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Revolucionários e seu general
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm1-0067.jpg
Revolucionários e seu general
Provavelmente as tropas retratadas na imagem são aquelas que participaram da Revolução Federalista, empreendida no sul do país entre 1893 e 1895. A revolução foi causada pela instabilidade política gerada por militantes federalistas, que pretendiam "libertar" o Rio Grande da "tirania" de Júlio de Castilhos, então presidente da Província. As disputas entre federalistas (também conhecidos como maragatos) e os partidários de Júlio de Castilhos (chamados de castilhistas ou pica-paus) deflagrou uma guerra civil, que atingiu regiões de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná, e foi vencida pelos castilhistas, ajudados por forças militares enviadas pelo Marechal Floriano Peixoto, então presidente da República.
Hermann Meyer
Brasil
1895

Militares durante o período revolucionário
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm1-0068.jpg
Militares durante o período revolucionário
Provavelmente as tropas retratadas na imagem são aquelas que participaram da Revolução Federalista, empreendida no sul do país entre 1893 e 1895. A revolução foi causada pela instabilidade política gerada por militantes federalistas, que pretendiam "libertar" o Rio Grande da "tirania" de Júlio de Castilhos, então presidente da Província. As disputas entre federalistas (também conhecidos como maragatos) e os partidários de Júlio de Castilhos (chamados de castilhistas ou pica-paus) deflagrou uma guerra civil, que atingiu regiões de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná, e foi vencida pelos castilhistas, ajudados por forças militares enviadas pelo Marechal Floriano Peixoto, então presidente da República.
Hermann Meyer
Brasil
1895

Tropas revolucionárias brasileiras
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm1-0069.jpg
Tropas revolucionárias brasileiras
Hermann Meyer
Brasil
1895

Pescadores de Pirarucu na margem do rio Amazonas
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0002.jpg
Pescadores de Pirarucu na margem do rio Amazonas
Esta imagem é reproduzida no álbum "Resultat d'une expédition phographique sur le Solimões" publicado por George Leuzinger em 1869. Com o título "Feitoria Pirrarucu - Pêcherie du poisson "Pirrarucu", sur la plage de "Genipappo", sur l'Amazonas, rive droite, vis-à-vis de la 1ère embouchure de "Japurá" [Pesca do peixe "Pirrarucu", na praia de "Genipappo", no Amazonas, margem direita, em frente à primeira foz do "Japurá"]", na prancha de nº 29.
Albert Frisch
AM
1868

Comunidade indígena Passé; às margens do Rio Panellas
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0003.jpg
Comunidade indígena Passé; às margens do Rio Panellas
Esta imagem é reproduzida no álbum "Resultat d'une expédition phographique sur le Solimões" publicado por George Leuzinger em 1869. Com o título "Village d'Indies soumis Paçé", com a seguinte descrição: (rive gauche) sur le "Panellas" [(margem esquerda) no "Panellas"]", na prancha de nº 48.
Albert Frisch
Província do Alto Amazonas (atual região rio Solimões)
1868

Sítio às margens do rio Solimões
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0004.jpg
Sítio às margens do rio Solimões
O termo tapuia, presente no título original da imagem, segundo verbete do Instituto Socioambiental (ISA), é uma identidade genérica para designar grupo de moradores locais, muitos deles descendentes de povos indigenas da região. De acordo com alguns pesquisadores, o termo pode ter conotação pejorativa, que nomeia grupos de pessoas traçoeiras, assim descritos por fazendeiros e indivíduos que travavam conflitos com essas comunidades pela disputa de terras.
Albert Frisch
Província do Alto Amazonas (atual região do rio Solimões)
circa 1865

Habitação de indígenas do povo Miranha; na antiga Província do Alto Amazonas
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0005.jpg
Habitação de indígenas do povo Miranha; na antiga Província do Alto Amazonas
Albert Frisch, fotógrafo alemão contratado por Georges Leuzinger, percorreu em 1867 e 1868 o Alto Amazonas, de Tabatinga a Manaus, e foi um dos primeiros a retratar povos indígenas brasileiros, além de aspectos da paisagem local. O conjunto de cerca de cem imagens foi editado e comercializado pela Casa Leuzinger e representa um marco na fotografia brasileira do século XIX. Esta imagem é reproduzida no álbum "Resultat d'une expédition phographique sur le Solimões" publicado por George Leuzinger em 1869. Com o título "Malocca - Habitation d'Indiens sauvages "miranhas", sur la riviére "Iça", à 35 lieues de son embouchure dans l'Amazonas (rive gauche) [Habitação de índigenas selvagens "Miranhas", no rio Iça, a 35 léguas de sua foz no Amazonas(margem esquerda)]", na prancha de nº 10.
Albert Frisch
Província do Alto Amazonas (atual região do rio Solimões)
circa 1868

Pirarucu
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0006.jpg
Pirarucu
Albert Frisch, fotógrafo alemão contratado por Georges Leuzinger, percorreu em 1867 e 1868 o Alto Amazonas, de Tabatinga a Manaus, e foi um dos primeiros a retratar povos indígenas brasileiros, além de aspectos da paisagem local. Esta imagem é reproduzida no álbum "Resultat d'une expédition phographique sur le Solimões" publicado por George Leuzinger em 1869. Com o título "Pirarucú (Sudis Gigas, Cuv.) 9 pieds de long. Poisson de l'Amazonas, dont on pêche de 100 à 150 mille Arrobas par an (Article d'exportation) [(Sudis Gigas, Cuv.) 9 pés de comprimento. Peixe da Amazônia, do qual são pescados 100 a 150 mil Arrobas por ano (item de exportação)]", na prancha de nº 30.
Albert Frisch
AM
1868

Alto Madeira (Afluente do rio Amazonas)
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0007.jpg
Alto Madeira (Afluente do rio Amazonas)
Resultados etnográficos e arqueológicos da exploração do rio Madeira empreendida por ordem do Governo Imperial. Entre 1863 e 1869 o engenheiro alemão Franz Keller e seu pai, o também engenheiro Joseph Keller, participaram de expedições para a medição de rios no Rio de Janeiro, Paraná e Amazonas. O fotógrafo Albert Frisch chegou a acompanhá-los, mas somente até Manaus. Franz Keller-Leuzinger (que em 1867 casou-se com Sabine, filha de Georges Leuzinger), seu pai e ajudantes seguiram para o rio Madeira, enquanto Frisch viajou pelo o Alto Amazonas até a fronteira com o Peru, a bordo de um vapor, cumprindo seu projeto fotográfico.
Franz Keller
AM
circa 1874