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Arquivo/Coleção: Augusto Boal (AB)
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Considerações a respeito do processo de habeas corpus relativo a empresa de Augusto Boal. Notícia sobre viagem ao Canadá para o 8º Festival Internacional de Teatro do Oprimido
Augusto Boal
Rio de Janeiro
12 de maio de 1997

-;-;-;O dinheiro e o poder;-;-;-;Adeus a New York;-;-;Armísticio;Está na hora de rezar;-;-;O profeta Roque;O delicado problema da censura;-;-;Retorno à Idade Média;Passeio a Mangaratiba;-;-;-;Amor pelo Ceará;-;Carlos Leão;Liberdade, liberdade;Conversa com mãe Chiquinha;Seca;O incrível centenário;-;-;Trem de ferro;Carta do sertão;-;Sumiram os soviéticos, voltaram os russos;-;Viva Jerry Ford!;-;A Academia centenária;Brasil, Brasília e o mundo em redor;-;Euridice;Minha ponte em Campo Grande;-;Igreja americana;Mulher;-;Voto de mulher;-;-;A mais gentil das Praieiras;Chegou janeiro;Comidas;-;Minha prima Nazaré;-;-;Maurício: cinco anos;-;-;A terra;-;-;Nosso eu maravilhoso;-;A Ilha em polvorosa;Velhas revistas;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Deve ser bom ser um leão;Mergulham permanentemente no conflito;Todo mundo acha vida...;A novilha paraíba;As mulheres no poder;Cinquenta anos de A bagaceira;Esse bonito bando de tucanos;Guerra de Troia;Literatura de horror;Mulher;O rei;Pai e filho em cena de ternura explícita;A palmatória do mundo;Ainda os crentes;Aquele Itamar de Juiz de Fora;Convocação geral;De João Pessoa até hoje;Magalhães Junior;Nome de rua;Nova carta do sertão;O Brasil, o mundo, o futuro;O frade;O sertão e o seu mistério (II);Pai e filho em cena de tortura explícita;Pena de morte;Quatro mortes diárias;Sangue real;A terra e os viajantes das estrelas
Arquivo/Coleção: Rachel de Queiroz (RQ)
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Carta
Rachel de Queiroz
Local não identificado
Século XX

Nota internacional;Censo mostra um Brasil urbano que avança na direção do Norte;Subprodutos do amor;Conversinha quase semântica;Pesa um cansaço geral;Lembrai-vos de 46;Os livros nossos inimigos;Geração sem rebeldia;Livrarias e nostalgia;Táxi de noite (Taxi di notte);Criança ontem e hoje;Uma rua chamada pecado (A streetcar named desire);O santo e seu cavalo;Em seguida, o pior;Da arte de se exibir;Vacina constitucional;Exercício;Os outros não existem;Guernica, meu amor;Quem não tem pena dos poetas hoje;O Brasil não é o Brasil;Cineminha de segunda-feira;Temores e tremores;Na curva do tempo;O crime de não perdoar;Vamos adiar o futuro;O tema da poesia cristã;Uma casa no Rio de Janeiro;Os quatro mineiros;O voo cego do livro;Estamos todos presos;Hora da metanoia;Nada justifica a suspensão do sagrado direito de defesa;Sai dessa Brasil;O dinheiro ou a nova pátria de Mamma Lucia;O namorado da professora;Vantagens e desvantagens de ser sueca;Saudade póstuma;Um anjo mudou de endereço;Onde reina a calmaria;Cantando na chuva (Singing in the rain);Não vale o escrito;Cartas ao presidente;Um crítico lúcido e honesto;Fifi, o sanguinário;É mais difícil criar os filhos hoje?;Lá e cá más fadas há;Sete vezes sete;Conversa com um varão da República;Cabeça quente;Camundongos telespectadores e um coelho revolucionário;Casebre, casa, casaréu: Minas Gerais;Cidade atômica;Clube do poder;Com raiva e amor: Henriquinho;Como abraçar o jornalismo;Constituição dos espíritos;Da mortalidade dos jornais;De como o prof. Jubileu de Almeida salvará a república;Discurso de Otto;Do morro à imortalidade;Em livro, a festa tribal do modernismo;Entramos no jogo;Escarmento;Exercício semi-lírico;Franklin;Fugindo da crise;Hino à vida;In cassum frustraque;Introdução a Mário de Andrade;Louvação e cobrança;Não há vaga;No aniversário da morte de Mário de Andrade;O botão e a urna;O esgrimista solitário;O fio das lamentações;O homem de Santa Comba Dão;O horizonte da Constituinte;O jogo da vida;O menino e o conselheiro;O meu velho Senado;O obus e as cambaxirras;O pai;O patinho feio;O realejo e o elefante;O sol impiedoso da oposição;Os caminhos do coração;Os charutos e a calamidade;Os grilos não cantam mais II;Os selvagens também sonham;Osório Borba e um parêntese infeliz;Palíndromo: ida e volta;Paris: ida e volta;Poemas da praça e do crepúsculo;Poesia se explica;Pombas e falcões;Por que, meu Deus, por quê?;Porque as gordas salvarão o mundo;Povo, pacote e pacotilha;Quando comunicamos em;Quatro;Quem é que leu?;Rumor do Brasil;Sem lei, nem rei;Título não identificado;Todos os burros são iguais;Uma aventura na África (The african queen);Uma festa brasileira;Vem aí o cometa;Verde é verba;Vilegiatura;Viva a metáfora;Voto de letra
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Todos os burros são iguais
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
16 de julho de 1978

Natal;O discreto Rangel;Um poeta italiano;O meu boi morreu lá no Piauí;Graça e desgraça;Portas fechadas;Loteca sueca para um grande de Espanha;Olha ele aí;Rosa rosae rosam;Trazemos a roça dentro de nós;O escritor e a sua essência humana;Escritor e leitor;O futuro passou de moda;O nome dos gringos;Essayons de parler franglais;Willy Lewin, o bom professor de poesia;Onde começa a República;Instante dinamarquês;Prova de fogo;Mater dolorosa;Nossos queridos confrades;Tudo começa antes;O amestrador amestrado;Túnel, porão ou debaixo da cama;O gato morto e sua alma;O outro Brasil;Está na hora;João-povão;Quarenta, quatrocentos, quatrocentão;O pó que suja nossas estrebarias;Estrela de uma constelação;Os fantasmas e as ditaduras;Jornal de crítica;Quebra-cabeça;Soberania de falsários;O Brasil aflito;Carochinha vai bem, obrigado;Uma voz no escuro;O ciclotímico herói cobrado;Um grande tema e uma pequena crônica;Uns rapazes que não sabiam filosofia descobriram Comte, por acaso em 1880;O que é preciso para a universidade: Muita coisa;Ouro de lei;Quem é o aldeão;Mulheres na política;Sombra de nossos desalentos e cansaços;Chaga de fogo (Detective store);Um marginal na Academia;Diamantina e seu colar de diamantes;O rei da Suécia vai bem;Eles sabem o que fazem;Por que Mallarmé morreu engasgado;Riscos e ameaças;Circo de focas;Caniço motorizado;Carlos Drummond de Andrade num instante de pessimismo;CDA, ou melhor: o Carlos;Com o embaixador Marques Rebelo;Como dói!;Constituinte: a outra;Conto de Natal;Convento maldito;Desculpem, mas esse gato é meu;Epopeia trágica (Scott of the antartic);Fala, Brasil;Faróis altos;Garotas e melodias (Painting the clouds with sunshine);Grito plebliscitário e republicano;Jubileu: ecos de um tiro;Justiça revolucionária;Livro e mercado;Mãe, filha amiga;Menino só;Missão pontifícia;Mobilização da mediocridade;Musas e urnas;No torvelim da mascarada;O controvertido verde de nossa mata;O diabo feito mulher (Rancho notorious);O ideal do mineiro é viver pobre para morrer rico;O jumento do Visconde;O leão e a gazela;O marujo foi na onda (The sawlor beware);O moinho;O século do pai;O sorriso do retrato;Os donos da enchente;Poeta e polemista;Proibido ser feliz;Quem roubou o cimélio;Romancistas dos inadaptados;Sejamos otimistas;Sim, vale a pena calar - berram os alto-falantes;Solo de cuíca;Touros bravos (The brave bulls);Tragicomédia do poder;Um certo cansaço;Um moralista pelo avesso;Uma carioca na montanha;Uma palavra de maus bofes;Uma tarde, antigamente;Vai-te embora, menina morta;Vítimas do pecado;Volta a Simão, o caolho;Voo cego
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Onde começa a República
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
19 de julho de 1981

Os cardeais e os canibais;Há vendilhões no templo;Poemas da praça e do crepúsculo;Quem tem medo de Léon Bloy;Mistura e mistério;Silêncio e palavra;Curso de meia hora;Um caso de honra (The winslow boy);Está escrito nas estrelas;Rubem e Danilo se encontram em Brasília;Um lápis e uma vaca;O pecado de ser mineiro;História breve da literatura brasileira;Síndrome da fuga;Livros e vinhos;Receita de poeta;Sob o sol da glória;O campeão invisível;De um polo a outro;Uma bailarina chamada Baderna;O pombo apunhalado;O roteiro perdido;Exílio, seus ecos;Porque as mulheres vivem muito;Recriação poética de um professor e seu reino perdido;Não há, neste momento;Carta ao jovem filho;Somos todos suspeitos e vítimas;Definição de quadrúpede;Chorinho disfarçado;Tocaia;Discurso de Otto;Verde é verde;Flores castigadas da burguesia;Introdução à mentira;Pra trás, Brasil;Qual é o signo do Brasil?;No banco do mundo;Todos os homens são iguais;Você, Prestes e o doutor Jô;O sétimo anjo;Fraternidade na poesia;O fulgurante legado de uma vertigem;Escarmento;Voto de Sísifo;Fuga e presença;Paulo Carneiro viveu muitos anos em Paris;Que rei sou eu?;Memorial JK;Scaramouche;Nosso jeito de ser;Meninão invisível;Sem título;Culpem o Brasil;O gato com o rabo de fora;Essa estrela, essa cruz;O grande Celso e a pequena Itú;Obrigado por me matares;Graciliano revisitado;Quem deve ler o quê;Cacatua e cujo;Cidades de ninguém;Cineminha particular;Da boca para fora;Entre, seu Jovino;Estão todos caladinhos;Eutrapelia;Ilha, crise, união;Infelicidade matemática;J.E. do D.C.;Juro que foi ontem;Lêdo Ivo está cansado;Lembrai-vos de Graciliano;Leviandade irrequieta;Luzes no quarto de despejo;Macu brasilnaimático;Mário de Andrade continua;Morte e progresso;Nadando em dinheiro;Natal à brasileira;O ágio das bruxas;O áspero direito à vida;O brilho discreto da estrela solitária;O direito e a torta;O elo partido;O errado destino do discurso;O medo sobre à cabeça;O santo e seu cavalo;O voto e o bode;Os mais e os menos votados;Os miseráveis (Il miserabili);Os quatro mineiros abrem o jogo;Os que não devem nascer (Ditte menneskebarn);País culposo;Pedra para digerir;Por culpa de Maurice Baring;Por que as mulheres escrevem?;Realismo e ficção;Santo Eduardo Frieiro;Saudades de 1500;Três exercícios cifrados;Trinta e oito acadêmicos escolhem um novo companheiro de imortalidade;Vamos invadir os Estados Unidos;Vamos sair do brejo
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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O santo e seu cavalo
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
23 de abril de 1978

Lembrai-vos de 46;Nota internacional;Censo mostra um Brasil urbano que avança na direção do Norte;Subprodutos do amor;Conversinha quase semântica;Pesa um cansaço geral;Em seguida, o pior;Os livros nossos inimigos;Geração sem rebeldia;Livrarias e nostalgia;Táxi de noite (Taxi di notte);Criança ontem e hoje;Uma rua chamada pecado (A streetcar named desire);O santo e seu cavalo;O Brasil não é o Brasil;Cineminha de segunda-feira;Temores e tremores;Da arte de se exibir;Vacina constitucional;Exercício;Os outros não existem;Guernica, meu amor;Quem não tem pena dos poetas hoje;Na curva do tempo;O crime de não perdoar;Vamos adiar o futuro;O tema da poesia cristã;Uma casa no Rio de Janeiro;Os quatro mineiros;Vantagens e desvantagens de ser sueca;O voo cego do livro;Estamos todos presos;Hora da metanoia;Nada justifica a suspensão do sagrado direito de defesa;Sai dessa Brasil;O dinheiro ou a nova pátria de Mamma Lucia;O namorado da professora;Cantando na chuva (Singing in the rain);Saudade póstuma;Um anjo mudou de endereço;Onde reina a calmaria;Fifi, o sanguinário;Não vale o escrito;Cartas ao presidente;Um crítico lúcido e honesto;Conversa com um varão da República;É mais difícil criar os filhos hoje?;Lá e cá más fadas há;Sete vezes sete;Cabeça quente;Camundongos telespectadores e um coelho revolucionário;Casebre, casa, casaréu: Minas Gerais;Cidade atômica;Clube do poder;Com raiva e amor: Henriquinho;Como abraçar o jornalismo;Constituição dos espíritos;Da mortalidade dos jornais;De como o prof. Jubileu de Almeida salvará a república;Discurso de Otto;Do morro à imortalidade;Em livro, a festa tribal do modernismo;Entramos no jogo;Escarmento;Exercício semi-lírico;Franklin;Fugindo da crise;Hino à vida;In cassum frustraque;Introdução a Mário de Andrade;Louvação e cobrança;Não há vaga;No aniversário da morte de Mário de Andrade;O botão e a urna;O esgrimista solitário;O fio das lamentações;O homem de Santa Comba Dão;O horizonte da Constituinte;O jogo da vida;O menino e o conselheiro;O meu velho Senado;O obus e as cambaxirras;O pai;O patinho feio;O realejo e o elefante;O sol impiedoso da oposição;Os caminhos do coração;Os charutos e a calamidade;Os grilos não cantam mais II;Os selvagens também sonham;Osório Borba e um parêntese infeliz;Palíndromo: ida e volta;Paris: ida e volta;Poemas da praça e do crepúsculo;Poesia se explica;Pombas e falcões;Por que, meu Deus, por quê?;Porque as gordas salvarão o mundo;Povo, pacote e pacotilha;Quando comunicamos em;Quatro;Quem é que leu?;Rumor do Brasil;Sem lei, nem rei;Título não identificado;Todos os burros são iguais;Uma aventura na África (The african queen);Uma festa brasileira;Vem aí o cometa;Verde é verba;Vilegiatura;Viva a metáfora;Voto de letra
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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O santo e seu cavalo
Crônica
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
maio de 1982

Conto de Natal;Romance e jornal;No horizonte do Brasil;O insaciável antropófago;Eu tu ele: nós;Variações sobre a lua;Ontens que choram;O preso nº 3535;Ilusões e desilusões;Ler para criticar;Missão pontifícia;Convento de Aretino;O bezerro, a vaca e o boi;Tragédia do meu destino;O latido do sol;Uma boa nova;Segundo;Divórcio;O Marrocos, uma encruzilhada;Falou, bicho;O que for soará;Linhas cruzadas;Muchas gracias, señores;Crônica em que se pretendia dizer e não disse;Silêncio: o imprevisível;O moinho;Favor não acordar o bebê;O que vem por aí;Jackson de Figueiredo;Vamos olhar para trás;Jubileu está de volta;Que fazer?;Cuidado com os elevadores;Sinos de San Fernando (Bells of San Fernando);Um biscoito que virou pirâmide;Quem herda não rouba;O diabo existe;Entreato;Um certo afã de contar tudo;Galo de pena;O secreto mel das letras femininas;Justiça para a Justiça;Pode ser que sim, pode ser que não;Cave canem: pode explodir;O trono vazio;Poeta é o Dante;Luto e guerra na festa do sol;Cinco poemas antigos;Queremos já;Napoleão de hospício;Desculpa das arábias;Sonhos e pesadelos;Guignard e 60 aprendizes;Com o diretor Josué Montello;Casa de ruínas e sombras;Credo olímpico;De Otto Lara Resende à Tribuna;Diamante da boca da mina;Dica de criança (ou de pai coruja);Discurso do aluno Otto Lara Resende, orador da turma de diplomandos de 1938;Do diálogo ao demônio;Eles sabem o que fazem;Entulho e engulho;Está na hora de assobiar;Evasão, invasão;França: é isso aí;Graça e desgraça de escrever;História de uma escola de arte;Incipit : Visceralmente escritora;Laços de família;Legião ignota;Lembrança de Bernanos;Liberal: ser ou não ser;Literariamente com a morte de Clarice;Lotação esgotada;Matar ou morrer (Hight noon);Mel nos olhos;Monges condenados;Na grande área;Namoro antigo;Natal: um menino inútil;O Brasil pecador se confessa;O burro empacado;O candidato de calva à mostra;O feijão também é um sonho;O gato epicurista;O nó da violência;O passado é azul;O penhasco e o chá;O pintor e sua opção;O por ora indescartável;O sagrado horror ao nosso irmão português;Onda de verão;Orthographya: facto alphabetico e metaphyco;Os astros vêem longe;Os fantasmas da catedral;Pérolas;Por que Grahan Greene não veio ao Brasil;Porta mágica;Prestígio da história;Quando Michel Simon chegou ao Brasil...;Quatro livros mineiros;Reciclagem do papo;Rosa dos ventos;Som e sentido de nove histórias;Terceiro;Testemunhos sobre o Modernismo...;Tudo bem, com nuvens;Um antecipador;Um gato na presidência;Um lugar para Maria Julieta/A entrevista que não houve;Um poeta cristão;Uma quimera chamada Brasil;Uma voz a menos;Vou ali e não volto;Welcome, Rosalynn;Em 1860 quando se tomava café e rapé era raro não haver sessão por falta de quórum
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Justiça para a Justiça
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
11 de janeiro de 1981

Preservação da liberdade;Macau (Macao);Musical mineiral;De João a João;O que vou ser quando crescer;Fala, Coreano!;Os rios assassinados;Faróis altos;Paixão de Beduíno;Lágrima bastante barroca;Simão, o caolho;Com o pintor Marcier;Um homem, um caráter;Desculpem: ottolarologia;Só falta a solução;Ninguém sabe, ninguém viu;Como era verde o meu Leblon;Uma carroça atravanca o futuro;O ignorado caudal nordestino;Deu bode no dicionário;Papagaios e computadores;Quando nos falha a memória;Mergulhando para a morte (The sea harnet);Passagem de nível;Liberdade, a grande aspiração;Constituinte: o entulho;Uma realização da F.F.M.G.;O lado da sombra;O sorriso do retrato;Focas e boias-frias;O leão incompetente;Frágeis baleias ameaçadas;Quem sabe o que fica;Milagre: um brasileiro feliz;Soneto livre;Conto de Otto Lara Resende: Mater Dolorosa;Recomeço do sonho;Conversa à vista;O mata-sete (El siete machos);Francis' fun fair;Literatura de exportação;Ponto de saturação;Mocinhos e bandidos;O diabo na guerra santa;Volta ao futuro;O Positivismo no Brasil;Jornalismo de ontem e de hoje: apenas alguns detalhes;Os 160 dias;Horas intermináveis;Sejamos otimistas;Caixinha de surpresas;Capicua dá sorte;Carro mata menos escritor do que avião;Carta de Otto Lara;Chão de ferro em que pisa o gigante;Cineminha de segunda-feira;Círculo vicioso;Conversa pós-eleitoral;Cruzeiro velho, nova ordem;Dize-me como te chamas;Enfim, o culpado;Escrever e editar;Estrela escrita;Eu, Caim;Filho da mentira;Graças e desgraças;Janela;Letra morta;Lirismo e bom humor;Loteria presidencial;Luz e sombra;Mar de modernidade;Meu querido Alceu;Minutos de uma idade ainda hollywoodiana;Mudança de rumo;Não se dá vida impunemente às ideias;O Brasil de amanhã, ontem;O Cruzeiro;O descobridor descoberto;O encontro;O gigante acorrentado;O grito no túnel;O que Jânio tem na cabeça;O relógio da discórdia;O riso da cucaburra;Olha o boi voando;Onde é o Brasil?;Ora essa...;Pitanga e outros bichos;Podia ser pior;Por que não me ufano do meu país;Punhais de agosto;Quebra-quebra e troca-troca;Reproclamar a república;Sexto de dezessete...;Sombra e água fresca;Stela me abriu a porta;Trecho;Três pares de patins;Um grito no silêncio;Vamos plantar bananeiras;Ver para crer
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Conversa à vista
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
7 de setembro de 1986

Essa estrela, essa cruz;O grande Celso e a pequena Itú;Obrigado por me matares;Graciliano revisitado;Quem deve ler o quê;Meninão invisível;Sem título;Culpem o Brasil;O gato com o rabo de fora;Silêncio e palavra;Curso de meia hora;Um caso de honra (The winslow boy);Está escrito nas estrelas;Rubem e Danilo se encontram em Brasília;Os cardeais e os canibais;Há vendilhões no templo;Poemas da praça e do crepúsculo;Quem tem medo de Léon Bloy;Mistura e mistério;Síndrome da fuga;Um lápis e uma vaca;O pecado de ser mineiro;História breve da literatura brasileira;De um polo a outro;Uma bailarina chamada Baderna;O pombo apunhalado;Livros e vinhos;Receita de poeta;Sob o sol da glória;O campeão invisível;Recriação poética de um professor e seu reino perdido;Não há, neste momento;Carta ao jovem filho;Somos todos suspeitos e vítimas;Definição de quadrúpede;O roteiro perdido;Exílio, seus ecos;Porque as mulheres vivem muito;Introdução à mentira;Pra trás, Brasil;Chorinho disfarçado;Tocaia;Discurso de Otto;Verde é verde;Flores castigadas da burguesia;Todos os homens são iguais;Você, Prestes e o doutor Jô;O sétimo anjo;Fraternidade na poesia;Qual é o signo do Brasil?;No banco do mundo;Que rei sou eu?;Memorial JK;Scaramouche;Nosso jeito de ser;O fulgurante legado de uma vertigem;Escarmento;Voto de Sísifo;Fuga e presença;Paulo Carneiro viveu muitos anos em Paris;Cacatua e cujo;Cidades de ninguém;Cineminha particular;Da boca para fora;Entre, seu Jovino;Estão todos caladinhos;Eutrapelia;Ilha, crise, união;Infelicidade matemática;J.E. do D.C.;Juro que foi ontem;Lêdo Ivo está cansado;Lembrai-vos de Graciliano;Leviandade irrequieta;Luzes no quarto de despejo;Macu brasilnaimático;Mário de Andrade continua;Morte e progresso;Nadando em dinheiro;Natal à brasileira;O ágio das bruxas;O áspero direito à vida;O brilho discreto da estrela solitária;O direito e a torta;O elo partido;O errado destino do discurso;O medo sobre à cabeça;O santo e seu cavalo;O voto e o bode;Os mais e os menos votados;Os miseráveis (Il miserabili);Os quatro mineiros abrem o jogo;Os que não devem nascer (Ditte menneskebarn);País culposo;Pedra para digerir;Por culpa de Maurice Baring;Por que as mulheres escrevem?;Realismo e ficção;Santo Eduardo Frieiro;Saudades de 1500;Três exercícios cifrados;Trinta e oito acadêmicos escolhem um novo companheiro de imortalidade;Vamos invadir os Estados Unidos;Vamos sair do brejo
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Cidades de ninguém
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
6 de julho de 1986