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Passeio Público
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Passeio Público
O Passeio Público, inaugurado em 1783, foi projetado por Mestre Valentim para o local da antiga Lagoa do Boqueirão. Foi totalmente reformado em 1862 por Auguste Glaziou, que criou aleias, falsos lagos e rios, ao gosto do romantismo inglês.
Augusto Stahl
Centro
circa 1862

A Glória vista do morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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A Glória vista do morro do Castelo
A Glória (morro, igreja e casario), princípio da Lapa e residência na aba do Morro do Castelo. A Glória surgiu por mando do vice-rei Marquês do Lavradio para preparar feiras livres de impostos e normalizar, assim, o abastecimento das capitanias do Rio e de Minas no século XVIII. Em 1857, o bairro foi totalmente remodelado pelo Vereador Haddock Lobo, a fim de dar melhor aparência ao logradouro.
Augusto Stahl
Centro
1863

Rua Direita, atual rua Primeiro de Março
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Direita, atual rua Primeiro de Março
Rua Direita, atual 1º de Março, tendo à direita o prédio neoclássico de varanda e colunas, reformado pelo arquiteto francês Gradjean de Montigny, sede da Praça do Comércio da cidade. A seguir está a Casa dos Contos, antigo Palácio dos Governadores. No local das duas construções hoje estão os prédios dos Correios e Telégrafos e do Banco do Brasil.
Augusto Stahl
Praça do Comércio ; Centro
1862

Praça da Constituição, atual praça Tiradentes, destaque para a estátua equestre de Pedro I
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça da Constituição, atual praça Tiradentes, destaque para a estátua equestre de Pedro I
Os lados leste e sul da Praça da Constituição. Ao fundo, a Barreira do Morro de Santo Antônio e o prédio do Zur Stadt Coblens, à direita da estátua. A praça Tiradentes era inicialmente conhecida como Rocio ou Rocio Grande, depois Terreiro da Polé e Campo dos Ciganos (por ter sido um dos primeiros locais em que se instalaram os ciganos na cidade). Em 26 de fevereiro de 1821 foi palco do juramento, por D. João VI, da futura Constituição que seria votada pelas Cortes de Lisboa; a partir daí, mudou o nome para Praça da Constituição. Após a Proclamação da República, ainda em 1889, foi sugerido que mudasse o nome para praça Tiradentes, prontamente atendido pela Câmara.
Augusto Stahl
Centro
circa 1865