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Seringueira na Selva Amazônica
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm23-0032.jpg
Seringueira na Selva Amazônica
Albert Frisch, fotógrafo alemão contratado por Georges Leuzinger, percorreu em 1867 e 1868 o Alto Amazonas, de Tabatinga a Manaus, e foi um dos primeiros a retratar povos indígenas brasileiros, além de aspectos da paisagem local. O conjunto de cerca de cem imagens foi editado e comercializado pela Casa Leuzinger e representa um marco na fotografia brasileira do século XIX. Esta imagem é reproduzida no álbum "Resultat d'une expédition phographique sur le Solimões" publicado por George Leuzinger em 1869. Com o título ""Seringueira", e a seguinte descrição: arbre à Caoutchouc ou gomme élastique (Siphonia elastica, Pers.) 100 pieds de haut. Les Indiens "Cambebas" furent les premiers qui préparèrent cette résine [Seringueira - Seringueira ou goma elástica (Siphonia elastica, Pers.) 30 metros de altura. Os índios "Cambebas" foram os primeiros a preparar esta resina]. ", na prancha de nº 52.
Albert Frisch
AM
1868

Praça XV de Novembro vista do alto da torre da igreja do Carmo
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0006.jpg
Praça XV de Novembro vista do alto da torre da igreja do Carmo
O largo inicialmente abrigou uma capela dedicada a Nossa Senhora do Ó, no século XVI. Mais tarde, os frades Carmelitas instalaram no local o seu convento. Ali se instalaram, desde o século XVII, a Câmara e a Cadeia Pública e a Fazenda Real, além dos Armazéns Reais e a Casa da Moeda. No século XVIII, o logradouro ganhou importância sobretudo administrativa, até porque o Rio de Janeiro havia se tornado capital da Colônia. Na segunda metade do século XVIII foram realizadas obras importantes, como a transformação dos Armazéns Reais em sede do governo do Vice-Reinado, a construção da Igreja da Ordem Terceira do Carmo e a instalação do monumental chafariz de Mestre Valentim no largo. No Império, o largo foi chamado de D. Pedro II, e na passagem da República, o nome foi modificado para praça XV de Novembro, data da proclamação republicana. Em 1902, foi construído o Cais Pharoux que substituiu o antigo, colonial, do século XVIII.
Autoria não identificada
Centro
circa 1915

Palácio Monroe
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Palácio Monroe
A. Ribeiro
Avenida Rio Branco ; Centro
circa 1918

Theatro Municipal
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0018.jpg
Theatro Municipal
Em estilo eclético, o Theatro Municipal foi desenhado por Francisco de Oliveira Passos, engenheiro e filho do prefeito Pereira Passos. O projeto foi escolhido por licitação sob anonimato, e o engenheiro ganhou com o pseudonimo de Áquila. Ninguém pôs em dúvida o resultado, seja pela reconhecida integridade do prefeito, seja pela comissão julgadora que tinha nomes importantes, como: Rodolfo Bernadelli, o ministro Lauro Muller, Paulo de Frontin, Adolfo Morales de los Rios, Artur Azevedo, Tristão Alencar e Araripe Júnior. Foi inaugurado em 1909, como parte do conjunto arquitetônico das Obras de Reurbanização da Cidade do Rio de Janeiro, durante a prefeitura de Pereira Passos. O Theatro exerce desde sua inauguração um importante papel para a cultura carioca e nacional, recebendo em seu palco importantes artistas, orquestras e companhias de balé.
A. Ribeiro
Avenida Rio Branco ; Centro
circa 1919

Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0020.jpg
Avenida Rio Branco
A abertura de uma avenida que cortasse o centro da cidade de ponta a ponta estava prevista quando começou-se as obras no porto do Rio de Janeiro, no início do século XX. Foi então rasgado um caminho, em linha reta, que ia da Praia da Ajuda à Prainha, e a maioria das ruas do entorno foi arrasada, além de desapropriados inúmeros imóveis. A primeira casa derrubada foi em março de1904 e já em setembro o prefeito Pereira Passos, o engenheiro Paulo de Frontin (nomeado chefe das obras), Rodrigues Alves e Lauro Müller podiam percorrer a avenida de 1.996 metros de comprimento e 33 metros de largura. Com pavimentação artística de mestre calceteiros cedidos pela Câmara de Lisboa e ornamentada com paus-brasil e jambeiros, a Avenida Central foi inaugurada em 1905. Em 12 de fevereiro de 1912 foi renomeada avenida Rio Branco, em homenagem ao chanceler barão do Rio Branco, que havia morrido dois dias antes.
Autoria não identificada
Centro
circa 1915

Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0021.jpg
Avenida Rio Branco
A abertura de uma avenida que cortasse o centro da cidade de ponta a ponta estava prevista quando começou-se as obras no porto do Rio de Janeiro, no início do século XX. Foi então rasgado um caminho, em linha reta, que ia da Praia da Ajuda à Prainha, e a maioria das ruas do entorno foi arrasada, além de desapropriados inúmeros imóveis. A primeira casa derrubada foi em março de1904 e já em setembro o prefeito Pereira Passos, o engenheiro Paulo de Frontin (nomeado chefe das obras), Rodrigues Alves e Lauro Müller podiam percorrer a avenida de 1.996 metros de comprimento e 33 metros de largura. Com pavimentação artística de mestre calceteiros cedidos pela Câmara de Lisboa e ornamentada com paus-brasil e jambeiros, a Avenida Central foi inaugurada em 1905. Em 12 de fevereiro de 1912 foi renomeada avenida Rio Branco, em homenagem ao chanceler barão do Rio Branco, que havia morrido dois dias antes.
Autoria não identificada
Centro
circa 1915

Avenida Rio Branco
Archive/Collection: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0022.jpg
Avenida Rio Branco
A abertura de uma avenida que cortasse o centro da cidade de ponta a ponta estava prevista quando começou-se as obras no porto do Rio de Janeiro, no início do século XX. Foi então rasgado um caminho, em linha reta, que ia da Praia da Ajuda à Prainha, e a maioria das ruas do entorno foi arrasada, além de desapropriados inúmeros imóveis. A primeira casa derrubada foi em março de1904 e já em setembro o prefeito Pereira Passos, o engenheiro Paulo de Frontin (nomeado chefe das obras), Rodrigues Alves e Lauro Müller podiam percorrer a avenida de 1.996 metros de comprimento e 33 metros de largura. Com pavimentação artística de mestre calceteiros cedidos pela Câmara de Lisboa e ornamentada com paus-brasil e jambeiros, a Avenida Central foi inaugurada em 1905. Em 12 de fevereiro de 1912 foi renomeada avenida Rio Branco, em homenagem ao chanceler barão do Rio Branco, que havia morrido dois dias antes.
Autoria não identificada
Centro
circa 1915