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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Alécio de Andrade
Killarney
1970

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Alécio de Andrade
Irlanda
1970

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Alécio de Andrade
Parque de Saint-Cloud
1975

Meise
Archive/Collection: Madalena Schwartz
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Meise
O universo dos travestis, transformistas e do teatro fascinava Madalena de tal maneira que foi muito bem retratado pela artista, em especial no período em que o grupo performático Dzi Croquettes estava no auge da carreira. Em definição de seu filho, Schwartz possuía uma "irresistível atração por aquilo que a arte representava de alternativa ao mundo cotidiano e pela possibilidade de explorá-lo a partir de uma nova perspectiva", o que marca a empatia com mundos aparentemente tão distantes do seu. As imagens de travestis e transformistas foram expostas pela primeira vez no Masp, em 1975, e foi tão bem recebida pelo grupo de retratados que a mais tradicional boate gay de São Paulo a homenageou com um jantar e espetáculo a portas fechadas.
Madalena Schwartz
São Paulo
1976

Wesley Duke Lee
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Wesley Duke Lee
Paulistano, o artista plástico Wesley Duke Lee (1931) estudou desenho no Museu de Arte de São Paulo antes de cursar artes gráficas em Nova York. Freqüentador de bienais de arte, participou de dezenas de exposições, com destaque para "Retrospectiva" (Masp, 1992). É autor de uma série de imagens da capital paulista incluídas no livro "Paranóia" (São Paulo: Massao Ono, 1963; 2 ed., São Paulo: Instituto Moreira Salles, 2000), de autoria do poeta Roberto Piva.
Madalena Schwartz
Brasil
1976

Série Transformistas
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Série Transformistas
O universo dos travestis, transformistas e do teatro fascinava Madalena de tal maneira que foi muito bem retratado pela artista, em especial no período em que o grupo performático Dzi Croquettes estava no auge da carreira. Em definição de seu filho, Schwartz possuía uma "irresistível atração por aquilo que a arte representava de alternativa ao mundo cotidiano e pela possibilidade de explorá-lo a partir de uma nova perspectiva", o que marca a empatia com mundos aparentemente tão distantes do seu. As imagens de travestis e transformistas foram expostas pela primeira vez no Masp, em 1975, e foi tão bem recebida pelo grupo de retratados que a mais tradicional boate gay de São Paulo a homenageou com um jantar e espetáculo a portas fechadas.
Madalena Schwartz
São Paulo
circa 1975

Jorge e Lise
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Jorge e Lise
Ao encarar o retratado em profundidade, desvendando sua essência, Madalena criou uma marca inconfundível em sua obra, onde predomina o tom poético. Seu trabalho se destaca quando a fotógrafa abandona o fundo negro do estúdio e focaliza os retratados em seus ambientes naturais de vida ou de trabalho.
Madalena Schwartz
Brasil
1974

Tony
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Tony
O universo dos travestis, transformistas e do teatro fascinava Madalena de tal maneira que foi muito bem retratado pela artista, em especial no período em que o grupo performático Dzi Croquettes estava no auge da carreira. Em definição de seu filho, Schwartz possuía uma "irresistível atração por aquilo que a arte representava de alternativa ao mundo cotidiano e pela possibilidade de explorá-lo a partir de uma nova perspectiva", o que marca a empatia com mundos aparentemente tão distantes do seu. As imagens de travestis e transformistas foram expostas pela primeira vez no Masp, em 1975, e foi tão bem recebida pelo grupo de retratados que a mais tradicional boate gay de São Paulo a homenageou com um jantar e espetáculo a portas fechadas.
Madalena Schwartz
São Paulo
1973

Mercado
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Mercado
Mercado ribeirinho, em Manaus.
Marcel Gautherot
Manaus
circa 1966

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