Nem todos os documentos, obras e objetos estão disponíveis para licenciamento ou empréstimo.

Visualizar por
Cais da Alfândega de Porto Alegre
Arquivo/Coleção: Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB)
P015_BR_RJIHGB_125IG_0060.jpg
Cais da Alfândega de Porto Alegre
Autoria não identificada
Porto Alegre
1872

Cais da Alfândega de Porto Alegre
Arquivo/Coleção: Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB)
P015_BR_RJIHGB_125IG_0059.jpg
Cais da Alfândega de Porto Alegre
Autoria não identificada
Porto Alegre
1872

Praia de Botafogo e Pão de Açúcar ao fundo
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0128.jpg
Praia de Botafogo e Pão de Açúcar ao fundo
Bairro tradicional do Rio desde o século XIX, Botafogo cresceu muito depois de1880, estimulado pela inauguração dos bondes e abertura de novas ruas. A Praia de Botafogo foi primeiro chamada pelos franceses de "Le Lac" - o Lago. Os portugueses deram o nome de Francisco Velho, um dos companheiros de Estácio de Sá no Morro Cara de Cão, que se estabeleceu na praia e começou ali uma lavoura. Por volta de 1641 passou a chamar-se Praia de Botafogo por causa de João de Souza Botafogo, que ali manteve residência depois que chegou ao Brasil fugindo de perseguições políticas em Portugal. João Botafogo ajudou os portugueses nas lutas contra os franceses e, pelos seus serviços, passou a proprietário de terras que iam do litoral até a Quinta da Olaria de São Clemente. Até o século XVIII o bairro era praticamente inabitado, e eram dois os caminhos que levavam à Praia: o Caminho Velho, atual Rua Senador Vergueiro, e o Caminho Novo, atual Rua Marquês de Abrantes. Uma das primeiras a possuir uma casa em Botafogo, longe da agitação da corte, foi D. Carlota Joaquina; quando morreu, sua propriedade foi herdade pelo filho D. Pedro I, que a vendeu para o Marquês de Abrantes, dando nome à rua.
Autoria não identificada
Botafogo
circa 1870

Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0099.jpg
Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Quando D. João VI chegou ao Rio de Janeiro, mandou fundar uma fábrica de pólvora na várzea que circundava a lagoa hoje conhecida como Rodrigo de Freitas. Ao seu lado, mandou instituir um "jardim para plantas exóticas" que continha principalmente especiarias. Somente no reinado de D. Pedro I que o jardim tomou ares de Jardim Botânico, sob os cuidados de Frei Leandro do Sacramento, quando a fábrica incendiou-se e não foi mais reerguida.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1875

Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0098.jpg
Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Quando D. João VI chegou ao Rio de Janeiro, mandou fundar uma fábrica de pólvora na várzea que circundava a lagoa hoje conhecida como Rodrigo de Freitas. Ao seu lado, mandou instituir um "jardim para plantas exóticas" que continha principalmente especiarias. Somente no reinado de D. Pedro I que o jardim tomou ares de Jardim Botânico, sob os cuidados de Frei Leandro do Sacramento, quando a fábrica incendiou-se e não foi mais reerguida.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1875

Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0097.jpg
Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Quando D. João VI chegou ao Rio de Janeiro, mandou fundar uma fábrica de pólvora na várzea que circundava a lagoa hoje conhecida como Rodrigo de Freitas. Ao seu lado, mandou instituir um "jardim para plantas exóticas" que continha principalmente especiarias. Somente no reinado de D. Pedro I que o jardim tomou ares de Jardim Botânico, sob os cuidados de Frei Leandro do Sacramento, quando a fábrica incendiou-se e não foi mais reerguida.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1875

Árvore-do-viajante
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0093.jpg
Árvore-do-viajante
Proveniente de Madagascar, a ravenala madagascariense, mas conhecida como Árvore-do-viajante é erroneamente confundida como uma palmeira. Na realidade tratasse de uma herbácea de tronco alto, igual as bananeiras.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1875

Bresilien
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0092.jpg
Bresilien
A Ravenala Madagascariense, mas conhecida como Árvore-do-viajante é erroneamente confundida como uma palmeira. Na realidade tratasse de uma herbácea de tronco alto, igual as bananeiras.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
1875

Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0091.jpg
Rio de Janeiro
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1875