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Hansen Bahia e Wilson Rocha
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Hansen Bahia e Wilson Rocha
Karl Heinz Hansen nasceu em 19 de abril de 1915 em Hamburgo, Alemanha. Seus primeiros trabalhos artísticos surgiram no início dos anos 40. Saiu da Alemanha em 1950 e veio conhecer o Brasil. Morou em São Paulo onde teve o seu primeiro emprego como decorador na Companhia de Melhoramentos até o ano de 1955, período em que desenvolveu uma série de xilogravuras. Neste mesmo ano foi para a Bahia expor na antiga Galeria Oxumaré e decidiu morar em Salvador. Ficou conhecido como Hansen Bahia e seus trabalhos mais conhecidos são os livros de gravuras ou xilografias inspiradas em temas bíblicos e nos escritos de Jorge Amado, Castro Alves, Luís Viana Filho e François Villon. Wilson Rocha nasceu em Cochabamba, na Bolívia, em 1921, mas sua vida intelectual e artística se desenvolveu na Bahia. Poeta e crítico de arte, chegou a Salvador nos idos de 1940, quando publicou seus primeiros versos (“Poemas”) e fundou o “Caderno da Bahia". Mudou-se para São Paulo, em 1959. Depois, em 1974, passou para o Rio de Janeiro. Faleceu em 2005.
Marcel Gautherot
Salvador
circa 1957

Hansen Bahia e Wilson Rocha
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Hansen Bahia e Wilson Rocha
Karl Heinz Hansen nasceu em 19 de abril de 1915 em Hamburgo, Alemanha. Seus primeiros trabalhos artísticos surgiram no início dos anos 40. Saiu da Alemanha em 1950 e veio conhecer o Brasil. Morou em São Paulo onde teve o seu primeiro emprego como decorador na Companhia de Melhoramentos até o ano de 1955, período em que desenvolveu uma série de xilogravuras. Neste mesmo ano foi para a Bahia expor na antiga Galeria Oxumaré e decidiu morar em Salvador. Ficou conhecido como Hansen Bahia e seus trabalhos mais conhecidos são os livros de gravuras ou xilografias inspiradas em temas bíblicos e nos escritos de Jorge Amado, Castro Alves, Luís Viana Filho e François Villon. Wilson Rocha nasceu em Cochabamba, na Bolívia, em 1921, mas sua vida intelectual e artística se desenvolveu na Bahia. Poeta e crítico de arte, chegou a Salvador nos idos de 1940, quando publicou seus primeiros versos (“Poemas”) e fundou o “Caderno da Bahia". Mudou-se para São Paulo, em 1959. Depois, em 1974, passou para o Rio de Janeiro. Faleceu em 2005.
Marcel Gautherot
Salvador
circa 1957

Hansen Bahia e Wilson Rocha
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Hansen Bahia e Wilson Rocha
Karl Heinz Hansen nasceu em 19 de abril de 1915 em Hamburgo, Alemanha. Seus primeiros trabalhos artísticos surgiram no início dos anos 40. Saiu da Alemanha em 1950 e veio conhecer o Brasil. Morou em São Paulo onde teve o seu primeiro emprego como decorador na Companhia de Melhoramentos até o ano de 1955, período em que desenvolveu uma série de xilogravuras. Neste mesmo ano foi para a Bahia expor na antiga Galeria Oxumaré e decidiu morar em Salvador. Ficou conhecido como Hansen Bahia e seus trabalhos mais conhecidos são os livros de gravuras ou xilografias inspiradas em temas bíblicos e nos escritos de Jorge Amado, Castro Alves, Luís Viana Filho e François Villon. Wilson Rocha nasceu em Cochabamba, na Bolívia, em 1921, mas sua vida intelectual e artística se desenvolveu na Bahia. Poeta e crítico de arte, chegou a Salvador nos idos de 1940, quando publicou seus primeiros versos (“Poemas”) e fundou o “Caderno da Bahia". Mudou-se para São Paulo, em 1959. Depois, em 1974, passou para o Rio de Janeiro. Faleceu em 2005.
Marcel Gautherot
Salvador
circa 1957

Hansen Bahia e Wilson Rocha
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Hansen Bahia e Wilson Rocha
Karl Heinz Hansen nasceu em 19 de abril de 1915 em Hamburgo, Alemanha. Seus primeiros trabalhos artísticos surgiram no início dos anos 40. Saiu da Alemanha em 1950 e veio conhecer o Brasil. Morou em São Paulo onde teve o seu primeiro emprego como decorador na Companhia de Melhoramentos até o ano de 1955, período em que desenvolveu uma série de xilogravuras. Neste mesmo ano foi para a Bahia expor na antiga Galeria Oxumaré e decidiu morar em Salvador. Ficou conhecido como Hansen Bahia e seus trabalhos mais conhecidos são os livros de gravuras ou xilografias inspiradas em temas bíblicos e nos escritos de Jorge Amado, Castro Alves, Luís Viana Filho e François Villon. Wilson Rocha nasceu em Cochabamba, na Bolívia, em 1921, mas sua vida intelectual e artística se desenvolveu na Bahia. Poeta e crítico de arte, chegou a Salvador nos idos de 1940, quando publicou seus primeiros versos (“Poemas”) e fundou o “Caderno da Bahia". Mudou-se para São Paulo, em 1959. Depois, em 1974, passou para o Rio de Janeiro. Faleceu em 2005.
Marcel Gautherot
Salvador
circa 1957

Hansen Bahia e Wilson Rocha
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BAHA14419.jpg
Hansen Bahia e Wilson Rocha
Karl Heinz Hansen nasceu em 19 de abril de 1915 em Hamburgo, Alemanha. Seus primeiros trabalhos artísticos surgiram no início dos anos 40. Saiu da Alemanha em 1950 e veio conhecer o Brasil. Morou em São Paulo onde teve o seu primeiro emprego como decorador na Companhia de Melhoramentos até o ano de 1955, período em que desenvolveu uma série de xilogravuras. Neste mesmo ano foi para a Bahia expor na antiga Galeria Oxumaré e decidiu morar em Salvador. Ficou conhecido como Hansen Bahia e seus trabalhos mais conhecidos são os livros de gravuras ou xilografias inspiradas em temas bíblicos e nos escritos de Jorge Amado, Castro Alves, Luís Viana Filho e François Villon. Wilson Rocha nasceu em Cochabamba, na Bolívia, em 1921, mas sua vida intelectual e artística se desenvolveu na Bahia. Poeta e crítico de arte, chegou a Salvador nos idos de 1940, quando publicou seus primeiros versos (“Poemas”) e fundou o “Caderno da Bahia". Mudou-se para São Paulo, em 1959. Depois, em 1974, passou para o Rio de Janeiro. Faleceu em 2005.
Marcel Gautherot
Salvador
circa 1957

Hansen Bahia e Wilson Rocha
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BAHA14420.jpg
Hansen Bahia e Wilson Rocha
Karl Heinz Hansen nasceu em 19 de abril de 1915 em Hamburgo, Alemanha. Seus primeiros trabalhos artísticos surgiram no início dos anos 40. Saiu da Alemanha em 1950 e veio conhecer o Brasil. Morou em São Paulo onde teve o seu primeiro emprego como decorador na Companhia de Melhoramentos até o ano de 1955, período em que desenvolveu uma série de xilogravuras. Neste mesmo ano foi para a Bahia expor na antiga Galeria Oxumaré e decidiu morar em Salvador. Ficou conhecido como Hansen Bahia e seus trabalhos mais conhecidos são os livros de gravuras ou xilografias inspiradas em temas bíblicos e nos escritos de Jorge Amado, Castro Alves, Luís Viana Filho e François Villon. Wilson Rocha nasceu em Cochabamba, na Bolívia, em 1921, mas sua vida intelectual e artística se desenvolveu na Bahia. Poeta e crítico de arte, chegou a Salvador nos idos de 1940, quando publicou seus primeiros versos (“Poemas”) e fundou o “Caderno da Bahia". Mudou-se para São Paulo, em 1959. Depois, em 1974, passou para o Rio de Janeiro. Faleceu em 2005.
Marcel Gautherot
Salvador
circa 1957

Hansen Bahia e Wilson Rocha
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BAHA14421.jpg
Hansen Bahia e Wilson Rocha
Karl Heinz Hansen nasceu em 19 de abril de 1915 em Hamburgo, Alemanha. Seus primeiros trabalhos artísticos surgiram no início dos anos 40. Saiu da Alemanha em 1950 e veio conhecer o Brasil. Morou em São Paulo onde teve o seu primeiro emprego como decorador na Companhia de Melhoramentos até o ano de 1955, período em que desenvolveu uma série de xilogravuras. Neste mesmo ano foi para a Bahia expor na antiga Galeria Oxumaré e decidiu morar em Salvador. Ficou conhecido como Hansen Bahia e seus trabalhos mais conhecidos são os livros de gravuras ou xilografias inspiradas em temas bíblicos e nos escritos de Jorge Amado, Castro Alves, Luís Viana Filho e François Villon. Wilson Rocha nasceu em Cochabamba, na Bolívia, em 1921, mas sua vida intelectual e artística se desenvolveu na Bahia. Poeta e crítico de arte, chegou a Salvador nos idos de 1940, quando publicou seus primeiros versos (“Poemas”) e fundou o “Caderno da Bahia". Mudou-se para São Paulo, em 1959. Depois, em 1974, passou para o Rio de Janeiro. Faleceu em 2005.
Marcel Gautherot
Salvador
circa 1957

Wilson Rocha
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Wilson Rocha
Wilson Rocha nasceu em Cochabamba, na Bolívia, em 1921, mas sua vida intelectual e artística se desenvolveu na Bahia. Poeta e crítico de arte, chegou a Salvador nos idos de 1940, quando publicou seus primeiros versos (“Poemas”) e fundou o “Caderno da Bahia". Mudou-se para São Paulo, em 1959. Depois, em 1974, passou para o Rio de Janeiro. Faleceu em 2005.
Marcel Gautherot
Salvador
circa 1957

Simão, o caolho;Com o pintor Marcier;Um homem, um caráter;Desculpem: ottolarologia;Faróis altos;Paixão de Beduíno;Lágrima bastante barroca;Papagaios e computadores;Quando nos falha a memória;Mergulhando para a morte (The sea harnet);Só falta a solução;Ninguém sabe, ninguém viu;Como era verde o meu Leblon;Uma carroça atravanca o futuro;O ignorado caudal nordestino;Deu bode no dicionário;Constituinte: o entulho;Uma realização da F.F.M.G.;O lado da sombra;O sorriso do retrato;Focas e boias-frias;Passagem de nível;Liberdade, a grande aspiração;Quem sabe o que fica;Milagre: um brasileiro feliz;Soneto livre;Conto de Otto Lara Resende: Mater Dolorosa;O leão incompetente;Frágeis baleias ameaçadas;O mata-sete (El siete machos);Francis' fun fair;Literatura de exportação;Recomeço do sonho;Conversa à vista;Mocinhos e bandidos;O diabo na guerra santa;Volta ao futuro;O Positivismo no Brasil;Ponto de saturação;Os 160 dias;Horas intermináveis;Sejamos otimistas;Jornalismo de ontem e de hoje: apenas alguns detalhes;De João a João;O que vou ser quando crescer;Fala, Coreano!;Os rios assassinados;Preservação da liberdade;Macau (Macao);Musical mineiral;Caixinha de surpresas;Capicua dá sorte;Carro mata menos escritor do que avião;Carta de Otto Lara;Chão de ferro em que pisa o gigante;Cineminha de segunda-feira;Círculo vicioso;Conversa pós-eleitoral;Cruzeiro velho, nova ordem;Dize-me como te chamas;Enfim, o culpado;Escrever e editar;Estrela escrita;Eu, Caim;Filho da mentira;Graças e desgraças;Janela;Letra morta;Lirismo e bom humor;Loteria presidencial;Luz e sombra;Mar de modernidade;Meu querido Alceu;Minutos de uma idade ainda hollywoodiana;Mudança de rumo;Não se dá vida impunemente às ideias;O Brasil de amanhã, ontem;O Cruzeiro;O descobridor descoberto;O encontro;O gigante acorrentado;O grito no túnel;O que Jânio tem na cabeça;O relógio da discórdia;O riso da cucaburra;Olha o boi voando;Onde é o Brasil?;Ora essa...;Pitanga e outros bichos;Podia ser pior;Por que não me ufano do meu país;Punhais de agosto;Quebra-quebra e troca-troca;Reproclamar a república;Sexto de dezessete...;Sombra e água fresca;Stela me abriu a porta;Trecho;Três pares de patins;Um grito no silêncio;Vamos plantar bananeiras;Ver para crer
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Dize-me como te chamas
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
18 de março de 1984