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Praia de Santa Luzia; à direita, o Passeio Público
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia de Santa Luzia; à direita, o Passeio Público
Até 1905, a praia de Santa Luzia era uma opção de lazer para a população carioca, que a usava para banhos de mar. Naquele ano, o prefeito Pereira Passos mandou construir no local garagens para os barcos dos clubes de remo. Foi o início da descaracterização da praia. Em 1922, com a derrubada do Morro do Castelo, foi construída a Esplanada do Castelo, mas ainda era possível nadar na praia de Santa Luzia, mesmo com a diminuição da faixa de areia. Na década de 1930, a ampliação do aterro para a construção do Aeroporto Santos Dumont eliminou o que restava da praia e da Ponta do Calabouço.
Torres
Praia de Santa Luzia, atual avenida Augusto Severo ; Centro
circa 1910

Jardim do Passeio Público
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Jardim do Passeio Público
Imagem integra o álbum Brasilien (Brasil), com imagens de autoria de Albert Frisch e Philipp von Luetzelburg. As fotos de Frisch foram realizadas na Amazonia, durante a Expedição Fotográfica por ele organizada, nos rios Solimões, ou Alto Amazonas, e Negro. O álbum foi editado postumamente, em 1930, pelo filho de Frisch, Albert Frisch Junior, que se encarregou da casa editorial Kunstanstalt Albert Frisch, fundada por seu pai. O álbum conta com 112 imagens, sendo 106 de Frisch e seis do botânico von Luetzelburg, dos povos Uanana e Tukano realizadas no Alto Rio Negro, no final da década de 1920. Von Luetzelburg viveu mais de duas décadas no Brasil, trabalhou na Inspetoria de Obras Contra as Secas e atuou, sobretudo, no nordeste do país. A partir de 1927 integrou o Serviço de Inspeção de Fronteiras, dirigido por Cândido Rondon, fazendo frequentes viagens à Amazônia. Apesar de sua contribuição para o conhecimento da flora brasileira, é impossível dissociar a figura de Von Luetzelburg de suas nefastas escolhas após o retorno a Alemanha em 1938. Recrutado por Heinrich Himmler, primo de sua esposa, ingressou na SS e chefiou o departamento de botânica da Ahnenerbe, a organização oficial encarregada de difundir suas teorias raciais nazistas. Construído entre 1779 e 1783, o Passeio Público localiza-se no centro histórico do Rio de Janeiro, entre a Lapa e a Cinelândia, e foi concebido pelo mineiro Valentim da Fonseca e Silva, mais conhecido como Mestre Valentim (c. 1745 – 1813), um dos maiores artistas do período colonial brasileiro. Ele desenhou um jardim em estilo francês para o qual fez várias obras de arte, dentre elas esculturas, chafarizes e pirâmides como o Chafariz dos Jacarés ou Fonte dos Amores, duas pirâmides de granito e a Fonte do Menino com a escultura do menino da bica.
Albert Frisch
Passeio Público ; Centro
1865

Passeio Público
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Passeio Público
Guilherme Santos
Centro
julho de 1921

Morros da Glória e do Pão de Açúcar; vistos do terraço do jardim do Passeio Público
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Morros da Glória e do Pão de Açúcar; vistos do terraço do jardim do Passeio Público
Guilherme Santos
Lapa
circa 1920

Lago do Passeio Público
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Lago do Passeio Público
Guilherme Santos
Passeio Público ; Lapa
circa 1920

Rua do Passeio, destaque para bonde da linha Praça Mauá
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Rua do Passeio, destaque para bonde da linha Praça Mauá
Guilherme Santos
Rua Mestre Valentim ; Centro
circa 1920

Jadins do Passeio Público
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Jadins do Passeio Público
Marc Ferrez
Passeio Público ; Centro
circa 1885