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Soneto de criação;São desgraças do Brasil...;-;O braço direito: dossiê (BD: São Martinho dividiu...);-;-;LE: no Vietname só se lembra...;-;-;-;Conversa remunerada;-;-;A irresponsabilidade abreviou sua vida;Candidato de calva à mostra;-;-;-;-;-;Euclydes da Cunha (1902)...;-;-;-;-;Firigudum borogodó...;-;A modernidade da ficção de Camilo;Segunda mão;-;-;Ausência de Collor gera rumores e derruba as bolsas;Aquele rapaz meio maluco e sonhador;-;-;-;-;-;O Quixote a propósito do governo...;-;A telenovela e a supressão da angústia;Querer 24 hs por dia...;-;-;-;-;Interurbano;-;-;-;Quando Tadeu, por um anúncio...;-;-;-;[Biografia];-;-;-;-;-;-;-;-;Para um conto, ou quem sabe passagem de romance [O baile de aleluia];-;-;Confesso que a ideia de morar...;-;-;Êntico, um moço que caiu...;-;A chaleira do estafeta;-;Alérgicos;-;-;-;Primavera;Todos os caminhos se cruzam no Marrocos;-;André: serviço militar...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Letra morta;O diálogo impossível;A passagem de mais um ano...;Verde é verba;O preto Antero...;Cuspir no chão...;O braço direito: dossiê (O crucifixo na mão do defunto...);Langrista...;Não. Não há alvorada na minha vida...;Marguerite Duras acha que até 2020...;Merejar [água]/Seráfita, Balzac...;A águia da Ilha ataca novamente;A Editora do Autor em poesia e prosa;A volta de Zé Américo;Acontece por aí:;Agradecimentos;Ano 74 (?);Apólogo do general;As confissões de Nelson Rodrigues (cap. CCXIII);Bloch afirma que não vende a TV Manchete por preço algum;A boca do inferno;Bufo e Spallanzani e Eu;Doce mistério da morte;Um pouco de autobiografia
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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A chaleira do estafeta
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
26 de abril de 1981

Brasil oscila do otimismo ao pessimismo
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Brasil oscila do otimismo ao pessimismo
Crônica
Otto Lara Resende
São Paulo
22 de setembro de 1991

Por que Grahan Greene não esteve aqui;Li o Jornaleco, que evidentemente pode melhorar;Carlos Bracher vive;No tempo da palmatória;O jubileu está de volta;Enfim a grota;Sim, que haja escola de comunicação;Noruega: o país dos barcos e dos navegantes audazes;Da caridosa polé ao potro gentil;O mel do passado;Um tiro só;Os dois Brasis ou Odete e Luiza;Por quem dobram os sinos;Princípios sem fim;Louvores;Rosa dos ventos;Namorado morto;Como caem os dentes de leite;De olhos no chão;Três exercícios;O Minas aprende a voar;Entre a mulher e o diabo;Os fantasmas da catedral;Incêndio destrói em 8 horas centro histórico de Lisboa;Tudo azul com o inferno verde;O paraíso não é mais aqui;Uma codorna, uma rolinha e a insegurança nacional;Os ladrões, o tema social nos contos do Sul;Itinerário de Cabo Frio;Mãe com bomba;S.W.;Congresso de escritores;O buraco negro do esquecimento;Natal pelas vitrines;Constituinte aponta omissão da Assembleia no caso do Triângulo;O elo partido;O pintor e sua opção;Otávio de Faria: romancista panfletário;Quando ladra a violência;Mais prodígios marinhos;Vencedor versus perdedor;Legião dos desesperados;Manuscrito francês;O espírito santo no computador;Direito ao sonho em paz;Evangelho da cólera coletiva;Verso e reverso;Para a existência de um grupo mineiro;Lembrança de Augusto Frederico Schmidt;Mário de Andrade continua;Saudades de abril;Meios pobres: livros e letras;Cruzada contra o monstro;Sr. Redator;O humilde ofício de ler;O sonhado país de delícias;Perna, um brasileiro;Cão que suja na cama;Com o diabo no corpo;Contra a mistificação;Convivas demais;Cultura e fatura;Depoimento e sugestão;Desculpa das arábias;Dois toques;É uma curiosa experiência;Enjoadinho e radioativo;Essa, não;Estabilidade e cansaço;Favor falar baixo;Flores de retórica e outras flores;Guerra e paz;Hora do exorcismo;Jornalismo responsável só é possível com jornalismo livre;Ler ou não ler: eis o dilema;Livros inúteis e perigosos;Memorial JK;Missão perigosa em Trieste (Diplomatic courier);Napoleão de hospício;Nênia para o MDB;Ninguém lê nada;No bom caminho de São João del-Rei;Nosso patrono e herói Pero Vaz;O futuro adiado;O poeta e seus mistérios;O que for soará;Ontem, nunca;Palavras do senhor dr. Otto Lara Resende, adido cultural à embaixada do Brasil, em representação do senhor embaixador;Qual o sentido que o herói de Cervantes tem para o homem moderno? Quem é para você D. Quixote?;Que será?;Quem é carioca;Quem tem medo de Seu Artur?;Quid veritas?;Rocha de certeza;Saia o ato e deixem a banda passar;Sarna que coça;Segunda mão;Silêncio, por favor;Sinfonia de uma cidade (Sous le ciel de Paris);Só a mulher peca (Clash by night);Sob o sol da Páscoa;Somos todos vítimas;Sonhos de verão;Tambores distantes (Distant drums);Tragédia burguesa completa: o sonho do autor enfim realizado;Tudo que não estiver muito claro neste país, é a favor do governo;Última cartada;Um beijo na orelha esquerda;Um cavalo chamado Brasil;Um raio pode apagar a luz;Uma bala no coração;Universo padrasto;Nelson Rodrigues: o que estraga o teatro são os atores e o público;Sábado à tarde
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Verso e reverso
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
10 de janeiro de 1982