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Copacabana, Colégio Latino Americano
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Copacabana, Colégio Latino Americano
Rodrigues & C°. Editores e Proprietários
Copacabana
1906

Colégio Militar
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Colégio Militar
Colégio Militar, fundado em 1889 no bairro da Tijuca.
Marc Ferrez
Tijuca ; Rua São Francisco Xavier
circa 1902

Antigo Colégio de Nossa Senhora das Dores
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Antigo Colégio de Nossa Senhora das Dores
O prédio do Colégio de Nossa Senhora das Dores foi erguido entre 1775 e 1800 e ficou conhecido como Casa da Glória porque foi residência de Dona Josefa Maria da Glória. No início do século XIX a casa passou para as mãos da Coroa, para abrigar intendentes de diamantes, e em 1864 passou ao domínio eclesiástico. Logo foi transformada em residência oficial dos bispos de Diamantina, e por volta de 1867 sofreu algumas mudanças para abrigar religiosas da Ordem de São Vicente de Paulo. A casa então tornou-se conhecida como Orfanato e, posteriormente, como Educandário Feminino de Nossa Senhora das Dores. Pouco depois as Irmãs adquiriram o edifício do outro lado da rua e, para ligar as casas, mandaram construir uma passarela, conhecida como Passadiço da Glória ou Passarela de Diamantina. Em 1969 pesquisadores alemães compraram a casa e a transformaram no Instituto Eschwege, incorporado à UFMG em 1979.
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro
1970s

Antigo Colégio de Nossa Senhora das Dores
Archive/Collection: A. C. da Silva Telles
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Antigo Colégio de Nossa Senhora das Dores
O prédio do Colégio de Nossa Senhora das Dores foi erguido entre 1775 e 1800 e ficou conhecido como Casa da Glória porque foi residência de Dona Josefa Maria da Glória. No início do século XIX a casa passou para as mãos da Coroa, para abrigar intendentes de diamantes, e em 1864 passou ao domínio eclesiástico. Logo foi transformada em residência oficial dos bispos de Diamantina, e por volta de 1867 sofreu algumas mudanças para abrigar religiosas da Ordem de São Vicente de Paulo. A casa então tornou-se conhecida como Orfanato e, posteriormente, como Educandário Feminino de Nossa Senhora das Dores. Pouco depois as Irmãs adquiriram o edifício do outro lado da rua e, para ligar as casas, mandaram construir uma passarela, conhecida como Passadiço da Glória ou Passarela de Diamantina. Em 1969 pesquisadores alemães compraram a casa e a transformaram no Instituto Eschwege, incorporado à UFMG em 1979.
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro
1970s

Antigo Colégio de Nossa Senhora das Dores
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMG004-035.jpg
Antigo Colégio de Nossa Senhora das Dores
O prédio do Colégio de Nossa Senhora das Dores foi erguido entre 1775 e 1800 e ficou conhecido como Casa da Glória porque foi residência de Dona Josefa Maria da Glória. No início do século XIX a casa passou para as mãos da Coroa, para abrigar intendentes de diamantes, e em 1864 passou ao domínio eclesiástico. Logo foi transformada em residência oficial dos bispos de Diamantina, e por volta de 1867 sofreu algumas mudanças para abrigar religiosas da Ordem de São Vicente de Paulo. A casa então tornou-se conhecida como Orfanato e, posteriormente, como Educandário Feminino de Nossa Senhora das Dores. Pouco depois as Irmãs adquiriram o edifício do outro lado da rua e, para ligar as casas, mandaram construir uma passarela, conhecida como Passadiço da Glória ou Passarela de Diamantina. Em 1969 pesquisadores alemães compraram a casa e a transformaram no Instituto Eschwege, incorporado à UFMG em 1979.
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro
1970s

Antigo Colégio de Nossa Senhora das Dores - claustro
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Antigo Colégio de Nossa Senhora das Dores - claustro
O prédio do Colégio de Nossa Senhora das Dores foi erguido entre 1775 e 1800 e ficou conhecido como Casa da Glória porque foi residência de Dona Josefa Maria da Glória. No início do século XIX a casa passou para as mãos da Coroa, para abrigar intendentes de diamantes, e em 1864 passou ao domínio eclesiástico. Logo foi transformada em residência oficial dos bispos de Diamantina, e por volta de 1867 sofreu algumas mudanças para abrigar religiosas da Ordem de São Vicente de Paulo. A casa então tornou-se conhecida como Orfanato e, posteriormente, como Educandário Feminino de Nossa Senhora das Dores. Pouco depois as Irmãs adquiriram o edifício do outro lado da rua e, para ligar as casas, mandaram construir uma passarela, conhecida como Passadiço da Glória ou Passarela de Diamantina. Em 1969 pesquisadores alemães compraram a casa e a transformaram no Instituto Eschwege, incorporado à UFMG em 1979.
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro
1970s

Colégio Santa Isabel
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Colégio Santa Isabel
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua do Imperador ; Centro
1970s

Colégio Santa Isabel (à esquerda) e sobrados
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Colégio Santa Isabel (à esquerda) e sobrados
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua do Imperador ; Centro
1970s

Colégio Santa Isabel
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Colégio Santa Isabel
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua do Imperador ; Centro
1970s

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