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S. João d’El Rei
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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S. João d’El Rei
Pereira
MG
1801 - 1900

Gapimpo de ouro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Gapimpo de ouro
Marc Ferrez
MG
circa 1880

Sabará
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Sabará
Marc Ferrez
Sabará
circa 1880

Sabará;Sabará
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Sabará
Historiadores estimam que os primeiros exploradores tenham chegado à região de Sabará por volta de 1550. A primeira expedição de bandeirantes paulistas que por lá passou foi a organizada por Fernão Dias, que havia partido em 1674 e tinha como objetivo alcançar Sabarabuçu, uma mítica montanha de ouro. Dias morreu em 1681 e foi seu genro, Borba Gato, quem continuou a expedição (que contava com a orientação dos índios) e teve importante papel na história da cidade. Inicialmente os bandeirantes não acharam ouro, mas criaram pousos e desbravaram grande parte do território de Minas, já numa preparação para as grandes levas de trabalhadores atraídos pelo metal descoberto poucos anos depois. Há indícios de que antes mesmo de Borba Gato teria chegado nas proximidades de Sabará (na margem do rio das Velhas) o capitão Matias de Albuquerque, líder de uma das equipes de bandeirantes, cuja missão era abrir caminho para os outros exploradores. A fértil encosta descoberta foi batizada de Roça Grande, depois transformado em arraial de Santo Antônio do Bom Retiro da Roça Grande, lugar de pouso obrigatório para os viajantes. Barra de Sabará, arraial próximo à Roça Grande, era um importante e movimentado centro de comércio de gado, escravos e mantimentos, entre outros, e era o mais populoso de Minas. Tamanha prosperidade permitiu que Barra de Sabará fosse elevado a Vila Real em 1711, englobando inclusive arraiáis vizinhos. Foi o mais importante centro comercial da região das Minas durante o século XVIII e boa parte do XIX.
Marc Ferrez
Sabará
circa 1880

Igreja do Senhor Bom Jesus de Matosinhos e as capelas dos Passos da Paixão de Cristo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja do Senhor Bom Jesus de Matosinhos e as capelas dos Passos da Paixão de Cristo
A cidade de Congonhas do Campo, no interior de Minas Gerais, abriga um dos mais impressionantes conjuntos de arte barroca no Brasil, com 66 imagens em cedro dos passos da Paixão de Cristo e os 12 Profetas feitos em pedra-sabão, todos obra do escultor Aleijadinho. As 66 imagens, produzidas entre cerca de 1796 e 1799, foram dispostas nas 6 capelas dos Passos da Paixão de Cristo: Ceia, Horto, Prisão, Flagelação/Coroação de Espinhos, Cruz-às-Costas e Crucificação. Estão localizadas na ladeira que dá de frente para a igreja. O Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos, que abriga a igreja homônima, foi inspirado no Santuário do Bom Jesus do Monte, em Braga, Portugal, local de origem do fundador do santuário de Congonhas. Sua construção teve início por volta de 1757 e terminou cerca de 1790.
Marc Ferrez
Santuário de Congonhas do Campo
circa 1880