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Glória, Palácio Monroe e Passeio Público, a partir do centro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Glória, Palácio Monroe e Passeio Público, a partir do centro
Autoria não identificada
Centro
circa 1911

Avenida Central, vendo-se o prédio do Supremo Tribunal Federal, os fundos da Biblioteca Nacional e o Passeio Público
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Avenida Central, vendo-se o prédio do Supremo Tribunal Federal, os fundos da Biblioteca Nacional e o Passeio Público
O entulho que se vê na praça é provavelmente da demolição do Convento da Ajuda.
Autoria não identificada
Centro
circa 1911

Passeio Público
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Passeio Público
Papelaria e Typographia Botelho
Passeio Público ; Centro
circa 1912

Jardim do Passeio Público
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Jardim do Passeio Público
Imagem integra o álbum Brasilien (Brasil), com imagens de autoria de Albert Frisch e Philipp von Luetzelburg. As fotos de Frisch foram realizadas na Amazonia, durante a Expedição Fotográfica por ele organizada, nos rios Solimões, ou Alto Amazonas, e Negro. O álbum foi editado postumamente, em 1930, pelo filho de Frisch, Albert Frisch Junior, que se encarregou da casa editorial Kunstanstalt Albert Frisch, fundada por seu pai. O álbum conta com 112 imagens, sendo 106 de Frisch e seis do botânico von Luetzelburg, dos povos Uanana e Tukano realizadas no Alto Rio Negro, no final da década de 1920. Von Luetzelburg viveu mais de duas décadas no Brasil, trabalhou na Inspetoria de Obras Contra as Secas e atuou, sobretudo, no nordeste do país. A partir de 1927 integrou o Serviço de Inspeção de Fronteiras, dirigido por Cândido Rondon, fazendo frequentes viagens à Amazônia. Apesar de sua contribuição para o conhecimento da flora brasileira, é impossível dissociar a figura de Von Luetzelburg de suas nefastas escolhas após o retorno a Alemanha em 1938. Recrutado por Heinrich Himmler, primo de sua esposa, ingressou na SS e chefiou o departamento de botânica da Ahnenerbe, a organização oficial encarregada de difundir suas teorias raciais nazistas. Construído entre 1779 e 1783, o Passeio Público localiza-se no centro histórico do Rio de Janeiro, entre a Lapa e a Cinelândia, e foi concebido pelo mineiro Valentim da Fonseca e Silva, mais conhecido como Mestre Valentim (c. 1745 – 1813), um dos maiores artistas do período colonial brasileiro. Ele desenhou um jardim em estilo francês para o qual fez várias obras de arte, dentre elas esculturas, chafarizes e pirâmides como o Chafariz dos Jacarés ou Fonte dos Amores, duas pirâmides de granito e a Fonte do Menino com a escultura do menino da bica.
Albert Frisch
Passeio Público ; Centro
1865

Passeio Público
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Passeio Público
Guilherme Santos
Centro
julho de 1921

Passeio Público
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Passeio Público
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Passeio Público
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Passeio Público
A lagoa do Boqueirão foi aterrada com material proveniente do desmonte do pequeno Morro das Mangueiras, que se erguia onde hoje está a Rua Visconde de Maranguape, na Lapa. A tarefa de arrasar o morro, aterrar a lagoa e construir o jardim foi entregue ao Mestre Valentim da Fonseca e Silva, considerado o melhor escultor do Rio na época. O Passeio foi construído entre 1779 e 1783. Foi o primeiro jardim público da cidade e do país. Até então existiam apenas hortas e canteiros.
Marc Ferrez
Centro
circa 1885

Passeio Público
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Passeio Público
A lagoa do Boqueirão foi aterrada com material proveniente do desmonte do pequeno Morro das Mangueiras, que se erguia onde hoje está a Rua Visconde de Maranguape, na Lapa. A tarefa de arrasar o morro, aterrar a lagoa e construir o jardim foi entregue ao Mestre Valentim da Fonseca e Silva, considerado o melhor escultor do Rio na época. O Passeio foi construído entre 1779 e 1783. Foi o primeiro jardim público da cidade e do país. Até então existiam apenas hortas e canteiros.
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Passeio Público
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
0071824cx031-07.JPG
Passeio Público
A lagoa do Boqueirão foi aterrada com material proveniente do desmonte do pequeno Morro das Mangueiras, que se erguia onde hoje está a Rua Visconde de Maranguape, na Lapa. A tarefa de arrasar o morro, aterrar a lagoa e construir o jardim foi entregue ao Mestre Valentim da Fonseca e Silva, considerado o melhor escultor do Rio na época. O Passeio foi construído entre 1779 e 1783. Foi o primeiro jardim público da cidade e do país, até então existiam apenas hortas e canteiros.
Marc Ferrez
Centro
circa 1885

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