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Enseada de Botafogo
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
014GL31.jpg
Enseada de Botafogo
Georges Leuzinger
Antigo Reservatório do Morro da Viúva ; Flamengo
circa 1865

Senador Vergueiro, Catete e Praia do Flamengo; a partir do Morro da Viúva
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
014GLAS059.jpg
Senador Vergueiro, Catete e Praia do Flamengo; a partir do Morro da Viúva
Georges Leuzinger
Morro da Viúva ; Flamengo
circa 1866

Panorama do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0038.jpg
Panorama do Rio de Janeiro
Panorâmica tirada do Morro da Viúva, onde se pode ver a Senador Vergueiro, o Catete e a Praia do Flamengo, outrora Praia do Sapateiro. A atual rua Senador Vergueiro era o Caminho Velho que dava acesso à Praia de Botafogo no século XVIII. O solar do Marquês de Abrantes, que deu nome à rua, pertencera a D. Carlota Joaquina, uma das primeiras a fixar residência em Botafogo. Quem a vendeu foi seu filho D. Pedro I, herdeiro da propriedade. Após remodelá-la completamente, o Marquês aí se instalou com a família e promovia animadas reuniões sociais, contando inclusive com a presença da família Imperial. A frente de sua propriedade era também ponto de chegada de regatas que aconteciam na enseada. O Flamengo só se tornou bairro residencial em meados do século XVIII; durante o Segundo Reinado e no começo da República era a praia preferida das famílias cariocas para banhos de mar. Já o Catete era um dos braços do rio Carioca, que ia desaguar na parte baixa do Outeiro da Glória. Na segunda metade do Quinhentismo o bairro era passagem para o engenho de açúcar do rei, na Lagoa. Antônio Salema, governador da capitania do Rio, mandou construir uma ponte sobre o rio Carioca, que ficou conhecida como Ponte do Salema, e estava de pé até cerca de 1866. Por causa de suas terras ricas e água abundante, chácaras e olarias começaram a aparecer no Seiscentismo; durante o Segundo Reinado, ergueram-se no bairro ricas mansões.
Georges Leuzinger
Flamengo
circa 1865