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Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0022.jpg
Avenida Rio Branco
A abertura de uma avenida que cortasse o centro da cidade de ponta a ponta estava prevista quando começou-se as obras no porto do Rio de Janeiro, no início do século XX. Foi então rasgado um caminho, em linha reta, que ia da Praia da Ajuda à Prainha, e a maioria das ruas do entorno foi arrasada, além de desapropriados inúmeros imóveis. A primeira casa derrubada foi em março de1904 e já em setembro o prefeito Pereira Passos, o engenheiro Paulo de Frontin (nomeado chefe das obras), Rodrigues Alves e Lauro Müller podiam percorrer a avenida de 1.996 metros de comprimento e 33 metros de largura. Com pavimentação artística de mestre calceteiros cedidos pela Câmara de Lisboa e ornamentada com paus-brasil e jambeiros, a Avenida Central foi inaugurada em 1905. Em 12 de fevereiro de 1912 foi renomeada avenida Rio Branco, em homenagem ao chanceler barão do Rio Branco, que havia morrido dois dias antes.
Autoria não identificada
Centro
circa 1915

Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0021.jpg
Avenida Rio Branco
A abertura de uma avenida que cortasse o centro da cidade de ponta a ponta estava prevista quando começou-se as obras no porto do Rio de Janeiro, no início do século XX. Foi então rasgado um caminho, em linha reta, que ia da Praia da Ajuda à Prainha, e a maioria das ruas do entorno foi arrasada, além de desapropriados inúmeros imóveis. A primeira casa derrubada foi em março de1904 e já em setembro o prefeito Pereira Passos, o engenheiro Paulo de Frontin (nomeado chefe das obras), Rodrigues Alves e Lauro Müller podiam percorrer a avenida de 1.996 metros de comprimento e 33 metros de largura. Com pavimentação artística de mestre calceteiros cedidos pela Câmara de Lisboa e ornamentada com paus-brasil e jambeiros, a Avenida Central foi inaugurada em 1905. Em 12 de fevereiro de 1912 foi renomeada avenida Rio Branco, em homenagem ao chanceler barão do Rio Branco, que havia morrido dois dias antes.
Autoria não identificada
Centro
circa 1915

Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0020.jpg
Avenida Rio Branco
A abertura de uma avenida que cortasse o centro da cidade de ponta a ponta estava prevista quando começou-se as obras no porto do Rio de Janeiro, no início do século XX. Foi então rasgado um caminho, em linha reta, que ia da Praia da Ajuda à Prainha, e a maioria das ruas do entorno foi arrasada, além de desapropriados inúmeros imóveis. A primeira casa derrubada foi em março de1904 e já em setembro o prefeito Pereira Passos, o engenheiro Paulo de Frontin (nomeado chefe das obras), Rodrigues Alves e Lauro Müller podiam percorrer a avenida de 1.996 metros de comprimento e 33 metros de largura. Com pavimentação artística de mestre calceteiros cedidos pela Câmara de Lisboa e ornamentada com paus-brasil e jambeiros, a Avenida Central foi inaugurada em 1905. Em 12 de fevereiro de 1912 foi renomeada avenida Rio Branco, em homenagem ao chanceler barão do Rio Branco, que havia morrido dois dias antes.
Autoria não identificada
Centro
circa 1915

Praça XV de Novembro vista do alto da torre da igreja do Carmo
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Praça XV de Novembro vista do alto da torre da igreja do Carmo
O largo inicialmente abrigou uma capela dedicada a Nossa Senhora do Ó, no século XVI. Mais tarde, os frades Carmelitas instalaram no local o seu convento. Ali se instalaram, desde o século XVII, a Câmara e a Cadeia Pública e a Fazenda Real, além dos Armazéns Reais e a Casa da Moeda. No século XVIII, o logradouro ganhou importância sobretudo administrativa, até porque o Rio de Janeiro havia se tornado capital da Colônia. Na segunda metade do século XVIII foram realizadas obras importantes, como a transformação dos Armazéns Reais em sede do governo do Vice-Reinado, a construção da Igreja da Ordem Terceira do Carmo e a instalação do monumental chafariz de Mestre Valentim no largo. No Império, o largo foi chamado de D. Pedro II, e na passagem da República, o nome foi modificado para praça XV de Novembro, data da proclamação republicana. Em 1902, foi construído o Cais Pharoux que substituiu o antigo, colonial, do século XVIII.
Autoria não identificada
Centro
circa 1915

Morreu, hoje, Mario Pinheiro
Arquivo/Coleção: Chiquinha Gonzaga
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Morreu, hoje, Mario Pinheiro
Recorte de jornal, noticiando a morte do cantor lírico Mario Pinheiro. Poema manuscrito "Lydia", de autoria não identificada. Trecho de texto manuscrito, de Machado Correia. Os três itens estão aderidos a um mesmo suporte (folha de papel).
Autoria não identificada
10 de janeiro de 1923

Orquestra Chiquinha Gonzaga (verso)
Arquivo/Coleção: Chiquinha Gonzaga
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Orquestra Chiquinha Gonzaga (verso)
Orquestra sinfônica que executou composições da maestrina Chiquinha Gonzaga numa irradiação da Rádio Sociedade do Brasil.
Autoria não identificada
Sede da SBAT, antiga sede Teatro São Pedro
circa 1931

Orquestra Chiquinha Gonzaga
Arquivo/Coleção: Chiquinha Gonzaga
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Orquestra Chiquinha Gonzaga
Orquestra sinfônica que executou composições da maestrina Chiquinha Gonzaga numa irradiação da Rádio Sociedade do Brasil.
Autoria não identificada
Sede da SBAT, antiga sede Teatro São Pedro
circa 1931

O teatro regional brasileiro em Portugal
Arquivo/Coleção: Chiquinha Gonzaga
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O teatro regional brasileiro em Portugal
Autoria não identificada
13 de junho de 1925

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Arquivo/Coleção: Chiquinha Gonzaga
CG_57_107_002.jpg
Revista
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
22 de outubro de 1925