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Jardins de Bagatelle
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Jardins de Bagatelle
A maior parte do tempo entre abril de 1915 e agosto de 1922, Marc Ferrez morou na Europa. Apenas entre fevereiro de 1920 e maio de 1921 voltou a residir no Brasil. Em 1921, em correspondência a Malia, sua nora, Ferrez conta que fez belas fotografias de rosas, em sua visita ao roseiral do Parque de La Bagatelle, no Bois de Boulogne, local que frequentava enquanto seu filho Luciano e Malia estavam com ele em Paris (entre 1919 e 1920). Em 14 de agosto de 1922, Marc voltou para o Rio de Janeiro e faleceu em janeiro de 1923. Em 1912, Ferrez iniciou suas experiências com fotografia colorida, utilizando as placas autocromos Lumière, primeiro processo industrializado para esse fim, lançado comercialmente em 1907 pela fábrica francesa. As primeiras imagens coloridas realizadas nesse período tomadas do interior de sua residência, onde aparecem sua mulher Maria, seu filho Julio, sua nora Claire e seus dois netos, Gilberto e Eduardo. Nesse momento, também refez, a cores, algumas das fotografias de paisagens, edificações e monumentos que se tornaram clássicas em preto e branco, como a Pedra de Itapuca e as vistas do Jardim Botânico. Durante os últimos 10 anos de sua vida, quando fez experiências com fotos coloridas, passou grandes temporadas na Europa: de abril de 1913 a início de 1914, de abril de 1915 a fevereiro de 1920 e de 5 de junho de 1921 a 14 de agosto de 1922 . Foi em 1912 que Ferrez iniciou suas experiências com fotografia colorida, utilizando as placas autocromos Lumière, primeiro processo industrializado para esse fim, lançado comercialmente em 1907 pela fábrica francesa. As primeiras imagens coloridas realizadas nesse período são muito diversas das fotografias panorâmicas e de grandes obras públicas, pelas quais Ferrez se tornou conhecido no século anterior. Tratam-se de tomadas do interior de sua residência, raras testemunhas de sua intimidade familiar, onde aparecem sua mulher Maria, seu filho Julio, sua nora Claire e seus dois netos, Gilberto e Eduardo. Nesse momento, Ferrez também refaz, a cores, algumas das fotografias de paisagens, edificações e monumentos que se tornaram clássicas em preto e branco, como a Pedra de Itapuca e as vistas do Jardim Botânico. Coloridas, entretanto, as imagens ganham outra textura, e sua granulação lhes acrescenta certo caráter intimista, ao invés da grandiosidade e tom clássico da maioria de suas fotografias anteriores.
Marc Ferrez
Paris
junho de 1917

Jardins de Bagatelle
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Jardins de Bagatelle
Em 1915, nos primeiros meses da longa estada européia de Ferrez, que permanecerá na Europa por cinco anos, serão divididos entre Paris, os Alpes suíços, sobretudo Marecottes, vilarejo onde passará o verão com Julio, Claire, e seus netos e Vichy, onde recorrerá aos famosos banhos termais para sua saúde. Em 1912, Ferrez iniciou suas experiências com fotografia colorida, utilizando as placas autocromos Lumière, primeiro processo industrializado para esse fim, lançado comercialmente em 1907 pela fábrica francesa. As primeiras imagens coloridas realizadas nesse período tomadas do interior de sua residência, onde aparecem sua mulher Maria, seu filho Julio, sua nora Claire e seus dois netos, Gilberto e Eduardo. Nesse momento, também refez, a cores, algumas das fotografias de paisagens, edificações e monumentos que se tornaram clássicas em preto e branco, como a Pedra de Itapuca e as vistas do Jardim Botânico. Durante os últimos 10 anos de sua vida, quando fez experiências com fotos coloridas, passou grandes temporadas na Europa: de abril de 1913 a início de 1914, de abril de 1915 a fevereiro de 1920 e de 5 de junho de 1921 a 14 de agosto de 1922 .
Marc Ferrez
Paris
junho de 1917

Vichy - O jardim de rosas
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vichy - O jardim de rosas
A maior parte do tempo entre abril de 1915 e agosto de 1922, Marc Ferrez morou na Europa. Apenas entre fevereiro de 1920 e maio de 1921 voltou a residir no Brasil. Em 1921, em correspondência a Malia, sua nora, Ferrez conta que fez belas fotografias de rosas, em sua visita ao roseiral do Parque de La Bagatelle, no Bois de Boulogne, local que frequentava enquanto seu filho Luciano e Malia estavam com ele em Paris (entre 1919 e 1920). Em 14 de agosto de 1922, Marc voltou para o Rio de Janeiro e faleceu em janeiro de 1923. Em 1912, Ferrez iniciou suas experiências com fotografia colorida, utilizando as placas autocromos Lumière, primeiro processo industrializado para esse fim, lançado comercialmente em 1907 pela fábrica francesa. As primeiras imagens coloridas realizadas nesse período tomadas do interior de sua residência, onde aparecem sua mulher Maria, seu filho Julio, sua nora Claire e seus dois netos, Gilberto e Eduardo. Nesse momento, também refez, a cores, algumas das fotografias de paisagens, edificações e monumentos que se tornaram clássicas em preto e branco, como a Pedra de Itapuca e as vistas do Jardim Botânico. Durante os últimos 10 anos de sua vida, quando fez experiências com fotos coloridas, passou grandes temporadas na Europa: de abril de 1913 a início de 1914, de abril de 1915 a fevereiro de 1920 e de 5 de junho de 1921 a 14 de agosto de 1922 .
Marc Ferrez
Vichy
circa 1916

Vichy - O novo parque
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vichy - O novo parque
Em 1915, nos primeiros meses da longa estada européia de Ferrez, que permanecerá na Europa por cinco anos, serão divididos entre Paris, os Alpes suíços, sobretudo Marecottes, vilarejo onde passará o verão com Julio, Claire, e seus netos e Vichy, onde recorrerá aos famosos banhos termais para sua saúde. Em 1912, Ferrez iniciou suas experiências com fotografia colorida, utilizando as placas autocromos Lumière, primeiro processo industrializado para esse fim, lançado comercialmente em 1907 pela fábrica francesa. As primeiras imagens coloridas realizadas nesse período tomadas do interior de sua residência, onde aparecem sua mulher Maria, seu filho Julio, sua nora Claire e seus dois netos, Gilberto e Eduardo. Nesse momento, também refez, a cores, algumas das fotografias de paisagens, edificações e monumentos que se tornaram clássicas em preto e branco, como a Pedra de Itapuca e as vistas do Jardim Botânico. Durante os últimos 10 anos de sua vida, quando fez experiências com fotos coloridas, passou grandes temporadas na Europa: de abril de 1913 a início de 1914, de abril de 1915 a fevereiro de 1920 e de 5 de junho de 1921 a 14 de agosto de 1922 .
Marc Ferrez
Vichy
circa 1916

Canteiro de begônias
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Canteiro de begônias
Em 1915, nos primeiros meses da longa estada européia de Ferrez, que permanecerá na Europa por cinco anos, serão divididos entre Paris, os Alpes suíços, sobretudo Marecottes, vilarejo onde passará o verão com Julio, Claire, e seus netos e Vichy, onde recorrerá aos famosos banhos termais para sua saúde. Em 1912, Ferrez iniciou suas experiências com fotografia colorida, utilizando as placas autocromos Lumière, primeiro processo industrializado para esse fim, lançado comercialmente em 1907 pela fábrica francesa. As primeiras imagens coloridas realizadas nesse período tomadas do interior de sua residência, onde aparecem sua mulher Maria, seu filho Julio, sua nora Claire e seus dois netos, Gilberto e Eduardo. Nesse momento, também refez, a cores, algumas das fotografias de paisagens, edificações e monumentos que se tornaram clássicas em preto e branco, como a Pedra de Itapuca e as vistas do Jardim Botânico. Durante os últimos 10 anos de sua vida, quando fez experiências com fotos coloridas, passou grandes temporadas na Europa: de abril de 1913 a início de 1914, de abril de 1915 a fevereiro de 1920 e de 5 de junho de 1921 a 14 de agosto de 1922 .
Marc Ferrez
França
1919

Vichy - O jardim de rosas
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vichy - O jardim de rosas
A maior parte do tempo entre abril de 1915 e agosto de 1922, Marc Ferrez morou na Europa. Apenas entre fevereiro de 1920 e maio de 1921 voltou a residir no Brasil. Em 1921, em correspondência a Malia, sua nora, Ferrez conta que fez belas fotografias de rosas, em sua visita ao roseiral do Parque de La Bagatelle, no Bois de Boulogne, local que frequentava enquanto seu filho Luciano e Malia estavam com ele em Paris (entre 1919 e 1920). Em 14 de agosto de 1922, Marc voltou para o Rio de Janeiro e faleceu em janeiro de 1923. Em 1912, Ferrez iniciou suas experiências com fotografia colorida, utilizando as placas autocromos Lumière, primeiro processo industrializado para esse fim, lançado comercialmente em 1907 pela fábrica francesa. As primeiras imagens coloridas realizadas nesse período tomadas do interior de sua residência, onde aparecem sua mulher Maria, seu filho Julio, sua nora Claire e seus dois netos, Gilberto e Eduardo. Nesse momento, também refez, a cores, algumas das fotografias de paisagens, edificações e monumentos que se tornaram clássicas em preto e branco, como a Pedra de Itapuca e as vistas do Jardim Botânico. Durante os últimos 10 anos de sua vida, quando fez experiências com fotos coloridas, passou grandes temporadas na Europa: de abril de 1913 a início de 1914, de abril de 1915 a fevereiro de 1920 e de 5 de junho de 1921 a 14 de agosto de 1922 .
Marc Ferrez
Vichy
junho de 1916

Leblon; Avenida Niemeyer
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Leblon; Avenida Niemeyer
Marc Ferrez
Estrada do Vidigal
circa 1921

Vista noturna do Passeio Público
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista noturna do Passeio Público
Marc Ferrez
Passeio Público ; Centro
circa 1917

Ministério da Agricultura
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ministério da Agricultura
Marc Ferrez
Avenida Pasteur ; Urca
circa 1922