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Igreja e Convento do Colégio
Archive/Collection: Mestres do Séc. XIX
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Igreja e Convento do Colégio
Multidão reunida no Largo do Palácio para uma parada do corpo policial da província. O Largo do Palácio, berço da cidade, foi inicialmente chamado Pátio do Colégio, pois foi aí que instalou-se o Colégio dos Jesuítas, O local passou então a ser chamado de Largo do Palácio, abrigando a sede dos capitães generais e passando por uma série de transformações. Depois de ser ocupado também pela Secretaria de Educação, o prédio foi devolvido em 1954 à Companhia de Jesus, e a partir daí todo o conjunto arquitetônico foi reconstituído.
Militão Augusto de Azevedo
Atual Pátio do Colégio
circa 1862

Efeitos da Revolução de 1924 - Tropas para os revolucionários
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Efeitos da Revolução de 1924 - Tropas para os revolucionários
A Revolução Paulista de 1924 foi um movimento de cunho militar, considerado a segunda revolta tenentista. Teve início na madrugada do dia 5 de julho e ocupou a cidade por vinte e três dias, e entre suas motivações destacam-se a insatisfação dos militares paulistas com o presidente Artur Bernardes e a reivindicação de independência do Poder Judiciário e de um Estado mais forte. Prédios públicos da capital foram tomados e houve saques, bombardeios e incêndios provocados pelos rebeldes e fuga desordenada de parte da população. A reação do governo federal veio através de bombardeio aéreo na capital paulista e combate das tropas legalistas, leais a Artur Bernardes, também por terra. Os revoltosos, como não possuíam poderio militar equivalente, viram-se obrigados a abandonar São Paulo em direção ao interior. Aí o comandante do movimento, Isidoro Dias Lopes, decidiu atacar as tropas legalistas que encontravam-se em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, mas não foi bem sucedido e a derrota representou a maior de todo o movimento, com muitos mortos, feridos e presos. Finalmente vencidos, os revoltosos que restaram rumaram para Foz do Iguaçu, no Paraná, e juntaram-se aos oficiais comandados por Luís Carlos Prestes, dando início à Coluna Prestes.
Gustavo Prugner
São Paulo
1924

Efeitos da Revolução de 1924 – Cavalo, vítima de um estilhaço de granada
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Efeitos da Revolução de 1924 – Cavalo, vítima de um estilhaço de granada
A Revolução Paulista de 1924 foi um movimento de cunho militar, considerado a segunda revolta tenentista. Teve início na madrugada do dia 5 de julho e ocupou a cidade por vinte e três dias, e entre suas motivações destacam-se a insatisfação dos militares paulistas com o presidente Artur Bernardes e a reivindicação de independência do Poder Judiciário e de um Estado mais forte. Prédios públicos da capital foram tomados e houve saques, bombardeios e incêndios provocados pelos rebeldes e fuga desordenada de parte da população. A reação do governo federal veio através de bombardeio aéreo na capital paulista e combate das tropas legalistas, leais a Artur Bernardes, também por terra. Os revoltosos, como não possuíam poderio militar equivalente, viram-se obrigados a abandonar São Paulo em direção ao interior. Aí o comandante do movimento, Isidoro Dias Lopes, decidiu atacar as tropas legalistas que encontravam-se em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, mas não foi bem sucedido e a derrota representou a maior de todo o movimento, com muitos mortos, feridos e presos. Finalmente vencidos, os revoltosos que restaram rumaram para Foz do Iguaçu, no Paraná, e juntaram-se aos oficiais comandados por Luís Carlos Prestes, dando início à Coluna Prestes.
Gustavo Prugner
Rua do Triunfo ; Santa Ifigênia
5 de julho de 1924

Efeitos da Revolução de 1924 - Vítimas de estilhaços de granada
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Efeitos da Revolução de 1924 - Vítimas de estilhaços de granada
A Revolução Paulista de 1924 foi um movimento de cunho militar, considerado a segunda revolta tenentista. Teve início na madrugada do dia 5 de julho e ocupou a cidade por vinte e três dias, e entre suas motivações destacam-se a insatisfação dos militares paulistas com o presidente Artur Bernardes e a reivindicação de independência do Poder Judiciário e de um Estado mais forte. Prédios públicos da capital foram tomados e houve saques, bombardeios e incêndios provocados pelos rebeldes e fuga desordenada de parte da população. A reação do governo federal veio através de bombardeio aéreo na capital paulista e combate das tropas legalistas, leais a Artur Bernardes, também por terra. Os revoltosos, como não possuíam poderio militar equivalente, viram-se obrigados a abandonar São Paulo em direção ao interior. Aí o comandante do movimento, Isidoro Dias Lopes, decidiu atacar as tropas legalistas que encontravam-se em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, mas não foi bem sucedido e a derrota representou a maior de todo o movimento, com muitos mortos, feridos e presos. Finalmente vencidos, os revoltosos que restaram rumaram para Foz do Iguaçu, no Paraná, e juntaram-se aos oficiais comandados por Luís Carlos Prestes, dando início à Coluna Prestes.
Gustavo Prugner
Companhia Antarctica Paulista
1924

Cavalo na drogaria
Arquivo/Coleção: Stefania Bril
012SB002731
Cavalo na drogaria
Stefania Bril
SP
1970s

Nós queremos que você se divirta
Arquivo/Coleção: Stefania Bril
012SB002738
Nós queremos que você se divirta
Stefania Bril
Avenida João Dias
1973