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"Os Candangos" ou "Os Guerreiros", escultura de Bruno Giorgi e o Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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"Os Candangos" ou "Os Guerreiros", escultura de Bruno Giorgi e o Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves
O Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, na praça dos Três Poderes, em Brasília, foi projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer em 1985. Sua pedra fundamental foi lançada pelo presidente da França, François Mitterrand, em 15 de outubro de 1985 e o Panteão foi inaugurado em 7 de setembro de 1986. O Panteão possui três pavimentos, somando área total construída de 2 105 m². Em seu interior, no salão Vermelho, encontra-se o mural da Liberdade, do artista plástico Athos Bulcão. No terceiro pavimento, localiza-se o vitral de autoria de Marianne Peretti (também autora dos vitrais da catedral de Nossa Senhora Aparecida). No lado externo, no alto de uma torre erguida em diagonal, arde a chama eterna. Uma chama pequena, que representa a liberdade do povo e a independência do País. O Panteão foi tombado em 2007, pelo IPHAN, junto com outras 34 obras de Oscar Niemeyer, que completara cem anos. Os Guerreiros - Conhecida também como “Os Candangos”, essa obra de Bruno Giorgi, erguida em 1959, é uma homenagem aos candangos que trabalharam na construção de Brasília. Em bronze, a escultura mede 8m de altura e é considerada um dos símbolos da cidade. Em 1987, foi restaurada pelo artista Zeno Zani.
Marcel Gautherot
Praça dos Três Poderes
circa 1986

Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves
O Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, na praça dos Três Poderes, em Brasília, foi projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer em 1985. Sua pedra fundamental foi lançada pelo presidente da França, François Mitterrand, em 15 de outubro de 1985 e o Panteão foi inaugurado em 7 de setembro de 1986. O Panteão possui três pavimentos, somando área total construída de 2 105 m². Em seu interior, no salão Vermelho, encontra-se o mural da Liberdade, do artista plástico Athos Bulcão. No terceiro pavimento, localiza-se o vitral de autoria de Marianne Peretti (também autora dos vitrais da catedral de Nossa Senhora Aparecida). No lado externo, no alto de uma torre erguida em diagonal, arde a chama eterna. Uma chama pequena, que representa a liberdade do povo e a independência do País. O Panteão foi tombado em 2007, pelo IPHAN, junto com outras 34 obras de Oscar Niemeyer, que completara cem anos.
Marcel Gautherot
Praça dos Três Poderes
circa 1986

Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves e "O Pombal", escultura de Oscar Niemeyer
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves e "O Pombal", escultura de Oscar Niemeyer
O Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, na praça dos Três Poderes, em Brasília, foi projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer em 1985. Sua pedra fundamental foi lançada pelo presidente da França, François Mitterrand, em 15 de outubro de 1985 e o Panteão foi inaugurado em 7 de setembro de 1986. O Panteão possui três pavimentos, somando área total construída de 2 105 m². Em seu interior, no salão Vermelho, encontra-se o mural da Liberdade, do artista plástico Athos Bulcão. No terceiro pavimento, localiza-se o vitral de autoria de Marianne Peretti (também autora dos vitrais da catedral de Nossa Senhora Aparecida). No lado externo, no alto de uma torre erguida em diagonal, arde a chama eterna. Uma chama pequena, que representa a liberdade do povo e a independência do País. O Panteão foi tombado em 2007, pelo IPHAN, junto com outras 34 obras de Oscar Niemeyer, que completara cem anos. O Pombal - Projetado por Oscar Niemeyer a pedido de dona Eloá, esposa do então Presidente Jânio Quadros, a escultura em madeira concretada mede 25m de altura e pesa 1,5 toneladas. Lembra um imenso pregador de roupa. A obra é formada por uma série de poleiros que se sobrepõem. Foi instalada na Praça em junho de 1961.
Marcel Gautherot
Brasília
circa 1986

Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves e "O Pombal", escultura de Oscar Niemeyer
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves e "O Pombal", escultura de Oscar Niemeyer
O Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, na praça dos Três Poderes, em Brasília, foi projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer em 1985. Sua pedra fundamental foi lançada pelo presidente da França, François Mitterrand, em 15 de outubro de 1985 e o Panteão foi inaugurado em 7 de setembro de 1986. O Panteão possui três pavimentos, somando área total construída de 2 105 m². Em seu interior, no salão Vermelho, encontra-se o mural da Liberdade, do artista plástico Athos Bulcão. No terceiro pavimento, localiza-se o vitral de autoria de Marianne Peretti (também autora dos vitrais da catedral de Nossa Senhora Aparecida). No lado externo, no alto de uma torre erguida em diagonal, arde a chama eterna. Uma chama pequena, que representa a liberdade do povo e a independência do País. O Panteão foi tombado em 2007, pelo IPHAN, junto com outras 34 obras de Oscar Niemeyer, que completara cem anos. O Pombal - Projetado por Oscar Niemeyer a pedido de dona Eloá, esposa do então Presidente Jânio Quadros, a escultura em madeira concretada mede 25m de altura e pesa 1,5 toneladas. Lembra um imenso pregador de roupa. A obra é formada por uma série de poleiros que se sobrepõem. Foi instalada na Praça em junho de 1961.
Marcel Gautherot
Praça dos Três Poderes
circa 1986

Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves
O Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, na praça dos Três Poderes, em Brasília, foi projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer em 1985. Sua pedra fundamental foi lançada pelo presidente da França, François Mitterrand, em 15 de outubro de 1985 e o Panteão foi inaugurado em 7 de setembro de 1986. O Panteão possui três pavimentos, somando área total construída de 2 105 m². Em seu interior, no salão Vermelho, encontra-se o mural da Liberdade, do artista plástico Athos Bulcão. No terceiro pavimento, localiza-se o vitral de autoria de Marianne Peretti (também autora dos vitrais da catedral de Nossa Senhora Aparecida). No lado externo, no alto de uma torre erguida em diagonal, arde a chama eterna. Uma chama pequena, que representa a liberdade do povo e a independência do País. O Panteão foi tombado em 2007, pelo IPHAN, junto com outras 34 obras de Oscar Niemeyer, que completara cem anos.
Marcel Gautherot
Praça dos Três Poderes
circa 1986

Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010DFPN29583_1.jpg
Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves
O Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, na praça dos Três Poderes, em Brasília, foi projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer em 1985. Sua pedra fundamental foi lançada pelo presidente da França, François Mitterrand, em 15 de outubro de 1985 e o Panteão foi inaugurado em 7 de setembro de 1986. O Panteão possui três pavimentos, somando área total construída de 2 105 m². Em seu interior, no salão Vermelho, encontra-se o mural da Liberdade, do artista plástico Athos Bulcão. No terceiro pavimento, localiza-se o vitral de autoria de Marianne Peretti (também autora dos vitrais da catedral de Nossa Senhora Aparecida). No lado externo, no alto de uma torre erguida em diagonal, arde a chama eterna. Uma chama pequena, que representa a liberdade do povo e a independência do País. O Panteão foi tombado em 2007, pelo IPHAN, junto com outras 34 obras de Oscar Niemeyer, que completara cem anos.
Marcel Gautherot
Praça dos Três Poderes
circa 1986

Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves
Archive/Collection: Marcel Gautherot
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Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves
O Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, na praça dos Três Poderes, em Brasília, foi projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer em 1985. Sua pedra fundamental foi lançada pelo presidente da França, François Mitterrand, em 15 de outubro de 1985 e o Panteão foi inaugurado em 7 de setembro de 1986. O Panteão possui três pavimentos, somando área total construída de 2 105 m². Em seu interior, no salão Vermelho, encontra-se o mural da Liberdade, do artista plástico Athos Bulcão. No terceiro pavimento, localiza-se o vitral de autoria de Marianne Peretti (também autora dos vitrais da catedral de Nossa Senhora Aparecida). No lado externo, no alto de uma torre erguida em diagonal, arde a chama eterna. Uma chama pequena, que representa a liberdade do povo e a independência do País. O Panteão foi tombado em 2007, pelo IPHAN, junto com outras 34 obras de Oscar Niemeyer, que completara cem anos.
Marcel Gautherot
Praça dos Três Poderes
circa 1986