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Túnel do vale do Anhangabaú
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1524234
Túnel do vale do Anhangabaú
Vista do túnel e do vale do Anhangabaú, a partir do viaduto Santa Efigênia. No primeiro plano, a passagem subterrânea sob a avenida São João, popularmente conhecida como "Buraco do Adhemar".
Juca Martins
Vale do Anhangabaú, Centro
agosto de 1993

Palácio dos Campos Elísios
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1527020
Palácio dos Campos Elísios
Homens em charrete, no cruzamento entre a avenida Rio Branco e alameda Glete, ao fundo, à direita, o palácio dos Campos Elíseos.
Juca Martins
Avenida Rio Branco ; Campos Elísios
agosto de 1993

Jardim da Luz
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1536802
Jardim da Luz
Pessoas descansando em área elevada do Jardim da Luz.
Juca Martins
Centro
setembro de 1993

Jardim da Luz
Archive/Collection: Juca Martins
006JMA1536816
Jardim da Luz
Pessoas caminhando em alameda do Jardim da Luz.
Juca Martins
Centro
setembro de 1993

Vendedor em barraca
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Vendedor em barraca
Ao encarar o retratado em profundidade, desvendando sua essência, Madalena criou uma marca inconfundível em sua obra, onde predomina o tom poético. Seu trabalho se destaca quando a fotógrafa abandona o fundo negro do estúdio e focaliza os retratados em seus ambientes naturais de vida ou de trabalho.
Madalena Schwartz
Brasil
1982

Vendedora em Barraca
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Vendedora em Barraca
Ao encarar o retratado em profundidade, desvendando sua essência, Madalena criou uma marca inconfundível em sua obra, onde predomina o tom poético. Seu trabalho se destaca quando a fotógrafa abandona o fundo negro do estúdio e focaliza os retratados em seus ambientes naturais de vida ou de trabalho.
Madalena Schwartz
Brasil
1982

Família
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Família
Ao encarar o retratado em profundidade, desvendando sua essência, Madalena criou uma marca inconfundível em sua obra, onde predomina o tom poético. Seu trabalho se destaca quando a fotógrafa abandona o fundo negro do estúdio e focaliza os retratados em seus ambientes naturais de vida ou de trabalho.
Madalena Schwartz
Brasil
1974

Família
Archive/Collection: Madalena Schwartz
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Família
Ao encarar o retratado em profundidade, desvendando sua essência, Madalena criou uma marca inconfundível em sua obra, onde predomina o tom poético. Seu trabalho se destaca quando a fotógrafa abandona o fundo negro do estúdio e focaliza os retratados em seus ambientes naturais de vida ou de trabalho.
Madalena Schwartz
Brasil
1974

Dzi Croquettes
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Dzi Croquettes
Os Dzi Croquettes foram um grupo performático brasileiro criado pelo coreógrafo norte-americano Lennie Dale, composto pelo autor Wagner Ribeiro de Souza e pelos bailarinos Ciro Barcelos, Cláudio Gaya, Reginaldo de Poli, Rogério de Poli, Cláudio Tovar, Paulo Bacellar, Carlinhos Machado, Benedictus Lacerda, Eloy Simões e Bayard Tonelli. Inspiravam-se no grupo norte-americano "The Coquettes" e no circuito gay off-Broadway, e seus shows irreverentes contestavam a conjuntura política da época. O primeiro espetáculo, montado em 1972, chamava-se "Gente Computada Igual a Você", uma comédia de costumes debochada que fez grande sucesso em São Paulo. Por meio de dublagem, dança, canto e depoimentos pessoais dos integrantes, criticava sutilmente a realidade brasileira, a repressão sexual, a censura imposta pelo AI-5 e a ditadura militar. Pela ousadia do show foram execrados pelo Serviço Nacional de Teatro, um dos braços da ditadura, que se recusava a patrocinar a trupe. Fizeram sucesso não só no Brasil mas também na Europa, movimentando as noites de Paris e Ibiza e participando do filme "Le Chat et la Souris", de Claude Lelouch, em Londres. Em 1976 um grupo de atrizes se juntou aos integrantes originais e pouco tempo depois os atores se separaram.
Madalena Schwartz
São Paulo
circa 1974