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Docas do Mercado da Praia do Peixe
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Docas do Mercado da Praia do Peixe
A Praia do Peixe, que ia originalmente do bairro da Misericórdia até o Arsenal, era o endereço do mercado municipal; primeiro ao relento e depois abrigado numa ampla casa desenhada por Grandjean de Montigny. Sua construção teve início em 1825 e ficou pronta em 1841. Quando o prefeito Pereira Passos iniciou as obras de modernização da cidade, o mercado (que já havia sido em parte destruído por um incêndio, em 1904) foi demolido (1911) e em seu lugar foi erguido um prédio metálico, construído na Inglaterra e na Bélgica, projetado por Alfredo Azevedo Marques. Cinco torres metálicas delimitavam seu espaço. Hoje, apenas uma, na qual funciona o restaurante Albamar está de pé. Ao lado do mercado havia ainda um cais para a atracação dos barcos peixeiros, construído pelo engenheiro Borja Castro.
Torres
Centro
circa 1885

Mercado da Praia do Peixe, ao fundo, torres da Igreja da Ordem Terceira do Carmo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Mercado da Praia do Peixe, ao fundo, torres da Igreja da Ordem Terceira do Carmo
Vista do Mercado da Praia do Peixe, próximo a atual rua do mercado.
Marc Ferrez
Praça XV, centro do Rio ; Praça XV ; Centro
circa 1890

Mercado da Praia do Peixe, próximo à atual rua do Mercado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Mercado da Praia do Peixe, próximo à atual rua do Mercado
Vista do Mercado da Praia do Peixe, próximo a atual rua do mercado
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Mercado da Praia do Peixe, próximo à atual rua do Mercado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Mercado da Praia do Peixe, próximo à atual rua do Mercado
Mercado fundado em 1842 na antiga Praia do Peixe, o mercado foi incendiado e demolido em 1911.
Marc Ferrez
Centro ; Praça XV de Novembro
circa 1884

Esculturas em ferro de Burle Marx
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Esculturas em ferro de Burle Marx
Esculturas em ferro de Burle Marx fotografadas na Praia do Leme. Foram executadas para a adornar a Praia de Botafogo. Roberto Burle Marx ( SP 1909 RJ 1994) foi paisagista, arquiteto, desenhista, pintor, gravador, litógrafo, escultor, tapeceiro, ceramista, designer de jóias e decorador. Viveu no Rio de Janeiro durante sua infância e, em 1928, foi com a família para a Alemanha. De volta ao Brasil, fez o curso de pintura e arquitetura na Escola Nacional de Belas Artes (Enba), Rio de Janeiro, entre 1930 e 1934. Em 1932, realizou seu primeiro projeto de jardim para a residência da família Schwartz, no Rio de Janeiro, a convite do arquiteto Lúcio Costa. Durante a década de 30 ocupou o cargo de diretor de parques e jardins do Recife. Em 1937, retornou ao Rio de Janeiro e trabalhou como assistente de Candido Portinari. Sua paixão por plantas remonta à juventude, quando se interessou por botânica e jardinagem. Em 1949, Burle Marx organizou uma grande coleção, quando adquiriu um sítio de 800.000 m², no Rio de Janeiro. Em companhia de botânicos, realizou inúmeras viagens por diversas regiões do país, para coletar e catalogar exemplares de plantas, reproduzindo em sua obra a diversidade fitogeográfica brasileira.Em 1949 Roberto Burle Marx e seu irmão Siegfried adquiriram o Sítio Santo Antônio da Bica, que possuía uma antiga casa de fazenda e uma pequena capela do século XVII, dedicada a Santo Antônio. Burle Marx restaurou ambos os prédios e começou a trazer para este local sua coleção de plantas, iniciada quando ele tinha 6 anos de idade. O Sítio do famoso paisagista abriga cerca de 3.500 espécimes de plantas originárias de florestas brasileiras e de outros países, numa área de 360.000 metros quadrados. A coleção é considerada uma das mais importantes do mundo no que se refere a plantas tropicais e semi-tropicais, possuindo o título de patrimônio cultural brasileiro desde 1985. Em 1973, mudou-se de Laranjeiras (bairro da zona sul do Rio de Janeiro) para o Sítio, vivendo aí até sua morte em 4 de junho de 1994. Burle Marx doou o Sítio ao governo brasileiro em março de 1985, pretendendo garantir a integridade da propriedade como um todo, bem como criar uma escola dedicada ao paisagismo, botânica e artes em geral, além de deixar para as gerações futuras o inestimável jardim botânico que criou e as coleções de arte e artesanato adquiridas ao longo de sua vida. Aí se incluem suas próprias pinturas, desenhos, murais em azulejos e tecidos, bem como coleções de vidros decorativos, imagens sacras barrocas em madeira, cerâmica pré-colombiana e uma excepcional coleção de cerâmica primitiva oriunda do Vale do Jequitinhonha (estado de Minas Gerais, Brasil).
Marcel Gautherot
Praia do Leme
circa 1955

Esculturas em ferro de Burle Marx
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Esculturas em ferro de Burle Marx
Esculturas em ferro de Burle Marx fotografadas na Praia do Leme. Foram executadas para a adornar a Praia de Botafogo. Roberto Burle Marx ( SP 1909 RJ 1994) foi paisagista, arquiteto, desenhista, pintor, gravador, litógrafo, escultor, tapeceiro, ceramista, designer de jóias e decorador. Viveu no Rio de Janeiro durante sua infância e, em 1928, foi com a família para a Alemanha. De volta ao Brasil, fez o curso de pintura e arquitetura na Escola Nacional de Belas Artes (Enba), Rio de Janeiro, entre 1930 e 1934. Em 1932, realizou seu primeiro projeto de jardim para a residência da família Schwartz, no Rio de Janeiro, a convite do arquiteto Lúcio Costa. Durante a década de 30 ocupou o cargo de diretor de parques e jardins do Recife. Em 1937, retornou ao Rio de Janeiro e trabalhou como assistente de Candido Portinari. Sua paixão por plantas remonta à juventude, quando se interessou por botânica e jardinagem. Em 1949, Burle Marx organizou uma grande coleção, quando adquiriu um sítio de 800.000 m², no Rio de Janeiro. Em companhia de botânicos, realizou inúmeras viagens por diversas regiões do país, para coletar e catalogar exemplares de plantas, reproduzindo em sua obra a diversidade fitogeográfica brasileira.Em 1949 Roberto Burle Marx e seu irmão Siegfried adquiriram o Sítio Santo Antônio da Bica, que possuía uma antiga casa de fazenda e uma pequena capela do século XVII, dedicada a Santo Antônio. Burle Marx restaurou ambos os prédios e começou a trazer para este local sua coleção de plantas, iniciada quando ele tinha 6 anos de idade. O Sítio do famoso paisagista abriga cerca de 3.500 espécimes de plantas originárias de florestas brasileiras e de outros países, numa área de 360.000 metros quadrados. A coleção é considerada uma das mais importantes do mundo no que se refere a plantas tropicais e semi-tropicais, possuindo o título de patrimônio cultural brasileiro desde 1985. Em 1973, mudou-se de Laranjeiras (bairro da zona sul do Rio de Janeiro) para o Sítio, vivendo aí até sua morte em 4 de junho de 1994. Burle Marx doou o Sítio ao governo brasileiro em março de 1985, pretendendo garantir a integridade da propriedade como um todo, bem como criar uma escola dedicada ao paisagismo, botânica e artes em geral, além de deixar para as gerações futuras o inestimável jardim botânico que criou e as coleções de arte e artesanato adquiridas ao longo de sua vida. Aí se incluem suas próprias pinturas, desenhos, murais em azulejos e tecidos, bem como coleções de vidros decorativos, imagens sacras barrocas em madeira, cerâmica pré-colombiana e uma excepcional coleção de cerâmica primitiva oriunda do Vale do Jequitinhonha (estado de Minas Gerais, Brasil).
Marcel Gautherot
Praia do Leme
circa 1955

Arsenal da Guerra, Praia do Peixe e Alfândega; a partir da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Arsenal da Guerra, Praia do Peixe e Alfândega; a partir da Ilha das Cobras
Ao fundo, à esquerda, vemos o Morro do Castelo com a igreja e o antigo Colégio dos Jesuítas. Mais à frente, da esquerda para a direita, a Ponta do Calabouço e o Arsenal de Guerra, onde hoje funciona o Museu Histórico Nacional. Em primeiro plano, à direita, está o prédio da Alfândega, e logo atrás vemos as torres da Igreja de Nossa Senhora do Monte do Carmo, cuja fachada foi toda feita em cantaria. Ao seu lado está a antiga Catedral.
Georges Leuzinger
Ilha das Cobras
circa 1866

Mercado da Praia do Peixe e, ao fundo, Alfândega
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Mercado da Praia do Peixe e, ao fundo, Alfândega
A praia do Peixe ia originalmente do bairro da Misericórdia até o Arsenal. Depois de construído o cais que seria chamado Pharoux (onde hoje é a Praça XV), ficou limitado ao trecho entre o Largo do Paço e a Alfândega. Foi ali que apareceu o primeiro mercado da cidade, inicialmente ao relento e depois abrigado numa ampla casa desenhada por Grandjean de Montigny. Ao lado do mercado havia um cais para a atracação dos barcos peixeiros, construído pelo engenheiro Borja Castro.
Marc Ferrez
Praia do Peixe (região da Praça XV)
circa 1890