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Escultor na areia de Copacabana
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Escultor na areia de Copacabana
Copacabana fazia parte da Gávea até o século XVIII, e toda a área era chamada de Sacopenapã (ou Sacopenapan), até ser erguida por pescadores uma capela de pedras onde se levantaria o Forte. A capela era em homenagem a Nossa Senhora de Copacabana, de origem boliviana, cuja imagem foi trazida por peruleiros (mercadores de prata que viajavam entre o Rio, Bolívia e Peru).
Thomaz Farkas
Praia de Copacabana
1940s

Detalhe das fachadas do Teatro Municipal e do Hotel Esplanada
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Detalhe das fachadas do Teatro Municipal e do Hotel Esplanada
O Teatro Municipal de São Paulo, projetado pelo arquiteto Ramos Azevedo, foi inaugurado em 12 de setembro de 1911. Desde o fim do século XVIII, no entanto, a aristocracia paulista já pleiteava um teatro onde pudesse receber grandes companhias estrangeiras, uma vez que o único teatro da cidade, o São José, havia sofrido um incêndio e não se encontrava em condições de receber grandes montagens teatrais. O terreno escolhido para a nova casa de espetáculos, no Morro do Chá, foi comprado em 1902, e Ramos de Azevedo inspirou-se na Ópera de Paris para fazer sua obra. Além de óperas, o Municipal foi palco de importantes manifestações culturais, como a Semana de Arte Moderna de 1922. Já o Hotel Esplanada, por muito tempo considerado o mais elegante da capital paulista, foi construído em 1923 pelos arquitetos Viret e Marmorat, era ponto de encontro da elite paulistana nos animados bailes que promovia. Atualmente é sede do Grupo Votorantim.
Hildegard Rosenthal
Centro
circa 1942

Vista noturna do viaduto do Chá
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Vista noturna do viaduto do Chá
Vista noturna do viaduto do Chá, rumo à praça Ramos de Azevedo. À esquerda o relógio quadrado do Mappin que, na data, teve seu nome alterado para Casa Anglo-Brasileira.
Hildegard Rosenthal
Viaduto do Chá, Centro
1939

Lojas de departamento iluminadas
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Lojas de departamento iluminadas
Imagem noturna do edifício Barão de Iguape, com vitrines de lojas de departamento iluminadas.
Hildegard Rosenthal
Praça do Patriarca, Centro
circa 1940

Alumiação, festa popular
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Alumiação, festa popular
Rito folclórico do Amazonas, celebrado no dia 2 de novembro, destinado à memória dos mortos. Por influência portuguesa, milhares de pessoas se dirigem aos cemitérios, onde acendem muitas velas para homenagear os finados e, ao chegar da noite, assistem a um espetáculo de luzes.
Marcel Gautherot
Manaus
circa 1950

Alumiação, festa popular
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Alumiação, festa popular
Rito folclórico do Amazonas, celebrado no dia 2 de novembro, destinado à memória dos mortos. Por influência portuguesa, milhares de pessoas se dirigem aos cemitérios, onde acendem muitas velas para homenagear os finados e, ao chegar da noite, assistem a um espetáculo de luzes.
Marcel Gautherot
Manaus
circa 1950

Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Festa tradicional de Salvador, a lavagem do Bonfim é uma das mais populares e exuberantes da Bahia e simboliza o sincretismo religioso da cidade. Desde o século XVIII, três dias antes da missa de domingo do Bonfim os romeiros se reuniam para lavar a igreja e prepará-la para a celebração. Vestidas de branco, cor de Oxalá, Orixá Nagô, trazendo na cabeça potes de barro pintados de branco e cheios de flores brancas, as baianas lavadeiras vem da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia para a Colina do Bom Jesus, em um cortejo alegre, com música, preces, sinos e foguetórios. Pouco a pouco, os escravos viram na festa católica um meio de louvar Oxalá. Em 1745, a Igreja do Senhor do Bonfim começou a ser construída na Colina do Monte Serrat, apelidada pelos baianos com o nome de Colina Sagrada. Nove anos depois, em 1754, ela ficou pronta e a imagem de Cristo trazida pelo oficial Teodósio Rodrigues de Faria, da cidade de Setúbal - Portugal, foi levada seguida de um grande cortejo, da Igreja da Penha para o templo construído especialmente no bairro do Bonfim. A Lavagem do Bonfim acontece na segunda quinta-feira, após o dia de Reis, comemorado no dia 6 de Janeiro. O cortejo sai da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia, seguindo até o alto do Bonfim. Acontece na 2° quinta-feira de janeiro depois do Dia de Reis.
Marcel Gautherot
Entre a Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia e o alto do Bonfim
circa 1961

Carnaval
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Carnaval
Até o final do século XIX, o Carnaval era celebrado com o Entrudo, folguedo tipicamente português em que se atiravam água, farinha, fuligem uns nos outros. No virar do século, o carnaval brasileiro foi se modificando e incorporando diversos elementos, desde a influência do carnaval veneziano, copiado pela aristocracia, até o surgimento de cordões, ranchos, blocos e escolas de Samba, que acabaram por definir o carnaval carioca como é conhecido pelo mundo todo. No caso da Bahia, houve uma tentativa de introduzir o Micarème européia, que logo foi nacionalizada inteiramente para então se chamar Micareta. Na Bahia, ainda ocorre no período do carnaval o Afoxé, ligado as tradições africanas e é considerado uma das manifestações mais ricas e tradicionais do povo baiano no período.
Marcel Gautherot
Salvador
circa 1964

Carnaval
Archive/Collection: Marcel Gautherot
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Carnaval
Até o final do século XIX, o Carnaval era celebrado com o Entrudo, folguedo tipicamente português em que se atiravam água, farinha, fuligem uns nos outros. No virar do século, o carnaval brasileiro foi se modificando e incorporando diversos elementos, desde a influência do carnaval veneziano, copiado pela aristocracia, até o surgimento de cordões, ranchos, blocos e escolas de Samba, que acabaram por definir o carnaval carioca como é conhecido pelo mundo todo. No caso da Bahia, houve uma tentativa de introduzir o Micarème européia, que logo foi nacionalizada inteiramente para então se chamar Micareta. Na Bahia, ainda ocorre no período do carnaval o Afoxé, ligado as tradições africanas e é considerado uma das manifestações mais ricas e tradicionais do povo baiano no período.
Marcel Gautherot
Salvador
circa 1964

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