levantar nas igrejas...);O sétimo anjo;O braço direito: dossiê (Menino na igreja...);Chorava, lamentava, doída...;Zozi - a partir de certa altura...;O braço direito: dossiê (2. Menino que lambe prato...);Os zeros da canoa furada/Novo zero à esquerda...;Se interrogarmos os primeiros...;1) Na abertura da Jornada...;A constituição que eu vi nascer;A explosão do nobel;A mágica das palavras;A morte nunca me assustou;A perda de Osmar/Televisivos prestigiam Marilda;A velha mágica da medicina;Adeus, Irineu Garcia;Amanhã, às 5 horas da tarde, o presidente da Academia Brasileira,;Antônio's x Florentino;Beca;Poema;Para Otto Lara;A pronúncia brasileira;Por mares que não têm praias;Visitas;Carta-poema consciente
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Carta
Agradecimento por cumprimentos pela aposentadoria
Augusto Fragoso
Brasília
novembro de 1978

Não é uma bobagem;Cineminha de segunda-feira;Sem contar a deslealdade e a desonestidade;Dinheiro voador;Valium-me, Deus!;O mundo, a esta altura;Execução pela alvorada;Oliver Twist;O obscuro sentido da tragédia;Rabo de papel e outros rabos;Clima do homem/Nota internacional/Estabilização monetária/Alimento de pobres/Loucura dialética;Duas espécies de velhice;Raízes: ontem, hoje;Tartufaria;Vila Rica, cidade livre;O pastel de vento e os bacuraus;Os vários nomes da lisonja;Incoerência e mundo novo;Poetas e cidades;Por entre os astros subindo;Ratos e cometas;O apolíneo e o dionisíaco;Tiro pela culatra;O gigante vota, mas não lê;Eleições cá e lá;Visão de um transeunte;Enfim, o grito das urnas;Voo rasante;O poético meio circulante;Franco-atirador;Precisa-se de um mágico;Cansado como um rio;Modos, senhores;Reminiscências;O quarto escuro dos aposentados;Papo de logradouro;Três poetas e um prosador da Na geração;Gosto de complicar;Júpiter e o urubu;Quando a República não vomitava a morte;Santa Fé;Uma casa muito engraçada;O médico do poeta;Hoje é ontem;Cidade e delírio: ontem e hoje;A batalha aérea vista do chão;Cala-te, boca;Capital do horror;Chuvaceiros: de 1500 a 1988;Começos de um poeta;Constituinte: o zoo;Cultura, uma revista e um milagre;Da mãe gentil ao feio gentílico;Deduções fáceis em torno de Minas;Desterro cultural;Dupla redenção;Esquecer e lembrar;Este sol impagável;Estudantes no Brasil: um exame de violência;Exumação do retrato;Fidel um homem contra o continente;Finlândia: a indústria moderna vizinha do pólo norte;General, sapo e rosa;Hong-Kong (hong-kong);Horóscopo do Brasil;Introito à incompreensão;Isto aqui e o voto;João Bolinha virou gente;Latifúndio ortográfico;Libertação da miséria;Língua legal;Literatura de Natal;Luz e sombras;Meditação serena sobre uma doutrina e seu chefe;Motivo de orgulho para a UFMG;Muitas profissões, uma úlcera e o intocavél pé de meia do mineiro;No país das maravilhas;Notícia sobre o Teatro de Câmera;O Brasil fala caô;O caminho da liberdade;O deserto povoado;O diálogo impossível;O disputado governo do inferno;O fim do mundo;O gado;O homem que planejou sua fome;O impiedoso olhar dinamarquês;O mistério da urna;O poeta e o onagro;O tatu de Kipling;O urubu e o sapateiro;Ontem hoje sempre;Otto na Academia;Outro dia mesmo;Passagem pelo estreito;Pátria de corpo inteiro;Peça licença e pague para ir lá fora;Pequenos artifícios;QB VII ou a nova receita do best seller;Que língua fala o homem-aranha?;Quem será o Abrante?;Recordação do preclaro e ilustre mestre;Saudade do futuro;Sim, as estátuas riem;Um pouco de Costa Rego;Um testemunho;Urnas milionárias;Vermelho, negro e amarelo;Zero com louvor;-
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General, sapo e rosa
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
15 de novembro de 1977

Trazemos a roça dentro de nós;O escritor e a sua essência humana;Escritor e leitor;Olha ele aí;Rosa rosae rosam;Prova de fogo;Mater dolorosa;Nossos queridos confrades;Tudo começa antes;O futuro passou de moda;O nome dos gringos;Essayons de parler franglais;Willy Lewin, o bom professor de poesia;Onde começa a República;Instante dinamarquês;O outro Brasil;Está na hora;João-povão;Quarenta, quatrocentos, quatrocentão;O amestrador amestrado;Túnel, porão ou debaixo da cama;O gato morto e sua alma;Soberania de falsários;O Brasil aflito;Carochinha vai bem, obrigado;Uma voz no escuro;O pó que suja nossas estrebarias;Estrela de uma constelação;Os fantasmas e as ditaduras;Jornal de crítica;Quebra-cabeça;Ouro de lei;Quem é o aldeão;O ciclotímico herói cobrado;Um grande tema e uma pequena crônica;Uns rapazes que não sabiam filosofia descobriram Comte, por acaso em 1880;O que é preciso para a universidade: Muita coisa;Um marginal na Academia;Diamantina e seu colar de diamantes;O rei da Suécia vai bem;Mulheres na política;Sombra de nossos desalentos e cansaços;Chaga de fogo (Detective store);Riscos e ameaças;Circo de focas;Eles sabem o que fazem;Por que Mallarmé morreu engasgado;Graça e desgraça;Portas fechadas;Loteca sueca para um grande de Espanha;Natal;O discreto Rangel;Um poeta italiano;O meu boi morreu lá no Piauí;Caniço motorizado;Carlos Drummond de Andrade num instante de pessimismo;CDA, ou melhor: o Carlos;Com o embaixador Marques Rebelo;Como dói!;Constituinte: a outra;Conto de Natal;Convento maldito;Desculpem, mas esse gato é meu;Epopeia trágica (Scott of the antartic);Fala, Brasil;Faróis altos;Garotas e melodias (Painting the clouds with sunshine);Grito plebliscitário e republicano;Jubileu: ecos de um tiro;Justiça revolucionária;Livro e mercado;Mãe, filha amiga;Menino só;Missão pontifícia;Mobilização da mediocridade;Musas e urnas;No torvelim da mascarada;O controvertido verde de nossa mata;O diabo feito mulher (Rancho notorious);O ideal do mineiro é viver pobre para morrer rico;O jumento do Visconde;O leão e a gazela;O marujo foi na onda (The sawlor beware);O moinho;O século do pai;O sorriso do retrato;Os donos da enchente;Poeta e polemista;Proibido ser feliz;Quem roubou o cimélio;Romancistas dos inadaptados;Sejamos otimistas;Sim, vale a pena calar - berram os alto-falantes;Solo de cuíca;Touros bravos (The brave bulls);Tragicomédia do poder;Um certo cansaço;Um moralista pelo avesso;Uma carioca na montanha;Uma palavra de maus bofes;Uma tarde, antigamente;Vai-te embora, menina morta;Vítimas do pecado;Volta a Simão, o caolho;Voo cego
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Grito plebliscitário e republicano
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
19 de novembro de 1978

Quem não tem pena dos poetas hoje;O Brasil não é o Brasil;Cineminha de segunda-feira;Temores e tremores;Da arte de se exibir;Vacina constitucional;Exercício;Os outros não existem;Guernica, meu amor;Uma casa no Rio de Janeiro;Os quatro mineiros;Na curva do tempo;O crime de não perdoar;Vamos adiar o futuro;O tema da poesia cristã;O namorado da professora;Vantagens e desvantagens de ser sueca;O voo cego do livro;Estamos todos presos;Hora da metanoia;Nada justifica a suspensão do sagrado direito de defesa;Sai dessa Brasil;O dinheiro ou a nova pátria de Mamma Lucia;Cantando na chuva (Singing in the rain);Saudade póstuma;Um anjo mudou de endereço;Onde reina a calmaria;Fifi, o sanguinário;Não vale o escrito;Cartas ao presidente;Um crítico lúcido e honesto;Sete vezes sete;Conversa com um varão da República;É mais difícil criar os filhos hoje?;Lá e cá más fadas há;Pesa um cansaço geral;Lembrai-vos de 46;Nota internacional;Censo mostra um Brasil urbano que avança na direção do Norte;Subprodutos do amor;Conversinha quase semântica;Uma rua chamada pecado (A streetcar named desire);O santo e seu cavalo;Em seguida, o pior;Os livros nossos inimigos;Geração sem rebeldia;Livrarias e nostalgia;Táxi de noite (Taxi di notte);Criança ontem e hoje;Cabeça quente;Camundongos telespectadores e um coelho revolucionário;Casebre, casa, casaréu: Minas Gerais;Cidade atômica;Clube do poder;Com raiva e amor: Henriquinho;Como abraçar o jornalismo;Constituição dos espíritos;Da mortalidade dos jornais;De como o prof. Jubileu de Almeida salvará a república;Discurso de Otto;Do morro à imortalidade;Em livro, a festa tribal do modernismo;Entramos no jogo;Escarmento;Exercício semi-lírico;Franklin;Fugindo da crise;Hino à vida;In cassum frustraque;Introdução a Mário de Andrade;Louvação e cobrança;Não há vaga;No aniversário da morte de Mário de Andrade;O botão e a urna;O esgrimista solitário;O fio das lamentações;O homem de Santa Comba Dão;O horizonte da Constituinte;O jogo da vida;O menino e o conselheiro;O meu velho Senado;O obus e as cambaxirras;O pai;O patinho feio;O realejo e o elefante;O sol impiedoso da oposição;Os caminhos do coração;Os charutos e a calamidade;Os grilos não cantam mais II;Os selvagens também sonham;Osório Borba e um parêntese infeliz;Palíndromo: ida e volta;Paris: ida e volta;Poemas da praça e do crepúsculo;Poesia se explica;Pombas e falcões;Por que, meu Deus, por quê?;Porque as gordas salvarão o mundo;Povo, pacote e pacotilha;Quando comunicamos em;Quatro;Quem é que leu?;Rumor do Brasil;Sem lei, nem rei;Título não identificado;Todos os burros são iguais;Uma aventura na África (The african queen);Uma festa brasileira;Vem aí o cometa;Verde é verba;Vilegiatura;Viva a metáfora;Voto de letra
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O horizonte da Constituinte
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
26 de novembro de 1978

Exercício;Os outros não existem;Guernica, meu amor;Quem não tem pena dos poetas hoje;O Brasil não é o Brasil;Cineminha de segunda-feira;Temores e tremores;Da arte de se exibir;Vacina constitucional;O crime de não perdoar;Vamos adiar o futuro;O tema da poesia cristã;Uma casa no Rio de Janeiro;Os quatro mineiros;Na curva do tempo;Hora da metanoia;Nada justifica a suspensão do sagrado direito de defesa;Sai dessa Brasil;O dinheiro ou a nova pátria de Mamma Lucia;O namorado da professora;Vantagens e desvantagens de ser sueca;O voo cego do livro;Estamos todos presos;Onde reina a calmaria;Cantando na chuva (Singing in the rain);Saudade póstuma;Um anjo mudou de endereço;Não vale o escrito;Cartas ao presidente;Um crítico lúcido e honesto;Fifi, o sanguinário;Lá e cá más fadas há;Sete vezes sete;Conversa com um varão da República;É mais difícil criar os filhos hoje?;Conversinha quase semântica;Pesa um cansaço geral;Lembrai-vos de 46;Nota internacional;Censo mostra um Brasil urbano que avança na direção do Norte;Subprodutos do amor;Livrarias e nostalgia;Táxi de noite (Taxi di notte);Criança ontem e hoje;Uma rua chamada pecado (A streetcar named desire);O santo e seu cavalo;Em seguida, o pior;Os livros nossos inimigos;Geração sem rebeldia;Cabeça quente;Camundongos telespectadores e um coelho revolucionário;Casebre, casa, casaréu: Minas Gerais;Cidade atômica;Clube do poder;Com raiva e amor: Henriquinho;Como abraçar o jornalismo;Constituição dos espíritos;Da mortalidade dos jornais;De como o prof. Jubileu de Almeida salvará a república;Discurso de Otto;Do morro à imortalidade;Em livro, a festa tribal do modernismo;Entramos no jogo;Escarmento;Exercício semi-lírico;Franklin;Fugindo da crise;Hino à vida;In cassum frustraque;Introdução a Mário de Andrade;Louvação e cobrança;Não há vaga;No aniversário da morte de Mário de Andrade;O botão e a urna;O esgrimista solitário;O fio das lamentações;O homem de Santa Comba Dão;O horizonte da Constituinte;O jogo da vida;O menino e o conselheiro;O meu velho Senado;O obus e as cambaxirras;O pai;O patinho feio;O realejo e o elefante;O sol impiedoso da oposição;Os caminhos do coração;Os charutos e a calamidade;Os grilos não cantam mais II;Os selvagens também sonham;Osório Borba e um parêntese infeliz;Palíndromo: ida e volta;Paris: ida e volta;Poemas da praça e do crepúsculo;Poesia se explica;Pombas e falcões;Por que, meu Deus, por quê?;Porque as gordas salvarão o mundo;Povo, pacote e pacotilha;Quando comunicamos em;Quatro;Quem é que leu?;Rumor do Brasil;Sem lei, nem rei;Título não identificado;Todos os burros são iguais;Uma aventura na África (The african queen);Uma festa brasileira;Vem aí o cometa;Verde é verba;Vilegiatura;Viva a metáfora;Voto de letra
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Rumor do Brasil
Crônica
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
29 de junho de 1976

Incêndio destrói em 8 horas centro histórico de Lisboa;Princípios sem fim;Louvores;Rosa dos ventos;Namorado morto;Como caem os dentes de leite;De olhos no chão;Três exercícios;O Minas aprende a voar;Entre a mulher e o diabo;Os fantasmas da catedral;Tudo azul com o inferno verde;O paraíso não é mais aqui;Uma codorna, uma rolinha e a insegurança nacional;Os ladrões, o tema social nos contos do Sul;Itinerário de Cabo Frio;Mãe com bomba;S.W.;Congresso de escritores;O buraco negro do esquecimento;Mais prodígios marinhos;Natal pelas vitrines;Constituinte aponta omissão da Assembleia no caso do Triângulo;O elo partido;O pintor e sua opção;Otávio de Faria: romancista panfletário;Quando ladra a violência;Evangelho da cólera coletiva;Vencedor versus perdedor;Legião dos desesperados;Manuscrito francês;O espírito santo no computador;Direito ao sonho em paz;Verso e reverso;Para a existência de um grupo mineiro;Lembrança de Augusto Frederico Schmidt;Mário de Andrade continua;Saudades de abril;Meios pobres: livros e letras;Cruzada contra o monstro;Sr. Redator;O humilde ofício de ler;O sonhado país de delícias;Perna, um brasileiro;Enfim a grota;Por que Grahan Greene não esteve aqui;Li o Jornaleco, que evidentemente pode melhorar;Carlos Bracher vive;No tempo da palmatória;O jubileu está de volta;Sim, que haja escola de comunicação;Noruega: o país dos barcos e dos navegantes audazes;Da caridosa polé ao potro gentil;O mel do passado;Um tiro só;Os dois Brasis ou Odete e Luiza;Por quem dobram os sinos;Cão que suja na cama;Com o diabo no corpo;Contra a mistificação;Convivas demais;Cultura e fatura;Depoimento e sugestão;Desculpa das arábias;Dois toques;É uma curiosa experiência;Enjoadinho e radioativo;Essa, não;Estabilidade e cansaço;Favor falar baixo;Flores de retórica e outras flores;Guerra e paz;Hora do exorcismo;Jornalismo responsável só é possível com jornalismo livre;Ler ou não ler: eis o dilema;Livros inúteis e perigosos;Memorial JK;Missão perigosa em Trieste (Diplomatic courier);Napoleão de hospício;Nênia para o MDB;Ninguém lê nada;No bom caminho de São João del-Rei;Nosso patrono e herói Pero Vaz;O futuro adiado;O poeta e seus mistérios;O que for soará;Ontem, nunca;Palavras do senhor dr. Otto Lara Resende, adido cultural à embaixada do Brasil, em representação do senhor embaixador;Qual o sentido que o herói de Cervantes tem para o homem moderno? Quem é para você D. Quixote?;Que será?;Quem é carioca;Quem tem medo de Seu Artur?;Quid veritas?;Rocha de certeza;Saia o ato e deixem a banda passar;Sarna que coça;Segunda mão;Silêncio, por favor;Sinfonia de uma cidade (Sous le ciel de Paris);Só a mulher peca (Clash by night);Sob o sol da Páscoa;Somos todos vítimas;Sonhos de verão;Tambores distantes (Distant drums);Tragédia burguesa completa: o sonho do autor enfim realizado;Tudo que não estiver muito claro neste país, é a favor do governo;Última cartada;Um beijo na orelha esquerda;Um cavalo chamado Brasil;Um raio pode apagar a luz;Uma bala no coração;Universo padrasto;Nelson Rodrigues: o que estraga o teatro são os atores e o público;Sábado à tarde
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Saia o ato e deixem a banda passar
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
11 de dezembro de 1977