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Os primeiros ônibus do Rio
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Os primeiros ônibus do Rio
Os primeiros modelos de veículos de transporte coletivo movidos a vapor surgiram entre os séculos XVIII e XIX, com o advento da revolução industrial inglesa. No Brasil, a cidade do Rio de Janeiro foi a primeira na qual circulou um ônibus, ainda movido a tração animal. Em 1908, o serviço de auto-ônibus foi inaugurado na cidade fazendo o percurso Praça Mauá-Passeio Público e, eventualmente, Av. Central-Praia Vermelha. A concessionária Auto-Avenida assinava em 1911 contrato com a Prefeitura para estabelecer um serviço definitivo entre a Avenida e a Praia Vermelha. Em 1913, outro contrato foi firmado, com uma empresa diferente, para a instalação de uma linha entre a Av. Central e a Praça Tiradentes. Em 1917, a Prefeitura aprova as plantas para um novo tipo de auto-ônibus cujos carros, construídos nos EUA, seriam movidos a eletricidade. Finalmente em agosto de 1918 inaugurou-se o serviço, sendo a concessão transferida em dezembro do mesmo ano para a companhia Light.
Augusto Malta
Avenida Rio Branco
circa 1917

Avenida Rio Branco; Teatro Municipal (à esquerda) e o Museu Nacional de Belas Artes (à direita)
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Rio Branco; Teatro Municipal (à esquerda) e o Museu Nacional de Belas Artes (à direita)
Marc Ferrez
Avenida Rio Branco ; Centro
circa 1912

Avenida Rio Branco; Teatro Municipal (à esquerda) e o Museu Nacional de Belas Artes (à direita)
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Rio Branco; Teatro Municipal (à esquerda) e o Museu Nacional de Belas Artes (à direita)
Marc Ferrez
Avenida Rio Branco ; Centro
circa 1912

Palácio Monroe - Câmara dos Deputados
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Palácio Monroe - Câmara dos Deputados
Marc Ferrez
Avenida Rio Branco ; Centro
circa 1912

Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Rio Branco
Marc Ferrez
Avenida Rio Branco ; Centro
1914

Palácio Monroe
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Palácio Monroe
O Palácio Monroe, que na época de sua construção não tinha esse nome, foi a sede do Pavilhão Brasil na Exposição Universal de Saint Louis, também conhecida como Feira Mundial de Saint Louis, realizada entre 30 de abril e 1º de dezembro de 1904, em conjunto com os III Jogos Olímpicos. O prédio de estilo eclético, cujo projeto foi do político e engenheiro Francisco Marcelino de Souza Aguiar (1855 – 1935), conquistou o principal prêmio de arquitetura do evento. Pela primeira vez que arquitetura brasileira recebia reconhecimento internacional. Em 1906, foi remontado, no Rio de Janeiro, onde tornou-se um ícone da cidade, para sediar o III Congresso Pan-americano, e recebeu a denominação de Palácio Monroe. Em 1976, foi demolido. Em 1912, Ferrez iniciou suas experiências com fotografia colorida, utilizando as placas autocromos Lumière, primeiro processo industrializado para esse fim, lançado comercialmente em 1907 pela fábrica francesa. As primeiras imagens coloridas realizadas nesse período tomadas do interior de sua residência, onde aparecem sua mulher Maria, seu filho Julio, sua nora Claire e seus dois netos, Gilberto e Eduardo. Nesse momento, também refez, a cores, algumas das fotografias de paisagens, edificações e monumentos que se tornaram clássicas em preto e branco, como a Pedra de Itapuca e as vistas do Jardim Botânico. Durante os últimos 10 anos de sua vida, quando fez experiências com fotos coloridas, passou grandes temporadas na Europa: de abril de 1913 a início de 1914, de abril de 1915 a fevereiro de 1920 e de 5 de junho de 1921 a 14 de agosto de 1922 .
Marc Ferrez
Avenida Rio Branco ; Centro
circa 1912