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Casa dos Sete Candeeiros
Archive/Collection: A. C. da Silva Telles
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Casa dos Sete Candeeiros
Considerada uma casa nobre urbana, com forte caráter defensivo, pertenceu aos jesuítas até a expulsão dos religiosos do país, tendo sido leiloada em seguida. A construção foi feita em alvenaria de pedra e cal, com divisórias do tipo parede francesa, e sua planta retangular foi desenvolvida em dois pavimentos mais o sótão. Foi chamada Casa dos Sete Candeeiros por causa de sete lampiões de azeite nela pendurados durante a estadia da corte de D. João VI, em 1808.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua São Francisco ; Centro
1970s

Casa dos Sete Candeeiros - Portada
Archive/Collection: A. C. da Silva Telles
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Casa dos Sete Candeeiros - Portada
Considerada uma casa nobre urbana, com forte caráter defensivo, pertenceu aos jesuítas até a expulsão dos religiosos do país, tendo sido leiloada em seguida. A construção foi feita em alvenaria de pedra e cal, com divisórias do tipo parede francesa, e sua planta retangular foi desenvolvida em dois pavimentos mais o sótão. Foi chamada Casa dos Sete Candeeiros por causa de sete lampiões de azeite nela pendurados durante a estadia da corte de D. João VI, em 1808.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua São Francisco ; Centro
1970s

Igreja de São Bento
Archive/Collection: A. C. da Silva Telles
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Igreja de São Bento
A igreja de São Bento faz parte do conjunto arquitetônico formado também pelo mosteiro de São Bento, implantado inicialmente numa pequena colina perto de uma das portas da cidade, nos primeiros tempos de sua fundação. A atual construção, com três pavimentos, começou a ser erguida no século XVII e só terminou no século XX. O mosteiro desenvolveu-se em torno de um pátio, com a igreja em destaque, ocupando uma de suas faces. A planta do templo foi inspirada na igreja de Gesú, em Roma, com cúpula no cruzamento do transepto e capelas laterais que se comunicam entre si. Na fachada o corpo central é realçado pelo frontão barroco, que substitui um outro clássico, e O altar-mor, de 1750, foi substituído em 1871 por um novo mármore. Destacam-se no mosteiro sua biblioteca, considerada uma das maiores do país, e seu valioso acervo de arte sacra.
Augusto Carlos da Silva Telles
Largo de São Bento ; Centro
1970s

Casa dos Sete Candeeiros
Archive/Collection: A. C. da Silva Telles
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Casa dos Sete Candeeiros
Considerada uma casa nobre urbana, com forte caráter defensivo, pertenceu aos jesuítas até a expulsão dos religiosos do país, tendo sido leiloada em seguida. A construção foi feita em alvenaria de pedra e cal, com divisórias do tipo parede francesa, e sua planta retangular foi desenvolvida em dois pavimentos mais o sótão. Foi chamada Casa dos Sete Candeeiros por causa de sete lampiões de azeite nela pendurados durante a estadia da corte de D. João VI, em 1808.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua São Francisco ; Centro
1970s

Casa dos Sete Candeeiros
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRBA003-027.jpg
Casa dos Sete Candeeiros
Considerada uma casa nobre urbana, com forte caráter defensivo, pertenceu aos jesuítas até a expulsão dos religiosos do país, tendo sido leiloada em seguida. A construção foi feita em alvenaria de pedra e cal, com divisórias do tipo parede francesa, e sua planta retangular foi desenvolvida em dois pavimentos mais o sótão. Foi chamada Casa dos Sete Candeeiros por causa de sete lampiões de azeite nela pendurados durante a estadia da corte de D. João VI, em 1808.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua São Francisco ; Centro
1970s

Casa dos Sete Candeeiros
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRBA003-031.jpg
Casa dos Sete Candeeiros
Considerada uma casa nobre urbana, com forte caráter defensivo, pertenceu aos jesuítas até a expulsão dos religiosos do país, tendo sido leiloada em seguida. A construção foi feita em alvenaria de pedra e cal, com divisórias do tipo parede francesa, e sua planta retangular foi desenvolvida em dois pavimentos mais o sótão. Foi chamada Casa dos Sete Candeeiros por causa de sete lampiões de azeite nela pendurados durante a estadia da corte de D. João VI, em 1808.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua São Francisco ; Centro
1970s

Igreja do Convento de São Francisco - arco do cruzeiro
Archive/Collection: A. C. da Silva Telles
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Igreja do Convento de São Francisco - arco do cruzeiro
A igreja do Convento de São Francisco, com três naves, distingue-se das demais construções franciscanas do Nordeste por possuir nave única e as laterais mais baixas que o corpo central, separadas por arcadas interligadas por maciços, sugerindo capelas. A composição de sua fachada é influenciada pela fachada da igreja dos jesuítas, e seu frontispício, com volutas, é ladeado por torres de terminação piramidal, revestidas de azulejos. Em seu interior, exemplo do barroco setecentista, destaca-se a talha dourada que reveste as paredes e o forro da nave, em caixotões apainelados. O primitivo convento franciscano foi fundado na Bahia em 1587 e destruído na época das invasões holandesas. Os atuais convento e igreja começaram a ser erguidos em 1686, sob a administração de frei Vicente de Chagas. Também fazem parte do conjunto a Ordem Terceira de São Francisco e o cruzeiro que lhe é fronteiro.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça Anchieta ; Centro
1970s

Igreja do Convento de São Francisco - arco do cruzeiro, parte superior
Archive/Collection: A. C. da Silva Telles
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Igreja do Convento de São Francisco - arco do cruzeiro, parte superior
A igreja do Convento de São Francisco, com três naves, distingue-se das demais construções franciscanas do Nordeste por possuir nave única e as laterais mais baixas que o corpo central, separadas por arcadas interligadas por maciços, sugerindo capelas. A composição de sua fachada é influenciada pela fachada da igreja dos jesuítas, e seu frontispício, com volutas, é ladeado por torres de terminação piramidal, revestidas de azulejos. Em seu interior, exemplo do barroco setecentista, destaca-se a talha dourada que reveste as paredes e o forro da nave, em caixotões apainelados. O primitivo convento franciscano foi fundado na Bahia em 1587 e destruído na época das invasões holandesas. Os atuais convento e igreja começaram a ser erguidos em 1686, sob a administração de frei Vicente de Chagas. Também fazem parte do conjunto a Ordem Terceira de São Francisco e o cruzeiro que lhe é fronteiro.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça Anchieta ; Centro
1970s