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Hélio Oiticica
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Hélio Oiticica
Considerado um dos artistas plásticos brasileiros mais criativos, Hélio Oiticica nasceu no Rio de Janeiro em 26 de julho de 1937 e faleceu na mesma cidade em 1980. Em 1948 mudou-se com a família para Nova York, permanecendo até 1950, e para onde voltou em 1970. Em 1954 começou a estudar pintura com Ivan Serpa, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Iniciou sua trajetória artística ligado às experiências concretas e neo-concretas, e logo rompeu com o conceito tradicional de quadro, elaborando placas de madeira que recebiam várias camadas de tintas e eram dispostas na parede aleatoriamente. Defendia que a arte devia estar integrada à experiência cotidiana e que o espectador deveria participar da obra. Os "Parangolés", criados em 1964, são considerados a síntese de seu trabalho; são capas, estandartes ou bandeiras coloridas de algodão ou náilon com poemas em tinta sobre o tecido a serem vestidas ou carregadas pelo espectador, que passa a perceber seu corpo transformado em dança. Ou seja, as obras só viram obras de fato quando são manuseadas por alguém. Participou ainda de alguns trabalhos no cinema, como ator e como idealizador de filmes.
Madalena Schwartz
Brasil
1977

Antonio Cândido
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Antonio Cândido
O escritor e ensaísta Antonio Candido de Mello e Souza nasceu no Rio de Janeiro em 24 de julho de 1918, e ainda pequeno foi para Minas Gerais, de onde é sua família. Considerado um dos principais críticos de literatura e cultura brasileira do século XX, foi professor na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, na Faculdade de Ciências e Letras de Assis, da Universidade Estadual Paulista, e no Instituto de Estudos da Linguagem, da Universidade Estadual de Campinas. Atuante também em movimentos e partidos políticos, lutou contra o Estado Novo na década de 1940 e em 1980 foi um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores.
Madalena Schwartz
Brasil
1982

Manabu Mabe
Archive/Collection: Madalena Schwartz
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Manabu Mabe
O pintor Manabu Mabe nasceu na Província de Kumamoto, atualmente cidade de Shiranui, Japão, em 14 de setembro de 1924. Era o mais velho de sete irmãos. Veio para o Brasil em 1934, estabelecendo-se com a família em Birigui, interior de São Paulo, e lá trabalhavam na lavoura de café. Embora gostasse de desenhar desde criança, somente em 1942 começou a traçar sua carreira artística. Depois de algum tempo fazendo estudos em papéis com lápis, crayons e aquarelas, em 1945 Mabe começa a utilizar a tinta à óleo. Na década de 1950 começa a participar de salões de arte no eixo Rio-São Paulo, e sua obra caracteriza-se pela abstração neo-cubista, fortemente influenciado por Pablo Picasso. 1959 é considerado o ano Mabe, segundo a revista norte-americana Time, já que o artista ganha o prêmio de "Melhor Pintor Nacional" no Brasil e o "Prêmio Braun para Melhor Pintor" dez dias depois, na I Bienal de Jovens de Paris. Nas décadas seguintes, Mabe vai se consolidando como um dos mais talentosos pintores brasileiros, expondo seu trabalho no exterior sempre com bastante sucesso e fiel ao abstracionismo. Manabu Mabe faleceu em São Paulo em 1997.
Madalena Schwartz
Brasil
circa 1975

Dzi Croquettes - Cláudio Gaya
Archive/Collection: Madalena Schwartz
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Dzi Croquettes - Cláudio Gaya
Os Dzi Croquettes foram um grupo performático brasileiro criado pelo coreógrafo norte-americano Lennie Dale, composto pelo autor Wagner Ribeiro de Souza e pelos bailarinos Ciro Barcelos, Cláudio Gaya, Reginaldo de Poli, Rogério de Poli, Cláudio Tovar, Paulo Bacellar, Carlinhos Machado, Benedictus Lacerda, Eloy Simões e Bayard Tonelli. Inspiravam-se no grupo norte-americano "The Coquettes" e no circuito gay off-Broadway, e seus shows irreverentes contestavam a conjuntura política da época. O primeiro espetáculo, montado em 1972, chamava-se "Gente Computada Igual a Você", uma comédia de costumes debochada que fez grande sucesso em São Paulo. Por meio de dublagem, dança, canto e depoimentos pessoais dos integrantes, criticava sutilmente a realidade brasileira, a repressão sexual, a censura imposta pelo AI-5 e a ditadura militar. Pela ousadia do show foram execrados pelo Serviço Nacional de Teatro, um dos braços da ditadura, que se recusava a patrocinar a trupe. Fizeram sucesso não só no Brasil mas também na Europa, movimentando as noites de Paris e Ibiza e participando do filme "Le Chat et la Souris", de Claude Lelouch, em Londres. Em 1976 um grupo de atrizes se juntou aos integrantes originais e pouco tempo depois os atores se separaram.
Madalena Schwartz
São Paulo
circa 1974

Susy Wong
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Susy Wong
O universo dos travestis, transformistas e do teatro fascinava Madalena de tal maneira que foi muito bem retratado pela artista, em especial no período em que o grupo performático Dzi Croquettes estava no auge da carreira. Em definição de seu filho, Schwartz possuía uma "irresistível atração por aquilo que a arte representava de alternativa ao mundo cotidiano e pela possibilidade de explorá-lo a partir de uma nova perspectiva", o que marca a empatia com mundos aparentemente tão distantes do seu. As imagens de travestis e transformistas foram expostas pela primeira vez no Masp, em 1975, e foi tão bem recebida pelo grupo de retratados que a mais tradicional boate gay de São Paulo a homenageou com um jantar e espetáculo a portas fechadas.
Madalena Schwartz
São Paulo
circa 1976

Ney Matogrosso
Archive/Collection: Madalena Schwartz
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Ney Matogrosso
Nascido Ney de Souza Pereira em 1º de agosto de 1941 em Bela Vista, Mato Grosso do Sul, o cantor figura entre os mais talentosos artistas do Brasil. Filho de militar, mudava-se constantemente na infância, acompanhando a família. Aos 17 anos ingressou na Aeronáutica e tempos depois foi trabalhar no laboratório de anatomia patológica do Hospital de Base de Brasília. Depois de participar de um festival universitário e atuar num programa de televisão, decidiu dedicar-se ao teatro e foi para o Rio de Janeiro em 1970, em busca de seu sonho. Adotando um estilo de vida hippie, desdobrava-se entre Rio, São Paulo e Mato Grosso até conhecer o jornalista João Ricardo, através de uma amiga em comum, que procurava um cantor de voz aguda para um conjunto musical. Começava aí o Secos e Molhados, que, além de Ney e João Ricardo, era composto também por Gerson Conrad. O grupo logo alcançou enorme sucesso em pouquíssimo tempo. No entanto, Ney saiu do grupo em agosto de 1974 e em março de 1975 estreava seu show solo no Rio de Janeiro, no Teatro do Hotel Nacional. Era o começo de uma sólida e bem sucedida carreira na música popular brasileira.
Madalena Schwartz
São Paulo
1974

Tony
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Tony
O universo dos travestis, transformistas e do teatro fascinava Madalena de tal maneira que foi muito bem retratado pela artista, em especial no período em que o grupo performático Dzi Croquettes estava no auge da carreira. Em definição de seu filho, Schwartz possuía uma "irresistível atração por aquilo que a arte representava de alternativa ao mundo cotidiano e pela possibilidade de explorá-lo a partir de uma nova perspectiva", o que marca a empatia com mundos aparentemente tão distantes do seu. As imagens de travestis e transformistas foram expostas pela primeira vez no Masp, em 1975, e foi tão bem recebida pelo grupo de retratados que a mais tradicional boate gay de São Paulo a homenageou com um jantar e espetáculo a portas fechadas.
Madalena Schwartz
São Paulo
1973

Olga de Alaqueto
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Olga de Alaqueto
Olga Francisca Régis, mais conhecida como Olga de Alaketu, era ialorixá (mãe de santo) do terreiro do Alaketu, em Salvador, Bahia. Mãe Olga era filha de Dionísia Francisca Régis, descendente de Otampe Ojaro. Segundo a tradição, o terreiro foi fundado no século XVIII por uma africana originária de Ketu, no Daomé, que veio para o Brasil aos 9 anos. Aqui recebeu o nome de Maria do Rosário, mas seu nome africano era Otampe Ojaro. A roça foi consagrada a Oxossi, orixá do Ketu, e a casa construída no terreno foi dedicada a Oxumaré. Olga faleceu em 20 de setembro de 2005.
Madalena Schwartz
Brasil
circa 1984

Zezé Mota
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Zezé Mota
Cantora e atriz, Maria José Motta nasceu em Campos, Rio de Janeiro, em 27 de junho de 1944, e aos dois anos mudou-se com a família para a capital. Começou a carreira de atriz em 1967, estrelando a peça "Roda Viva", de Chico Buarque, numa montagem dirigida por José Celso Martinez Corrêa. A carreira de cantora teve início em 1971, trabalhando como crooner em boates paulistas. Embora tivesse uma bem sucedida carreira como cantora, chegando a lançar alguns discos ao longo das décadas de 1970 e 80, foi como atriz que Zezé se projetou no cenário nacional. Além do teatro, fez trabalhos para a televisão e para o cinema, com destaque para "Xica da Silva", que a consagrou internacionalmente e lhe rendeu vários prêmios.
Madalena Schwartz
Brasil
1970

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