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Sobrados
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Sobrados
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro
1970s

Sobrados
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Sobrados
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro
1970s

Mercado Municipal
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Mercado Municipal
O Mercado Municipal começou a ser construído por volta de 1835, a mando do tenente Joaquim Cassimiro Lages, e funcionou originalmente como prédio de moradia, comércio e rancho de tropeiros (chamado na época "intendência"). A intendência era um lugar destinado ao descarregamento e comercialização de mercadorias vindas de outros lugares, e no caso de Diamantina foi desativada em 1884. Em 1889 a Câmara Municipal, a pedidos da população, adquiriu o prédio dos herdeiros de Lages e ali iniciou a construção do atual mercado, com estrutura de madeira e fachada em arcos. Atualmente, o antigo mercado abriga um centro cultural.
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro
1970s

Mercado Municipal
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Mercado Municipal
O Mercado Municipal começou a ser construído por volta de 1835, a mando do tenente Joaquim Cassimiro Lages, e funcionou originalmente como prédio de moradia, comércio e rancho de tropeiros (chamado na época "intendência"). A intendência era um lugar destinado ao descarregamento e comercialização de mercadorias vindas de outros lugares, e no caso de Diamantina foi desativada em 1884. Em 1889 a Câmara Municipal, a pedidos da população, adquiriu o prédio dos herdeiros de Lages e ali iniciou a construção do atual mercado, com estrutura de madeira e fachada em arcos. Atualmente, o antigo mercado abriga um centro cultural.
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro
1970s

Vista da cidade tirada do Hotel Tijuco
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Vista da cidade tirada do Hotel Tijuco
Diamantina, antigo Arraial do Tijuco, surgiu no início do século XVIII com o bandeirante Jerônimo Gouvêa, na localidade conhecida como Burgalhau. Seguindo o curso do rio Jequitinhonha, Gouvêa achou, na confluência dos rios Piruruca e Grande, uma grande quantidade de ouro, e a partir da década de 1720 começou a surgir o povoado, seguindo as margens dos rios onde era feito o garimpo. Logo foi descoberto diamante, mas somente depois de alguns anos de exploração foi comunicado o fato à Coroa Portuguesa. O arraial passou a chamar-se Vila Diamantina em 1831, e ainda nesse ano o ciclo de extração de diamantes era intenso, diferente do ciclo do ouro, que já estava em decadência. O ciclo diamantino entrou em decadência somente em 1860, quando foram descobertas jazidas na África, o que fez com que o preço do mineral despencasse. A cidade, que conserva suas características coloniais, é tombada pelo IPHAN e foi nomeada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO.
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro
1970s

Antigo Colégio de Nossa Senhora das Dores
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Antigo Colégio de Nossa Senhora das Dores
O prédio do Colégio de Nossa Senhora das Dores foi erguido entre 1775 e 1800 e ficou conhecido como Casa da Glória porque foi residência de Dona Josefa Maria da Glória. No início do século XIX a casa passou para as mãos da Coroa, para abrigar intendentes de diamantes, e em 1864 passou ao domínio eclesiástico. Logo foi transformada em residência oficial dos bispos de Diamantina, e por volta de 1867 sofreu algumas mudanças para abrigar religiosas da Ordem de São Vicente de Paulo. A casa então tornou-se conhecida como Orfanato e, posteriormente, como Educandário Feminino de Nossa Senhora das Dores. Pouco depois as Irmãs adquiriram o edifício do outro lado da rua e, para ligar as casas, mandaram construir uma passarela, conhecida como Passadiço da Glória ou Passarela de Diamantina. Em 1969 pesquisadores alemães compraram a casa e a transformaram no Instituto Eschwege, incorporado à UFMG em 1979.
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro
1970s

Sobrado
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Sobrado
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro
1970s

Hotel Tijuco
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Hotel Tijuco
O Hotel Tijuco, projetado por Oscar Niemeyer, foi construído em terrenos que o Estado havia adquirido dos herdeiros do Coronel Cosme Alves do Couto. Depois de finalizado, foi transferido à Hidrominas - Águas Minerais de Minas Gerais S/A - e hoje pertence a particulares.
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro
1970s

Casas
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMG004-022.jpg
Casas
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro
1970s