Nem todos os documentos, obras e objetos estão disponíveis para licenciamento ou empréstimo.

Visualizar por
Edifício Diários Associados - O Imparcial
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMA003-025.jpg
Edifício Diários Associados - O Imparcial
O edifício onde foi instalado o grupo Diários Associados foi construído provavelmente no início do século XIX pelo Comendador José Leite, pai do senador Benedito Leite. Foi adquirido em 1944 por Assis Chateaubriand, que na época era presidente e sócio majoritário da empresa, considerada uma das maiores corporações da imprensa brasileira. Funcionavam no sobrado os jornais Diário do Norte, O Globo, O Imparcial e a Pacotilha, todos ligados ao grupo. Em 1967 o prédio passou às mãos da empresa Pacotilha Ltda, proprietária do jornal O Imparcial, que nos anos 1990 fez a permuta do prédio por um terreno da prefeitura.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça João Lisboa; Centro
1970s

Edifício Diários Associados - O Imparcial
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMA002-032.jpg
Edifício Diários Associados - O Imparcial
O edifício onde foi instalado o grupo Diários Associados foi construído provavelmente no início do século XIX pelo Comendador José Leite, pai do senador Benedito Leite. Foi adquirido em 1944 por Assis Chateaubriand, que na época era presidente e sócio majoritário da empresa, considerada uma das maiores corporações da imprensa brasileira. Funcionavam no sobrado os jornais Diário do Norte, O Globo, O Imparcial e a Pacotilha, todos ligados ao grupo. Em 1967 o prédio passou às mãos da empresa Pacotilha Ltda, proprietária do jornal O Imparcial, que nos anos 1990 fez a permuta do prédio por um terreno da prefeitura.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça João Lisboa; Centro
1970s

Edifício Diários Associados - O Imparcial
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMA002-031.jpg
Edifício Diários Associados - O Imparcial
O edifício onde foi instalado o grupo Diários Associados foi construído provavelmente no início do século XIX pelo Comendador José Leite, pai do senador Benedito Leite. Foi adquirido em 1944 por Assis Chateaubriand, que na época era presidente e sócio majoritário da empresa, considerada uma das maiores corporações da imprensa brasileira. Funcionavam no sobrado os jornais Diário do Norte, O Globo, O Imparcial e a Pacotilha, todos ligados ao grupo. Em 1967 o prédio passou às mãos da empresa Pacotilha Ltda, proprietária do jornal O Imparcial, que nos anos 1990 fez a permuta do prédio por um terreno da prefeitura.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça João Lisboa; Centro
1970s

Sobrado São Luís antes do restauro
Archive/Collection: A. C. da Silva Telles
017BRMA001-062.jpg
Sobrado São Luís antes do restauro
O edifício São Luís é considerado o maior prédio de azulejos coloniais do país. Foi construído no século XIX e apresenta três pisos, com duas fachadas revestidas de azulejos portugueses azuis e brancos, beiral em telha de faiança e base dos cunhais em cantaria. Em 1969 sofreu um incêndio que destruiu por completo seu interior. Reformado em 1976 pela Caixa Econômica Federal, funciona hoje como uma agência do banco.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça Gonçalves Dias; Centro
1970s

Sobrado São Luís, antes do restauro
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMA001-032.jpg
Sobrado São Luís, antes do restauro
O edifício São Luís é considerado o maior prédio de azulejos coloniais do país. Foi construído no século XIX e apresenta três pisos, com duas fachadas revestidas de azulejos portugueses azuis e brancos, beiral em telha de faiança e base dos cunhais em cantaria. Em 1969 sofreu um incêndio que destruiu por completo seu interior. Reformado em 1976 pela Caixa Econômica Federal, funciona hoje como uma agência do banco.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça Gonçalves Dias ; Centro
1970s

Edifício São Luís em ruínas, antes do restauro
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMA001-017.jpg
Edifício São Luís em ruínas, antes do restauro
O edifício São Luís é considerado o maior prédio de azulejos coloniais do país. Foi construído no século XIX e apresenta três pisos, com duas fachadas revestidas de azulejos portugueses azuis e brancos, beiral em telha de faiança e base dos cunhais em cantaria. Em 1969 sofreu um incêndio que destruiu por completo seu interior. Reformado em 1976 pela Caixa Econômica Federal, funciona hoje como uma agência do banco.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça Gonçalves Dias ; Centro
1970s