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Arquivo/Coleção: Dom João de Orleans e Bragança
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Templo da Vitória, construído no Campo de Santana em comemoração ao final da Guerra do Paraguai. Atual Praça da República.
Marc Ferrez
Campo de Santana
circa 1870

Vista de Recife
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Vista de Recife
O núcleo primitivo urbano de Recife nasceu com o porto e era constituído originalmente por um conjunto de estreitas ilhas e camboas, resultantes das ações de depósito trazidos pelos rios, correntes marítimas, e do aterro de manguezais. A ocupação era restrita a uma pequena povoação de marinheiros, carregadores e pescadores. A partir de 1537 a vila é constituída. Quando da chegada dos holandeses, no século XVII, Recife era subordinada a Olinda, cidade que abrigava a aristocracia açucareira. Os holandeses estabeleceram-se nas terras baixas de Recife, contribuindo para a ocupação soldados, colonos, habitantes de Olinda (que fora incendiada) e imigrantes judeus. A urbanização da parte central da cidade foi feita a partir de 3 eixos, e foram construídos fortes e redutos para impedir os ataques dos invasores. Com os holandeses, a cidade foi se constituindo como importante centro comercial.
Autoria não identificada
Recife
circa 1875

Rua no Pará
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Rua no Pará
A capital do Pará foi fundada em 12 de janeiro de 1616 pelo explorador português Francisco Caldeira Castello Branco, que desembarcou na região da Cidade Velha (hoje um dos bairro da cidade) comandando uma missão religiosa e militar. O objetivo da expedição era conquistar a foz do rio Amazonas. Belém era considerada um importante marco estratégico para a coroa portuguesa.
Autoria não identificada
Belém
circa 1875

Rua no Pará
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm25-0004.jpg
Rua no Pará
A capital do Pará foi fundada em 12 de janeiro de 1616 pelo explorador português Francisco Caldeira Castello Branco, que desembarcou na região da Cidade Velha (hoje um dos bairro da cidade) comandando uma missão religiosa e militar. O objetivo da expedição era conquistar a foz do rio Amazonas. Belém era considerada um importante marco estratégico para a coroa portuguesa.
Felipe Augusto Fidanza
Belém
circa 1875

Rua no Pará
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm25-0003.jpg
Rua no Pará
A capital do Pará foi fundada em 12 de janeiro de 1616 pelo explorador português Francisco Caldeira Castello Branco, que desembarcou na região da Cidade Velha (hoje um dos bairro da cidade) comandando uma missão religiosa e militar. O objetivo da expedição era conquistar a foz do rio Amazonas. Belém era considerada um importante marco estratégico para a coroa portuguesa.
Felipe Augusto Fidanza
Belém
circa 1875

Escravizados transportando homem numa liteira
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0078.jpg
Escravizados transportando homem numa liteira
Como a maioria de seus contemporâneos, Alberto Henschel dedicou-se principalmente ao retrato, tendo produzido uma importante série sobre os indivíduos escravizados no Brasil. A série conta com pelo menos quarenta imagens, tiradas em estúdios nas cidades de Recife, Rio de Janeiro e Salvador.
Alberto Henschel
Salvador
circa 1869

Vista do porto e da alfândega
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Vista do porto e da alfândega
Antigo porto e alfândega da cidade, com o canal de acostamento de barcos. O porto havia sido remodelado na primeira metade do século XIX a partir das construções das primeiras grandes docas. Lugar agitado, por onde circulavam estivadores, comerciantes, marinheiros, imigrantes, escravos, capoeiras, foi este porto que recebeu um dos maiores contingentes de africanos em toda América. Era também o maior porto do Brasil de exportação, pois escoava toda a produção de café do Vale do Paraíba.
Georges Leuzinger
Porto da cidade
circa 1886

Rua do Bom Jesus, tendo ao fundo a Torre Malakoff
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Rua do Bom Jesus, tendo ao fundo a Torre Malakoff
Inicialmente, ficou conhecida como Rua do Bode (Bockestraet). Durante do domínio holandês, tornou-se a via predileta dos israelitas, passando a ser chamada Rua dos Judeus. Quando eles deixaram Pernambuco, foi denominada de Rua da Cruz. Há indicações de que, nesse período, também teve o nome de Rua dos Mercadores, porém apenas no trecho da Rua da Cadeia e da Siculé, atualmente Marques de Olinda e Barbosa Lima, respectivamente. Em 1870, foi aprovado pelo Conselho Municipal o nome de Bom Jesus, proposto pelo Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano. A Rua do Bom Jesus vai da Avenida Marques de Olinda até a praça Artur Oscar.
Moritz Lamberg
Avenida Marques de Olinda
circa 1880

Rua da Cruz
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Rua da Cruz
Inicialmente, ficou conhecida como Rua do Bode (Bockestraet). Durante do domínio holandês, tornou-se a via predileta dos israelitas, passando a ser chamada Rua dos Judeus. Quando eles deixaram Pernambuco, foi denominada de Rua da Cruz. Há indicações de que, nesse período, também teve o nome de Rua dos Mercadores, porém apenas no trecho da Rua da Cadeia e da Siculé, atualmente Marques de Olinda e Barbosa Lima, respectivamente. Em 1870, foi aprovado pelo Conselho Municipal o nome de Bom Jesus, proposto pelo Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano. A Rua do Bom Jesus vai da Avenida Marques de Olinda até a praça Artur Oscar.
Moritz Lamberg
Avenida Marques de Olinda
circa 1880

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