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Guerreiros
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Guerreiros
O Guerreiro é irmão do Reisado, primo do Xangô, dos índios da montanha, das Baianas, da Taieira, do Toré de índio, do Cabocolinho, do Bumba-meu-boi e do Quilombo do Pastoril. (Mestre Benon, do Guerreiro Treme Terra de Alagoas). Auto dos Guerreiros ou Guerreiro é um dos mais característicos e importantes folguedos populares do ciclo natalino alagoano. Surgiu em Alagoas, no início do século XX (década de 1920). Canta, através do sincretismo religioso, a chegada do messias e a homenagem dos três Reis Magos. É apresentado entre os dias 24 de dezembro e 6 de janeiro, Dia de Reis.
Marcel Gautherot
Maceió
circa 1948

Guerreiros
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Guerreiros
O Guerreiro é irmão do Reisado, primo do Xangô, dos índios da montanha, das Baianas, da Taieira, do Toré de índio, do Cabocolinho, do Bumba-meu-boi e do Quilombo do Pastoril. (Mestre Benon, do Guerreiro Treme Terra de Alagoas). Auto dos Guerreiros ou Guerreiro é um dos mais característicos e importantes folguedos populares do ciclo natalino alagoano. Surgiu em Alagoas, no início do século XX (década de 1920). Canta, através do sincretismo religioso, a chegada do messias e a homenagem dos três Reis Magos. É apresentado entre os dias 24 de dezembro e 6 de janeiro, Dia de Reis.
Marcel Gautherot
Maceió
circa 1948

Guerreiros
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Guerreiros
O Guerreiro é irmão do Reisado, primo do Xangô, dos índios da montanha, das Baianas, da Taieira, do Toré de índio, do Cabocolinho, do Bumba-meu-boi e do Quilombo do Pastoril. (Mestre Benon, do Guerreiro Treme Terra de Alagoas). Auto dos Guerreiros ou Guerreiro é um dos mais característicos e importantes folguedos populares do ciclo natalino alagoano. Surgiu em Alagoas, no início do século XX (década de 1920). Canta, através do sincretismo religioso, a chegada do messias e a homenagem dos três Reis Magos. É apresentado entre os dias 24 de dezembro e 6 de janeiro, Dia de Reis.
Marcel Gautherot
Maceió
circa 1948

Guerreiros
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Guerreiros
O Guerreiro é irmão do Reisado, primo do Xangô, dos índios da montanha, das Baianas, da Taieira, do Toré de índio, do Cabocolinho, do Bumba-meu-boi e do Quilombo do Pastoril. (Mestre Benon, do Guerreiro Treme Terra de Alagoas). Auto dos Guerreiros ou Guerreiro é um dos mais característicos e importantes folguedos populares do ciclo natalino alagoano. Surgiu em Alagoas, no início do século XX (década de 1920). Canta, através do sincretismo religioso, a chegada do messias e a homenagem dos três Reis Magos. É apresentado entre os dias 24 de dezembro e 6 de janeiro, Dia de Reis.
Marcel Gautherot
Maceió
circa 1948

Guerreiros
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Guerreiros
O Guerreiro é irmão do Reisado, primo do Xangô, dos índios da montanha, das Baianas, da Taieira, do Toré de índio, do Cabocolinho, do Bumba-meu-boi e do Quilombo do Pastoril. (Mestre Benon, do Guerreiro Treme Terra de Alagoas). Auto dos Guerreiros ou Guerreiro é um dos mais característicos e importantes folguedos populares do ciclo natalino alagoano. Surgiu em Alagoas, no início do século XX (década de 1920). Canta, através do sincretismo religioso, a chegada do messias e a homenagem dos três Reis Magos. É apresentado entre os dias 24 de dezembro e 6 de janeiro, Dia de Reis.
Marcel Gautherot
Maceió
circa 1948

Guerreiros
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Guerreiros
O Guerreiro é irmão do Reisado, primo do Xangô, dos índios da montanha, das Baianas, da Taieira, do Toré de índio, do Cabocolinho, do Bumba-meu-boi e do Quilombo do Pastoril. (Mestre Benon, do Guerreiro Treme Terra de Alagoas). Auto dos Guerreiros ou Guerreiro é um dos mais característicos e importantes folguedos populares do ciclo natalino alagoano. Surgiu em Alagoas, no início do século XX (década de 1920). Canta, através do sincretismo religioso, a chegada do messias e a homenagem dos três Reis Magos. É apresentado entre os dias 24 de dezembro e 6 de janeiro, Dia de Reis.
Marcel Gautherot
Maceió
circa 1948

Guerreiros
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010ALGU01560.jpg
Guerreiros
O Guerreiro é irmão do Reisado, primo do Xangô, dos índios da montanha, das Baianas, da Taieira, do Toré de índio, do Cabocolinho, do Bumba-meu-boi e do Quilombo do Pastoril. (Mestre Benon, do Guerreiro Treme Terra de Alagoas). Auto dos Guerreiros ou Guerreiro é um dos mais característicos e importantes folguedos populares do ciclo natalino alagoano. Surgiu em Alagoas, no início do século XX (década de 1920). Canta, através do sincretismo religioso, a chegada do messias e a homenagem dos três Reis Magos. É apresentado entre os dias 24 de dezembro e 6 de janeiro, Dia de Reis.
Marcel Gautherot
Maceió
circa 1948

Guerreiros
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010ALGU01561.jpg
Guerreiros
O Guerreiro é irmão do Reisado, primo do Xangô, dos índios da montanha, das Baianas, da Taieira, do Toré de índio, do Cabocolinho, do Bumba-meu-boi e do Quilombo do Pastoril. (Mestre Benon, do Guerreiro Treme Terra de Alagoas). Auto dos Guerreiros ou Guerreiro é um dos mais característicos e importantes folguedos populares do ciclo natalino alagoano. Surgiu em Alagoas, no início do século XX (década de 1920). Canta, através do sincretismo religioso, a chegada do messias e a homenagem dos três Reis Magos. É apresentado entre os dias 24 de dezembro e 6 de janeiro, Dia de Reis.
Marcel Gautherot
Maceió
circa 1948

Série Guerreiros - Figurantes de um auto popular do ciclo do reisado
Arquivo/Coleção: Maureen Bisilliat
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Série Guerreiros - Figurantes de um auto popular do ciclo do reisado
Fotografia integra conjunto realizado nas cidades alagoanas de Pilar e Marimbondo no ano de 1970, quando Maureen Bisilliat fotografou integrantes do Reisado. Este auto popular, de caráter profano-religioso, é formado por cantores, músicos e dançarinos que percorrem as casas da cidade no período de 24 de dezembro a 06 de janeiro com o objetivo de homenagear os Três Reis Magos e louvar os donos das casas em que dançam. Algumas das imagens do “cortejo luminoso”, forma como o ensaio foi identificado pela fotógrafa posteriormente, foram publicadas no livro “Maureen Bisilliat - fotografias” (catálogo da exposição homônima, IMS, 2009), exibidas na exposição virtual “Maureen Bisilliat - imagens da literatura brasileira” (plataforma Google Arts and Culture, 2018) e nas exposições "Escrever com a imagem e ver com a palavra" (IMS SP e RJ, 2019-2020) e "Devolução - agora ou nunca" (IMS Poços de Caldas, 2020-2021). Mais de duas décadas após a produção da série, Maureen passou a relacionar os retratados a caráter para a folia aos arquétipos sertanejos criados por Ariano Suassuna, adicionando trechos de escritos do paraibano ao contexto das imagens mostradas nos diversos projetos.
Maureen Bisilliat
Regiões de Pilar e Marimbondo
1970