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De mar, de votos, de cheiro
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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De mar, de votos, de cheiro
Crônica
Otto Lara Resende
São Paulo
20 de março de 1992

Preservação da liberdade;Macau (Macao);Musical mineiral;De João a João;O que vou ser quando crescer;Fala, Coreano!;Os rios assassinados;Faróis altos;Paixão de Beduíno;Lágrima bastante barroca;Simão, o caolho;Com o pintor Marcier;Um homem, um caráter;Desculpem: ottolarologia;Só falta a solução;Ninguém sabe, ninguém viu;Como era verde o meu Leblon;Uma carroça atravanca o futuro;O ignorado caudal nordestino;Deu bode no dicionário;Papagaios e computadores;Quando nos falha a memória;Mergulhando para a morte (The sea harnet);Passagem de nível;Liberdade, a grande aspiração;Constituinte: o entulho;Uma realização da F.F.M.G.;O lado da sombra;O sorriso do retrato;Focas e boias-frias;O leão incompetente;Frágeis baleias ameaçadas;Quem sabe o que fica;Milagre: um brasileiro feliz;Soneto livre;Conto de Otto Lara Resende: Mater Dolorosa;Recomeço do sonho;Conversa à vista;O mata-sete (El siete machos);Francis' fun fair;Literatura de exportação;Ponto de saturação;Mocinhos e bandidos;O diabo na guerra santa;Volta ao futuro;O Positivismo no Brasil;Jornalismo de ontem e de hoje: apenas alguns detalhes;Os 160 dias;Horas intermináveis;Sejamos otimistas;Caixinha de surpresas;Capicua dá sorte;Carro mata menos escritor do que avião;Carta de Otto Lara;Chão de ferro em que pisa o gigante;Cineminha de segunda-feira;Círculo vicioso;Conversa pós-eleitoral;Cruzeiro velho, nova ordem;Dize-me como te chamas;Enfim, o culpado;Escrever e editar;Estrela escrita;Eu, Caim;Filho da mentira;Graças e desgraças;Janela;Letra morta;Lirismo e bom humor;Loteria presidencial;Luz e sombra;Mar de modernidade;Meu querido Alceu;Minutos de uma idade ainda hollywoodiana;Mudança de rumo;Não se dá vida impunemente às ideias;O Brasil de amanhã, ontem;O Cruzeiro;O descobridor descoberto;O encontro;O gigante acorrentado;O grito no túnel;O que Jânio tem na cabeça;O relógio da discórdia;O riso da cucaburra;Olha o boi voando;Onde é o Brasil?;Ora essa...;Pitanga e outros bichos;Podia ser pior;Por que não me ufano do meu país;Punhais de agosto;Quebra-quebra e troca-troca;Reproclamar a república;Sexto de dezessete...;Sombra e água fresca;Stela me abriu a porta;Trecho;Três pares de patins;Um grito no silêncio;Vamos plantar bananeiras;Ver para crer
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Dize-me como te chamas
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
18 de março de 1984

-;[Cego de Ipanema];-;-;Noite de inteligência e pão de queijo;L.S.D. Treatment for psychoneurosis: lysergic acid diethylamide for release of repression;Heleno;-;-;O crime no futuro;-;Samba do farofeiro;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Quem foi Alphonse Daudet?;-;[Boquinhas pintadas];[Envelopes]
Archive/Collection: Paulo Mendes Campos (PMC)
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Carta
Notícias sobre a vida pessoal. Notícias sobre a vida familiar. Manifestação de saudade
João Baptista de Souza Lima
Belo Horizonte
13 de março de 1946

Marronzinho da Flauta, Carlos Paraná e Ismael Silva
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Marronzinho da Flauta, Carlos Paraná e Ismael Silva
Marronzinho da Flauta (de terno marrom), Luiz Carlos Paraná e Ismael Silva (de terno branco), este último condecorado com a Ordem do Jogral, no grau de "Grande sambista". Luiz Carlos Paraná (Ribeirão Claro, PR, 15/03/1932 - São Paulo, 03/12/1970): cantor, compositor e instrumentista (violão). Também conhecido como Carlos Paraná. Foi dono e anfitrião da boate Jogral, em São Paulo, na década de 1960. Ismael Silva [Ismael da Silva] (Niterói, RJ, 14/09/1905 - Rio de Janeiro, 14/03/1978): compositor e cantor. Um dos fundadores da primeira escola de samba do Rio de Janeiro, a Deixa Falar, em 1928.
João Batista
Boate Jogral
1970

Marronzinho da Flauta e Ismael Silva
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Marronzinho da Flauta e Ismael Silva
Marronzinho da Flauta (no palco, à esquerda, de terno marrom) e Ismael Silva (de terno branco), este último condecorado com a Ordem do Jogral, no grau de "Grande sambista". Ismael Silva [Ismael da Silva] (Niterói, RJ, 14/09/1905 - Rio de Janeiro, 14/03/1978): compositor e cantor. Um dos fundadores da primeira escola de samba do Rio de Janeiro, a Deixa Falar, em 1928.
João Batista
Boate Jogral
1970