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Estátua equestre de General Osório
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Estátua equestre de General Osório
A estátua eqüestre do General Osorio, um dos heróis da Guerra do Paraguai, foi feita por Rodolfo Bernardelli e inaugurada em 1894. Localizada na Praça XV, no centro da cidade, é composta também por relevos laterais que contêm cenas de batalha. Na estátua repousavam os restos mortais de Osorio até seu traslado, em 1993, para o Rio Grande do Sul, sua terra natal.
Torres
Largo do Paço ; Praça XV de Novembro ; Centro
circa 1900

Escola Politécnica
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Escola Politécnica
Localizada no Largo de São Francisco de Paula, o prédio foi o primeiro no Brasil erguido especialmente para abrigar uma escola de ensino superior. Foi sede da Escola Politécnica, antiga Escola Central. As origens da Escola confundem-se com as da Academia Real Militar, depois Escola Militar, transferida em 1812 da Casa do Trem para o prédio do Largo de São Francisco. Em 1874, a totalidade do ensino militar passara para a escola da Praia Vermelha, e a antiga Escola Central passou a ser formada somente por civis, e ganhou o nome de Politécnica. Seu primeiro diretor foi o Visconde do Rio Branco. Atualmente é sede do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ.
Torres
Largo de São Francisco ; Centro
circa 1890

Praça XV de Novembro
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Praça XV de Novembro
Chafariz do Palácio Monroe, ao centro; chafariz do Mestre Valentim, à esquerda; e, à direita, Mercado da Praia do Peixe.
Torres
Centro
circa 1905

Praça XV de Novembro
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praça XV de Novembro
Edifício do Ministério da Agricultura, à esquerda; ao centro, o coreto da Praça XV de Novembro e bondes puxados à tração animal.
Torres
Centro
circa 1905

Praça XV de Novembro
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praça XV de Novembro
Ao fundo, Estação das Barcas e Cais Pharoux.
Torres
Centro
circa 1905

Docas do Mercado da Praia do Peixe
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Docas do Mercado da Praia do Peixe
A Praia do Peixe, que ia originalmente do bairro da Misericórdia até o Arsenal, era o endereço do mercado municipal; primeiro ao relento e depois abrigado numa ampla casa desenhada por Grandjean de Montigny. Sua construção teve início em 1825 e ficou pronta em 1841. Quando o prefeito Pereira Passos iniciou as obras de modernização da cidade, o mercado (que já havia sido em parte destruído por um incêndio, em 1904) foi demolido (1911) e em seu lugar foi erguido um prédio metálico, construído na Inglaterra e na Bélgica, projetado por Alfredo Azevedo Marques. Cinco torres metálicas delimitavam seu espaço. Hoje, apenas uma, na qual funciona o restaurante Albamar está de pé. Ao lado do mercado havia ainda um cais para a atracação dos barcos peixeiros, construído pelo engenheiro Borja Castro.
Torres
Centro
circa 1885

Praia de Santa Luzia; à direita, o Passeio Público
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia de Santa Luzia; à direita, o Passeio Público
Até 1905, a praia de Santa Luzia era uma opção de lazer para a população carioca, que a usava para banhos de mar. Naquele ano, o prefeito Pereira Passos mandou construir no local garagens para os barcos dos clubes de remo. Foi o início da descaracterização da praia. Em 1922, com a derrubada do Morro do Castelo, foi construída a Esplanada do Castelo, mas ainda era possível nadar na praia de Santa Luzia, mesmo com a diminuição da faixa de areia. Na década de 1930, a ampliação do aterro para a construção do Aeroporto Santos Dumont eliminou o que restava da praia e da Ponta do Calabouço.
Torres
Praia de Santa Luzia, atual avenida Augusto Severo ; Centro
circa 1910

Demolição do mercado da Glória; ao fundo, o Outeiro da Glória
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Demolição do mercado da Glória; ao fundo, o Outeiro da Glória
A Glória surgiu por mando do vice-rei Marquês do Lavradio para preparar feiras livres de impostos e normalizar, assim, o abastecimento das capitanias do Rio e de Minas no século XVIII. Em 1857 o bairro foi totalmente remodelado pelo Vereador Haddock Lobo, que levantou novo mercado, a fim de dar melhor aparência ao logradouro. O Mercado da Glória, construído em 1858, no entanto, foi demolido durante as reformas urbanas entre 1903 e 1906. O mercado veio a se transformar em um cortiço, demolido pelo prefeito Pereira Passos, e substituído por uma praça (no atual Largo da Glória).
Torres
Glória
1904

Murada da Glória; ao centro, o relógio da Glória
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Murada da Glória; ao centro, o relógio da Glória
Localizado na rua da Glória, em frente à Cândido Mendes, o relógio foi instalado na gestão do prefeito Pereira Passos, em uma ação de embelezamento do bairro. Pereira Passos mandou retirar a balaustrada de bronze que circulava a Praça Tiradentes, no Centro do Rio, e transferi-la para a Avenida Augusto Severo. O Relógio teve a finalidade de arrematar o conjunto. A inauguração se deu no dia 15 de abril de 1905. À época, foi a Companhia de Ferro Carril do Jardim Botânico (também responsável pelos bondes da cidade) quem fez a iluminação do Monumento, que é formado por uma coluna de 7,5 metros de altura. A máquina do Relógio foi instalada pelo relojoeiro alemão Frederich Krussman. O material utilizado na construção da peça é francês.
Torres
Glória
circa 1910