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Teatro Municipal
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Teatro Municipal
Em estilo eclético, o Teatro Municipal foi desenhado por Francisco de Oliveira Passos, engenheiro e filho do prefeito Pereira Passos. O projeto foi escolhido por licitação sob anonimato, e o engenheiro ganhou com o pseudonimo de Áquila. Ninguém pôs em dúvida o resultado, seja pela reconhecida integridade do prefeito, seja pela comissão julgadora que tinha nomes importantes, como: Rodolfo Bernadelli, o ministro Lauro Muller, Paulo de Frontin, Adolfo Morales de los Rios, Artur Azevedo, Tristão Alencar e Araripe Júnior. Foi inaugurado em 1909, como parte do conjunto arquitetônico das Obras de Reurbanização da Cidade do Rio de Janeiro, durante a prefeitura de Pereira Passos. O Teatro exerce desde sua inauguração um importante papel para a cultura carioca e nacional, recebendo em seu palco importantes artistas, orquestras e companhias de balé. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Vale do Anhangabaú ; Centro
circa 1915

Grupo de homens
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Grupo de homens
Autoria não identificada
1896

Panorama de Manaus, com destaque para o Teatro Amazonas
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Panorama de Manaus, com destaque para o Teatro Amazonas
George Huebner
Centro
circa 1900

Teatro Phenix
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Teatro Phenix
O escritório Januzzi & Irmão foi responsável pelo projeto do Teatro Phenix - aprovado em 14 de novembro de 1906. O empreendimento pertencia à Eduardo Guinle (1846 - 1912), patriarca da abastada e influente família Guinle. Foi inaugurado em fevereiro de 1914. Desde o início foi arrendado a terceiros. Abrigou um cassino, foi dancing e várias vezes cinema, tendo ficado fechado durante alguns períodos até sua total demolição, entre 1957 e 1958.
N Viggiani
Avenida Almirante Barroso - Centro
circa 1923

Theatro Municipal
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Theatro Municipal
O Teatro Municipal de São Paulo, projetado pelo arquiteto Ramos Azevedo, foi inaugurado em 12 de setembro de 1911. Desde o fim do século XVIII, no entanto, a aristocracia paulista já pleiteava um teatro onde pudesse receber grandes companhias estrangeiras, uma vez que o único teatro da cidade, o São José, havia sofrido um incêndio e não encontrava-se em condições de receber grandes montagens teatrais. O terreno escolhido para a nova casa de espetáculos, no Morro do Chá, foi comprado em 1902, e Ramos de Azevedo inspirou-se na Ópera de Paris para fazer sua obra. Além de óperas, o Municipal foi palco de importantes manifestações culturais, como a Semana de Arte Moderna de 1922.
Guilherme Gaensly
Vale do Anhangabaú, Centro
circa 1915

Teatro São José
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Teatro São José
O primitivo Teatro São José foi oficialmente inaugurado em 4 de setembro de 1864 com a apresentação da peça "A Túnica de Nessus", de Sizenando Nabuco, irmão de Joaquim Nabuco. O teatro vinha, de certa forma, suprir a necessidade do paulistano de um teatro maior e em melhores condições que a Casa da Ópera, considerada já bastante modesta. Localizava-se no Largo Municipal, hoje praça João Mendes, e durante muito tempo ficou sem acabamento no exterior e sem decoração interna. Na madrugada de 15 de fevereiro de 1898 o teatro sofreu um grande incêndio, que o destruiu por completo. Foi reconstruído na rua Xavier de Toledo, fazendo esquina com o Viaduto do Chá e a rua Formosa, no centro da cidade. Na década de 1920 o prédio foi demolido e em seu lugar foi construída a sede da empresa canadense Light and Power Company, que hoje funciona como um shopping center.
Guilherme Gaensly
Centro
circa 1908

Teatro
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Teatro
Guilherme Santos
Centro
circa 1915

Teatro João Caetano
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Teatro João Caetano
"Em 25 de abril de 1930, por termo aditivo de contrato com a Prefeitura do Distrito Federal, Gusmão & Baldassini foi contratado para a execução das obras e demolição e de reconstrução do novo teatro. Com projeto do arquiteto Gusmão Dourado Baldassini, é então construído o Teatro João Caetano, com uma fachada futurista e com sua volumetria purista e é inaugurado em 26 de junho de 1930, com a Opereta Rose Marie, libreto de Oscar Hammerstein e música de Rudolf Friml, apresentada por uma companhia francesa, com Jane Marney como estrela." (DIAS, 2012, p. 87)
Augusto Malta
Rua Sete de Setembro ; Praça Tiradentes ; Centro
circa 1930

Teatro João Caetano - interior
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Teatro João Caetano - interior
"Em 25 de abril de 1930, por termo aditivo de contrato com a Prefeitura do Distrito Federal, Gusmão & Baldassini foi contratado para a execução das obras e demolição e de reconstrução do novo teatro. Com projeto do arquiteto Gusmão Dourado Baldassini, é então construído o Teatro João Caetano, com uma fachada futurista e com sua volumetria purista e é inaugurado em 26 de junho de 1930, com a Opereta Rose Marie, libreto de Oscar Hammerstein e música de Rudolf Friml, apresentada por uma companhia francesa, com Jane Marney como estrela." (DIAS, 2012, p. 87)
Augusto Malta
Rua Sete de Setembro ; Praça Tiradentes ; Centro
circa 1930

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