Visualizar por
Tambor de Mina
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010MATC18491.jpg
Tambor de Mina
D. Isabel Mineira dançando em seu terreiro. O Tambor de Mina é uma manifestação religiosa trazida pelos negros de origem jejê e nagô, considerado o equivalente maranhense ao candomblé da Bahia. Os cultos acontecem em terreiros onde os iniciados, aos som de instrumentos como tambores, triângulos e agogôs, invocam e incorporam entidades espirituais.
Marcel Gautherot
Terreiro de Dona Isabel Mineira
circa 1958

Tambor de Mina
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010MATC18490.jpg
Tambor de Mina
D. Isabel Mineira dançando em seu terreiro. O Tambor de Mina é uma manifestação religiosa trazida pelos negros de origem jejê e nagô, considerado o equivalente maranhense ao candomblé da Bahia. Os cultos acontecem em terreiros onde os iniciados, aos som de instrumentos como tambores, triângulos e agogôs, invocam e incorporam entidades espirituais.
Marcel Gautherot
Terreiro de Dona Isabel Mineira
circa 1958

Tambor de Mina
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010MATC18489.jpg
Tambor de Mina
O Tambor de Mina é uma manifestação religiosa trazida pelos negros de origem jejê e nagô, considerado o equivalente maranhense ao candomblé da Bahia. Os cultos acontecem em terreiros onde os iniciados, aos som de instrumentos como tambores, triângulos e agogôs, invocam e incorporam entidades espirituais.
Marcel Gautherot
Terreiro de Dona Isabel Mineira
circa 1958

Tambor de Mina
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010MATC18488.jpg
Tambor de Mina
O Tambor de Mina é uma manifestação religiosa trazida pelos negros de origem jejê e nagô, considerado o equivalente maranhense ao candomblé da Bahia. Os cultos acontecem em terreiros onde os iniciados, aos som de instrumentos como tambores, triângulos e agogôs, invocam e incorporam entidades espirituais.
Marcel Gautherot
Terreiro de Dona Isabel Mineira
circa 1958

Tambor de Mina
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010MATC18487.jpg
Tambor de Mina
O Tambor de Mina é uma manifestação religiosa trazida pelos negros de origem jejê e nagô, considerado o equivalente maranhense ao candomblé da Bahia. Os cultos acontecem em terreiros onde os iniciados, aos som de instrumentos como tambores, triângulos e agogôs, invocam e incorporam entidades espirituais.
Marcel Gautherot
Terreiro de Dona Isabel Mineira
circa 1958

Tambor de Mina
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010MATC18486.jpg
Tambor de Mina
O Tambor de Mina é uma manifestação religiosa trazida pelos negros de origem jejê e nagô, considerado o equivalente maranhense ao candomblé da Bahia. Os cultos acontecem em terreiros onde os iniciados, aos som de instrumentos como tambores, triângulos e agogôs, invocam e incorporam entidades espirituais.
Marcel Gautherot
Terreiro de Dona Isabel Mineira
circa 1958

Tambor de Mina
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010MATC18485.jpg
Tambor de Mina
O Tambor de Mina é uma manifestação religiosa trazida pelos negros de origem jejê e nagô, considerado o equivalente maranhense ao candomblé da Bahia. Os cultos acontecem em terreiros onde os iniciados, aos som de instrumentos como tambores, triângulos e agogôs, invocam e incorporam entidades espirituais.
Marcel Gautherot
Terreiro de Dona Isabel Mineira
circa 1958

Tambor de Mina
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010MATC18484.jpg
Tambor de Mina
O Tambor de Mina é uma manifestação religiosa trazida pelos negros de origem jejê e nagô, considerado o equivalente maranhense ao candomblé da Bahia. Os cultos acontecem em terreiros onde os iniciados, aos som de instrumentos como tambores, triângulos e agogôs, invocam e incorporam entidades espirituais.
Marcel Gautherot
Terreiro de Dona Isabel Mineira
circa 1958

Tambor de Mina
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010MATC18483.jpg
Tambor de Mina
O Tambor de Mina é uma manifestação religiosa trazida pelos negros de origem jejê e nagô, considerado o equivalente maranhense ao candomblé da Bahia. Os cultos acontecem em terreiros onde os iniciados, aos som de instrumentos como tambores, triângulos e agogôs, invocam e incorporam entidades espirituais.
Marcel Gautherot
Terreiro de Dona Isabel Mineira
circa 1958