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Avenida Rio Branco
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Avenida Rio Branco
A abertura de uma avenida que cortasse o centro da cidade de ponta a ponta estava prevista quando começaram as obras no porto do Rio de Janeiro, no início do século XX. Foi então rasgado um caminho, em linha reta, que ia da Praia da Ajuda à Prainha, e a maioria das ruas do entorno foi arrasada, além de desapropriados inúmeros imóveis. A primeira casa derrubada foi em março de1904 e já em setembro o prefeito Pereira Passos, o engenheiro Paulo de Frontin (nomeado chefe das obras), Rodrigues Alves e Lauro Müller podiam percorrer a avenida de 1.996 metros de comprimento e 33 metros de largura. Com pavimentação artística de mestres calceteiros cedidos pela Câmara de Lisboa e ornamentada com paus-brasil e jambeiros, a Avenida Central foi aberta ao tráfego em 1905.
Photo Lopes Rio
Avenida Presidente Wilson ; Centro
circa 1917

Avenida Rio Branco; ao fundo, o Teatro Municipal
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Avenida Rio Branco; ao fundo, o Teatro Municipal
Carlos Bippus
Centro
circa 1915

Vista noturna da Enseada de Botafogo; a partir do Mirante Dona Marta
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista noturna da Enseada de Botafogo; a partir do Mirante Dona Marta
Carlos Bippus
Estrada Mirante Dona Marta ; Santa Teresa
circa 1915

Avenida Beira-Mar iluminada; ao fundo, o Outeiro da Glória
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Avenida Beira-Mar iluminada; ao fundo, o Outeiro da Glória
Carlos Bippus
Avenida Beira-Mar
circa 1915

Escultor na areia de Copacabana
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Escultor na areia de Copacabana
Copacabana fazia parte da Gávea até o século XVIII, e toda a área era chamada de Sacopenapã (ou Sacopenapan), até ser erguida por pescadores uma capela de pedras onde se levantaria o Forte. A capela era em homenagem a Nossa Senhora de Copacabana, de origem boliviana, cuja imagem foi trazida por peruleiros (mercadores de prata que viajavam entre o Rio, Bolívia e Peru).
Thomaz Farkas
Praia de Copacabana
1940s

Vista noturna do Pavilhão de Caça e Pesca da Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Vista noturna do Pavilhão de Caça e Pesca da Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil
Vista noturna da Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil. No primeiro plano, o Pavilhão de Caça e Pesca. Concebida pelo prefeito engenheiro Carlos Sampaio, a exposição foi inaugurada pelo presidente Epitácio Pessoa no dia 07.09.1922. Os pavilhões espalhavam-se desde o final da avenida Rio Branco, junto ao Palácio Monroe, que sediava a Comissão Executiva, seguindo até a Ponta do Calabouço pela avenida das Nações (atual Presidente Wilson), através da esplanada recém criada com o desmonte do Morro do Castelo, seguindo ainda na direção da praça XV de Novembro. O Morro do Castelo veio abaixo, depois de inúmeros e antigos projetos com "propósitos higiênicos e urbanísticos", especificamente para alocar esse evento. A exposição permaneceu aberta durante um ano, sendo visitada por milhares de turistas brasileiros e estrangeiros. Alguns pavilhões sobreviveram ao evento: o Pavilhão das Indústrias abriga hoje o Museu Histórico Nacional; o Pavilhão francês, réplica do "Petit Trianon", foi doado pela França para a Academia Brasileira de Letras; o da Administração é atualmente a sede do Museu da Imagem e do Som e o da Estatística, localiza-se ao lado do Clube da Aeronáutica.
Augusto Malta
Esplanada do Castelo
1922

Vista parcial do Pavilhão das Indústrias, noturna, da Exposição Internacional de 1922
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Vista parcial do Pavilhão das Indústrias, noturna, da Exposição Internacional de 1922
Em destaque, a "Torre da Exposição", como ficou conhecida, com cerca de 30 metros de altura, de onde saiam focos de luz que iluminavam a Exposição.
Augusto Malta
Centro ; Esplanada do Castelo
1922

Palácio Monroe iluminado para a chegada dos reis da Bélgica
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Palácio Monroe iluminado para a chegada dos reis da Bélgica
Guilherme Santos
Avenida Rio Branco ; Centro
20 de setembro de 1920

Vista noturna da Enseada de Botafogo e do Morro do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista noturna da Enseada de Botafogo e do Morro do Pão de Açúcar
Guilherme Santos
Morro do Corcovado ; Cosme Velho
circa 1925