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Casa de Chica da Silva
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Casa de Chica da Silva
A casa pertenceu ao contratador de diamantes João Fernandes de Oliveira, que lá viveu com sua mulher Chica da Silva possivelmente entre 1763 e 1771. Foi construída em estrutura autônoma de madeira com vedações de adobe e pau a pique, e destacam-se na bela residência o balcão fechado em muxarabi e uma entrada reconstruída para a antiga capela de Santa Quitéria. No final da década de 1980 a casa passou às mãos do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN - que aí mantém a sede de sua superintendência regional.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça Lobo de Mesquita
1970s

Casa do Inconfidente Padre Rolim
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Casa do Inconfidente Padre Rolim
A casa, construída no século XVIII, foi residência do padre José de Oliveira e Silva Rolim, mais conhecido como Padre Rolim, um dos principais articuladores da Conjuração Mineira. Após ser preso, foi enviado para Portugal e teve a casa confiscada pela Fazenda Real, que a leiloou. O edifício pertenceu a particulares até a década de 1940, quando foi readquirida pelo Estado e transformada no Museu do Diamante. O museu abriga peças do ciclo de exploração de diamantes e objetos de arte sacra dos séculos XVII e XVIII.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua direita ; Praça da Matriz
1970s

Igreja de Nossa Senhora do Rosário
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Igreja de Nossa Senhora do Rosário
A Igreja de Nossa Senhora do Rosário surgiu por volta de 1731, e quarenta anos mais tarde teve parte de sua estrutura original modificada pela Irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos. Um dos destaques do templo é sua capela-mor com ambientação unitária formada por retábulo, pintura do forro com um colorido penumbrista, mostrando Nossa Senhora do Rosário circundada por anjos, e arco-cruzeiro, todos os trabalhos atribuídos ao guarda-mor José Soares Araújo. No altar-mor há belos douramentos, colunas marmorizadas, desenhos aplicados em ouro e nichos que abrigam São Domingos e São Elesbão.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça Dom Joaquim
1970s

Casa do Muxarabi
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Casa do Muxarabi
A Casa do Muxarabi, onde foi instalada a biblioteca, foi erguida provavelmente na segunda metade do século XVIII para servir de residência particular. O sobrado possui beiral com arremate em cachorros, porta-sacadas, vergas alteadas e, em destaque, o balcão de muxarabi, um dos únicos exemplares autênticos em Minas Gerais. O muxarabi, de origem árabe, foi bastante empregado nas construções coloniais. A Biblioteca Antônio Torres foi criada em 1954 com o objetivo de abrigar os acervos bibliográficos dos escritores Antônio Torres, João Raimundo Mourão e Bernardinho da Cunha.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua da Quitanda
1970s

Casa de Chica da Silva
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Casa de Chica da Silva
A casa pertenceu ao contratador de diamantes João Fernandes de Oliveira, que lá viveu com sua mulher Chica da Silva possivelmente entre 1763 e 1771. Foi construída em estrutura autônoma de madeira com vedações de adobe e pau a pique, e destacam-se na bela residência o balcão fechado em muxarabi e uma entrada reconstruída para a antiga capela de Santa Quitéria. No final da década de 1980 a casa passou às mãos do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN - que aí mantém a sede de sua superintendência regional.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça Lobo de Mesquita
1970s

Igreja de Nossa Senhora do Carmo
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Igreja de Nossa Senhora do Carmo
A igreja de Nossa Senhora do Carmo foi construída em frente à antiga Casa do Contrato a pedido do contratador João Fernandes de Oliveira. A autorização para as obras foi dada em 1760, e a igreja já estaria pronta em 1765, faltando apenas alguns detalhes de ornamentação. O frontispício da igreja foi feito em adobe e tem estrutura de madeira. Na portada estão os símbolos da Ordem Carmelita e Monte Carmelo. Interiormente, os altares laterais abrigam duas imagens, de origem portuguesa, de Santo Elias e Santa Teresa D'Ávila, e o conjunto de retábulos foram concebidos e executados no estilo D. João V. Ao longo do século XIX o templo passou por uma série de reformas, que acabaram por alterar seu aspecto original. Foi nessa época que teve a torre única da parte superior demolida, reconstruída na década de 1940 pelo IPHAN.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua do Carmo
1970s

Casa de Chica da Silva
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Casa de Chica da Silva
A casa pertenceu ao contratador de diamantes João Fernandes de Oliveira, que lá viveu com sua mulher Chica da Silva possivelmente entre 1763 e 1771. Foi construída em estrutura autônoma de madeira com vedações de adobe e pau a pique, e destacam-se na bela residência o balcão fechado em muxarabi e uma entrada reconstruída para a antiga capela de Santa Quitéria. No final da década de 1980 a casa passou às mãos do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN - que aí mantém a sede de sua superintendência regional.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça Lobo de Mesquita
1970s

Antigo Colégio de Nossa Senhora das Dores
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Antigo Colégio de Nossa Senhora das Dores
O prédio do Colégio de Nossa Senhora das Dores foi erguido entre 1775 e 1800 e ficou conhecido como Casa da Glória porque foi residência de Dona Josefa Maria da Glória. No início do século XIX a casa passou para as mãos da Coroa, para abrigar intendentes de diamantes, e em 1864 passou ao domínio eclesiástico. Logo foi transformada em residência oficial dos bispos de Diamantina, e por volta de 1867 sofreu algumas mudanças para abrigar religiosas da Ordem de São Vicente de Paulo. A casa então tornou-se conhecida como Orfanato e, posteriormente, como Educandário Feminino de Nossa Senhora das Dores. Pouco depois as Irmãs adquiriram o edifício do outro lado da rua e, para ligar as casas, mandaram construir uma passarela, conhecida como Passadiço da Glória ou Passarela de Diamantina. Em 1969 pesquisadores alemães compraram a casa e a transformaram no Instituto Eschwege, incorporado à UFMG em 1979.
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro
1970s

Sede da Prefeitura de Diamantina
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Sede da Prefeitura de Diamantina
O casarão localizado na praça Conselheiro Mata foi erguido entre 1733 e 1735, por iniciativa do governo colonial, e passou por reformas entre 1752 e 1761, e posteriormente em 1817. Abrigou inicialmente a Casa da Intendência e, a partir de 1860, o Externato de Diamantina. No edifício também funcionou a Escola Normal, entre 1879 e 1896, e um grupo escolar, que se instalou em 1907. Atualmente sedia a Prefeitura e a Câmara Municipal.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça Conselheiro Mata
1970s