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George Leuzinger, sentado à esquerda, em companhia de outros homens não identificados
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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George Leuzinger, sentado à esquerda, em companhia de outros homens não identificados
Georges Leuzinger
Ilha das Cobras ; Centro
circa 1865

Paço Imperial
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Paço Imperial
O Paço foi construído no século XVIII, por mando do famoso Conde de Bobadela, com o intuito de servir de moradia dos governadores da Capitania. Depois da capital ter sido transferida para o Rio de Janeiro, em 1760, e com o objetivo de manter o poder real mais próximo das Minas Gerais, o prédio abrigou os Vice-Reis da Colônia, a começar pelo Conde de Resende, que deu melhor acabamento ao edifício, construindo mais um pavimento. Mais tarde, abrigou D. João VI e os imperadores brasileiros. Atualmente abriga um centro cultural.
Georges Leuzinger
Centro
circa 1865

Botafogo com o Corcovado ao fundo
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Botafogo com o Corcovado ao fundo
Bairro tradicional do Rio desde o século XIX, Botafogo cresceu muito depois de1880, estimulado pela inauguração dos bondes e abertura de novas ruas. A Praia de Botafogo foi primeiro chamada pelos franceses de "Le Lac" - o Lago. Os portugueses deram o nome de Francisco Velho, um dos companheiros de Estácio de Sá, que se estabeleceu na praia e começou ali uma lavoura. Por volta de 1641 passou a chamar-se Praia de Botafogo por causa de João de Souza Botafogo, que ali manteve residência depois que chegou ao Brasil fugindo de perseguições políticas em Portugal. João Botafogo ajudou os portugueses nas lutas contra os franceses e, pelos seus serviços, tornou-se proprietário de terras que iam do litoral até a Quinta da Olaria de São Clemente. Até o século XVIII o bairro era praticamente inabitado, e eram dois os caminhos que levavam à Praia: o Caminho Velho, atual Rua Senador Vergueiro, e o Caminho Novo, atual Rua Marquês de Abrantes. Uma das primeiras a possuir uma casa em Botafogo, longe da agitação da corte, foi D. Carlota Joaquina; quando morreu, sua propriedade foi herdade pelo filho D. Pedro I, que a vendeu para o Marquês de Abrantes, dando nome à rua.
Georges Leuzinger
Rio de Janeiro
circa 1875

Passeio Público
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Passeio Público
Idealizado pelo vice-rei Luís de Vasconcelos e Souza e construído por Mestre Valentim, o Passeio Público foi construído no século XVIII e logo incorporado ao cotidiano das famílias nobres da cidade que o fizeram de ponto de encontro. Em meados do século XIX, o Passeio foi revitalizado pelo botânico e arquiteto paisagístico Auguste François Glaziou que reformulou seus jardins deixando, no entanto, intocáveis as obras de mestre Valentim.
Georges Leuzinger
Centro
circa 1875

Euterpe oleracea (açaí)
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Euterpe oleracea (açaí)
O açaí (Euterpe oleracea Mart.) é uma das inúmeras palmeiras típicas da região Amazônica, ao norte do país. Na foto, um exemplar encontrado no bairro de Petrópolis em Manaus.
Georges Leuzinger
Manaus
circa 1866

Petrópolis. Geonoma Esp. nov. (urucurana)
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Petrópolis. Geonoma Esp. nov. (urucurana)
A urucurana, também conhecida como "sangra-d'água" e "sangue-de-drago" é uma espécie arbórea característica de terrenos muito úmidos e brejosos. Pode ser encontrada, entre outros lugares, na Bahia, Rio de Janeiro e Minas Gerais.
Georges Leuzinger
Petrópolis
circa 1866

Fourcroya gigante (piteira ou agave) no Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Fourcroya gigante (piteira ou agave) no Jardim Botânico
A Fourcroya gigantea, popularmente conhecida como piteira ou agave, é uma planta de porte herbáceo, com folhas longas fornecedoras de fibras bastante resistentes. É usada na confecção de cordas, pincéis e escovas.
Georges Leuzinger
Rio de Janeiro
circa 1866