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Vinícius de Moraes e atores da peça "Orfeu da Conceição"
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Vinícius de Moraes e atores da peça "Orfeu da Conceição"
Orfeu da Conceição é uma peça de teatro musical que tem como cenário as favelas cariocas. Escrita por Vinícius de Moraes em 1954, a obra é uma adaptação do mito grego de Orfeu. Toda a trilha sonora foi realizada por Antônio Carlos Jobim, marcando assim o início da parceria entre os dois. A cenografia foi idealizada por Oscar Niemeyer. Ao centro da imagem, Haroldo Costa.
José Medeiros
Teatro Municipal do Rio de Janeiro
1956

Haroldo Costa à frente do elenco de "Orfeu da Conceição"
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Haroldo Costa à frente do elenco de "Orfeu da Conceição"
O ator Haroldo Costa iniciou sua carreia no Teatro Experimental do Negro, onde atuou na peça "O Filho Pródigo", com direção de Lúcio Cardoso. Fundou a companhia de dança Brasiliana, onde era diretor artístico e bailarino. Depois de viajar com a companhia durante 5 anos ao redor do mundo, Haroldo voltou ao Brasil e foi convidado por Vinicius de Moraes para trabalhar na peça "Orfeu da Conceição", assumindo o papel principal. A peça é um marco na dramaturgia brasileira. Escrita por Vinicius de Moraes e musicada por Tom Jobim, teve seu cenário produzido por Oscar Niemeyer. Estreou em 1956, e já em 1959 um diretor francês, Marcel Camus, filmou "Orfeu Negro", baseado na peça do poetinha, ganhando o Oscar de melhor filme estrangeiro e a Palma de Ouro no Festival de Cannes do mesmo ano.
José Medeiros
Teatro Municipal, Cinelândia
1956

Cantando na chuva (Singing in the rain);Saudade póstuma;Um anjo mudou de endereço;Onde reina a calmaria;Um crítico lúcido e honesto;Fifi, o sanguinário;Não vale o escrito;Cartas ao presidente;Lá e cá más fadas há;Sete vezes sete;Conversa com um varão da República;É mais difícil criar os filhos hoje?;Pesa um cansaço geral;Lembrai-vos de 46;Nota internacional;Censo mostra um Brasil urbano que avança na direção do Norte;Subprodutos do amor;Conversinha quase semântica;Táxi de noite (Taxi di notte);Criança ontem e hoje;Uma rua chamada pecado (A streetcar named desire);O santo e seu cavalo;Em seguida, o pior;Os livros nossos inimigos;Geração sem rebeldia;Livrarias e nostalgia;Guernica, meu amor;Quem não tem pena dos poetas hoje;O Brasil não é o Brasil;Cineminha de segunda-feira;Temores e tremores;Da arte de se exibir;Vacina constitucional;Exercício;Os outros não existem;Vamos adiar o futuro;O tema da poesia cristã;Uma casa no Rio de Janeiro;Os quatro mineiros;Na curva do tempo;O crime de não perdoar;Nada justifica a suspensão do sagrado direito de defesa;Sai dessa Brasil;O dinheiro ou a nova pátria de Mamma Lucia;O namorado da professora;Vantagens e desvantagens de ser sueca;O voo cego do livro;Estamos todos presos;Hora da metanoia;Cabeça quente;Camundongos telespectadores e um coelho revolucionário;Casebre, casa, casaréu: Minas Gerais;Cidade atômica;Clube do poder;Com raiva e amor: Henriquinho;Como abraçar o jornalismo;Constituição dos espíritos;Da mortalidade dos jornais;De como o prof. Jubileu de Almeida salvará a república;Discurso de Otto;Do morro à imortalidade;Em livro, a festa tribal do modernismo;Entramos no jogo;Escarmento;Exercício semi-lírico;Franklin;Fugindo da crise;Hino à vida;In cassum frustraque;Introdução a Mário de Andrade;Louvação e cobrança;Não há vaga;No aniversário da morte de Mário de Andrade;O botão e a urna;O esgrimista solitário;O fio das lamentações;O homem de Santa Comba Dão;O horizonte da Constituinte;O jogo da vida;O menino e o conselheiro;O meu velho Senado;O obus e as cambaxirras;O pai;O patinho feio;O realejo e o elefante;O sol impiedoso da oposição;Os caminhos do coração;Os charutos e a calamidade;Os grilos não cantam mais II;Os selvagens também sonham;Osório Borba e um parêntese infeliz;Palíndromo: ida e volta;Paris: ida e volta;Poemas da praça e do crepúsculo;Poesia se explica;Pombas e falcões;Por que, meu Deus, por quê?;Porque as gordas salvarão o mundo;Povo, pacote e pacotilha;Quando comunicamos em;Quatro;Quem é que leu?;Rumor do Brasil;Sem lei, nem rei;Título não identificado;Todos os burros são iguais;Uma aventura na África (The african queen);Uma festa brasileira;Vem aí o cometa;Verde é verba;Vilegiatura;Viva a metáfora;Voto de letra
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Os selvagens também sonham
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
28 de novembro de 1982

Haroldo Costa e Elizeth Cardoso
Arquivo/Coleção: Elizeth Cardoso
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Haroldo Costa e Elizeth Cardoso
Haroldo Costa (Rio de Janeiro, 13/05/1930 - Rio de Janeiro, 13/12/2025): ator, jornalista, escritor, produtor, diretor, dançarino e comentarista de Carnaval. Casado com a bailarina e figurinista Mary Marinho [Maria Luiza Marinho] (Rio de Janeiro, 21/08/1932), uma das Irmãs Marinho, famosas passistas do Carnaval carioca. Elizeth Cardoso [Elizette Moreira Cardoso] (Rio de Janeiro, 16/07/1920 - Rio de Janeiro, 07/05/1990): cantora. Conhecida como "A Divina", "A Mulata Maior", "A Magnífica", "A Enluarada", "A Noiva do Samba-Canção", "A Lady do Samba".
s.d.