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Os trágicos troféus de Angico
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Os trágicos troféus de Angico
Em 28 de julho, na fazenda de Angicos, em Sergipe, o bando de Lampião foi cercado por uma força volante comandada pelo tenente João Bezerra da Silva (1898 - 1970), pelo aspirante Ferreira Mello e pelo sargento Aniceto da Silva. Além de Lampião, foram mortos sua mulher, Maria Gomes de Oliveira (c. 1911 - 1938), conhecida como Maria Bonita, e os cangaceiros Alecrim, Colchete, Elétrico, Enedina, Luiz Pedro, Macela, Mergulhão, Moeda e Quinta-feira. Foram todos decapitados. Segundo registrado no Diário de Pernnambuco de 31 de julho de 1938, as cabeças foram fotografadas em Piranhas. E as fotos estão datadas: 28 de julho de 1938. O cangaço, segundo Moacir Assunção, é um fenômeno social característico da sociedade rural brasileira. No nordeste, existe desde o século XVIII, quando José Gomes, o Cabeleira, aterrorizava populações rurais de Pernambuco. O movimento atravessou o século XIX, só terminando em 25 de maio 1940, com a morte de Corisco, sucessor de Lampião e seu principal lugar-tenente, pela volante de Zé Rufino.
Autoria não identificada
Piranhas
28 de julho de 1938

Os trágicos troféus de Angico
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Os trágicos troféus de Angico
Em 28 de julho, na fazenda de Angicos, em Sergipe, o bando de Lampião foi cercado por uma força volante comandada pelo tenente João Bezerra da Silva (1898 - 1970), pelo aspirante Ferreira Mello e pelo sargento Aniceto da Silva. Além de Lampião, foram mortos sua mulher, Maria Gomes de Oliveira (c. 1911 - 1938), conhecida como Maria Bonita, e os cangaceiros Alecrim, Colchete, Elétrico, Enedina, Luiz Pedro, Macela, Mergulhão, Moeda e Quinta-feira. Foram todos decapitados. Segundo registrado no Diário de Pernnambuco de 31 de julho de 1938, as cabeças foram fotografadas em Piranhas. E as fotos estão datadas: 28 de julho de 1938. O cangaço, segundo Moacir Assunção, é um fenômeno social característico da sociedade rural brasileira. No nordeste, existe desde o século XVIII, quando José Gomes, o Cabeleira, aterrorizava populações rurais de Pernambuco. O movimento atravessou o século XIX, só terminando em 25 de maio 1940, com a morte de Corisco, sucessor de Lampião e seu principal lugar-tenente, pela volante de Zé Rufino.
Autoria não identificada
Piranhas
28 de julho de 1938

Rua da Matriz
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua da Matriz
Sobrado de sete janelas comprado pelo Presidente José Bento Júnior para Repartição Provincial.
Abilio Coutinho
Penedo
1869

Morro e Igreja de Nossa Senhora dos Prazeres
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Morro e Igreja de Nossa Senhora dos Prazeres
Morro e Igreja de Nossa Senhora dos Prazeres, tendo barqueiros no rio São Francisco em primeiro plano. Coutinho, natural de Alagoas, produziu alguns dos mais antigos registros fotográficos do estado.
Abilio Coutinho
AL
1869

Povoação do Barro Vermelho (Penedo)
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Povoação do Barro Vermelho (Penedo)
Penedo tem história longa e importante para a região do São Francisco. Localizada na foz do rio, sua região é importante para o controle do mesmo, fato que chamou a atenção de Maurício de Nassau quando da invasão holandesa. Nassau conquistou a cidade e instalou lá o forte Mauricio de Nassau. Franz Post fez gravuras importantes na época da invasão, no século XVII.
Abilio Coutinho
Penedo
1869

Vila de Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vila de Pão de Açúcar
Quando da viagem à cachoeira Paulo Afonso, em 1859, o Imperador D. Pedro II por lá pernoitou. O início do povoamento aconteceu por volta de 1611, abrigando brancos e índios que vinham da Serra do Aracaré, em Sergipe. Em 1660 as terras que dariam origem ao município (que já haviam pertencido aos índios e a Cristovão da Rocha) foram doadas como sesmaria ao português Lourenço José de Brito Correia. Lourenço instalou então uma fazenda de gado batizada de Pão de Açúcar, devido às fôrmas em que se colocava o açúcar produzido no Brasil para a exportação. Por volta de 1815 as terras foram arrematadas em leilão pela família do padre José Rodrigues Delgado, que deu impulso ao desenvolvimento do povoado. Em 1877 foi elevada à categoria de cidade.
Abilio Coutinho
Rua da Praia
1869

Povoação de São Brás
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Povoação de São Brás
Vila à margem do S. francisco fica entre Porto Real e Penedo. MA
Abilio Coutinho
São Brás
circa 1860

Povoação da Lagôa Funda
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Povoação da Lagôa Funda
Entre as vilas de Pão de açucar e Traípu, surgiu como freguesia dessa segunda. No entanto, alcançou status de vila, em 1886 , que depois foi revogado voltando a ser freguesia de Traípu. Já foi incorporado tambem a Pão de Açucar. O Rio São Francisco foi descoberto logo no começo da colonização, mas suas primeiras povoações datam do fim do século XVI e XVII. MA
Abilio Coutinho
Belo Monte, antiga Povoação de Lagoa Funda
circa 1860

Barra do Ipanema
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Barra do Ipanema
Localizada perto da Vila Pão de Açúcar, era mais uma vila à beira do Rio São Francisco. Desbravadores que participavam de explorações ao longo do rio São Francisco atingiram o rio Ipanema no ponto em que ele se encontrava com o São Francisco, onde surgiu um povoado no qual missionários, comerciantes e colonizadores dos centros maiores faziam seus negócios. O local ficou conhecido então como Barra do Ipanema. O rio São Francisco, aliás, foi descoberto logo no começo da colonização, mas suas primeiras povoações datam do fim do século XVI e XVII.
Abilio Coutinho
Barra do Ipanema
1869

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