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Rua Santa Efigênia, antiga Vira-Saia
Arquivo/Coleção: Alice Brill
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Rua Santa Efigênia, antiga Vira-Saia
Mulher desce a ladeira da rua Santa Ifigênia, antiga Vira-Saia, com calçamento conhecido como "pé-de-moleque", ladeada por conjunto de casas coloniais.
Alice Brill
Bairro de Alto da Cruz
1949

Vista da cidade a partir da Igreja São Francisco de Paula
Arquivo/Coleção: Alice Brill
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Vista da cidade a partir da Igreja São Francisco de Paula
Vista de Ouro Preto a partir da Igreja São Francisco de Paula. Ao longe vê-se a igreja Nossa Senhora do Carmo e, à sua esquerda, o Museu da Inconfidência. A igreja Nossa Senhora do Carmo foi construída entre 1766 e 1772 e é projeto de Manuel Francisco Lisboa. Antes de 1766, existia uma capela erigida pelos devotos de Santa Quitéria.
Alice Brill
Morro da Piedade
1949

Casario colonial e igreja de Nossa Senhora do Carmo
Arquivo/Coleção: Alice Brill
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Casario colonial e igreja de Nossa Senhora do Carmo
Vista de rua com casario colonial, terminando na igreja de Nossa Senhora do Carmo. Destacam-se suas torres e frontão. A primeira capela de Nossa Senhora do Carmo foi benta no dia 20 de dezembro de 1734, pelo Padre Antônio Pereira Corrêa, vigário da Vara interino. Sua construção teve início nos primeiros dias de 1733. A autorização concedida à Irmandade de Nossa Senhora do Carmo com sede na Matriz de Nossa Senhora do Pilar de São João del-Rei, para a construção de sua capela, por Dom Frei Antônio de Guadalupe, bispo do Rio de Janeiro é datada de 10 de dezembro de 1732. A regalia de Ordem terceira foi concedida por bula papal em 9 de setembro de 1746, sendo papa, Benedito XIV, no 7º ano de seu pontificado. O bonito e artístico portão de ferro do Cemitério da Ordem é digno de admiração. Fica ao lado esquerdo da igreja. Foi projetado e feito pelo mestre ferreiro Justino José Ferreira, em 1836. Até pouco tempo a Ordem do Carmo se encarregava da Procissão do Senhor morto, na Sexta-feira da Semana Santa. Depois do Descendimento da Cruz, a imagem era levada por uma procissão para a igreja do Carmo. Após um intervalo às 23 horas, saía a procissão que percorria as principais ruas centrais da cidade, com o canto da Verônica em pontos determinados. A tradição se mantém atualmente, mas sob a responsabilidade da própria Irmandade do Santíssimo Sacramento da Catedral de Nossa Senhora do Pilar.
Alice Brill
Largo do Carmo
1964

Praça Tiradentes
Arquivo/Coleção: Alice Brill
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Praça Tiradentes
Vista da praça Tiradentes com monumento em homenagem ao mártir, e o Museu da Inconfidência ao fundo. Em primeiro plano, cavalos estacionados diante de sobrados.
Alice Brill
Praça Tiradentes ; Centro
1949

Cena de rua
Arquivo/Coleção: Alice Brill
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Cena de rua
Homens arreiam cavalo em ladeira, observados por criança.
Alice Brill
Ouro Preto
1949

À espera da procissão na praça Tomás Gonzaga
Arquivo/Coleção: Alice Brill
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À espera da procissão na praça Tomás Gonzaga
Concentração popular na praça Tomás Gonzaga momentos antes de procissão. À direita, grupo de freiras caminham.
Alice Brill
praça Tomás Gonzaga
1949

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Alice Brill
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Vista da igreja de São Francisco de Paula
Vista de ladeira com Igreja de São Francisco de Paula ao fundo. Dois rapazes sentados na mureta observam a fotógrafa.
Alice Brill
Ouro Preto
1949

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Alice Brill
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Corneteiro
Homem toca espécie de corneta em esquina, durante procissão, sob olhar de meninas.
Alice Brill
Ouro Preto
1949

Santuário de Bom Jesus de Matosinhos - profeta Daniel
Arquivo/Coleção: Alice Brill
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Santuário de Bom Jesus de Matosinhos - profeta Daniel
Três pessoas observam escultura de Aleijadinho - o profeta Daniel, no Santuário de Bom Jesus de Matosinhos.
Alice Brill
Morro do Maranhão
1964