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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS02-027.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Interior do Sítio Burle Marx
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Interior do Sítio Burle Marx
Roberto Burle Marx ( SP 1909 RJ 1994) foi paisagista, arquiteto, desenhista, pintor, gravador, litógrafo, escultor, tapeceiro, ceramista, designer de jóias e decorador. Viveu no Rio de Janeiro durante sua infância e, em 1928, foi com a família para a Alemanha. De volta ao Brasil, fez o curso de pintura e arquitetura na Escola Nacional de Belas Artes (Enba), Rio de Janeiro, entre 1930 e 1934. Em 1932, realizou seu primeiro projeto de jardim para a residência da família Schwartz, no Rio de Janeiro, a convite do arquiteto Lúcio Costa. Durante a década de 30 ocupou o cargo de diretor de parques e jardins do Recife. Em 1937, retornou ao Rio de Janeiro e trabalhou como assistente de Candido Portinari. Sua paixão por plantas remonta à juventude, quando se interessou por botânica e jardinagem. Em 1949, Burle Marx organizou uma grande coleção, quando adquiriu um sítio de 800.000 m², no Rio de Janeiro. Em companhia de botânicos, realizou inúmeras viagens por diversas regiões do país, para coletar e catalogar exemplares de plantas, reproduzindo em sua obra a diversidade fitogeográfica brasileira.Em 1949 Roberto Burle Marx e seu irmão Siegfried adquiriram o Sítio Santo Antônio da Bica, que possuía uma antiga casa de fazenda e uma pequena capela do século XVII, dedicada a Santo Antônio. Burle Marx restaurou ambos os prédios e começou a trazer para este local sua coleção de plantas, iniciada quando ele tinha 6 anos de idade. O Sítio do famoso paisagista abriga cerca de 3.500 espécimes de plantas originárias de florestas brasileiras e de outros países, numa área de 360.000 metros quadrados. A coleção é considerada uma das mais importantes do mundo no que se refere a plantas tropicais e semi-tropicais, possuindo o título de patrimônio cultural brasileiro desde 1985. Em 1973, mudou-se de Laranjeiras (bairro da zona sul do Rio de Janeiro) para o Sítio, vivendo aí até sua morte em 4 de junho de 1994. Burle Marx doou o Sítio ao governo brasileiro em março de 1985, pretendendo garantir a integridade da propriedade como um todo, bem como criar uma escola dedicada ao paisagismo, botânica e artes em geral, além de deixar para as gerações futuras o inestimável jardim botânico que criou e as coleções de arte e artesanato adquiridas ao longo de sua vida. Aí se incluem suas próprias pinturas, desenhos, murais em azulejos e tecidos, bem como coleções de vidros decorativos, imagens sacras barrocas em madeira, cerâmica pré-colombiana e uma excepcional coleção de cerâmica primitiva oriunda do Vale do Jequitinhonha (estado de Minas Gerais, Brasil). Em 1949 Roberto Burle Marx e seu irmão Siegfried adquiriram o Sítio Santo Antônio da Bica, que possuía uma antiga casa de fazenda e uma pequena capela do século XVII, dedicada a Santo Antônio. Burle Marx restaurou ambos os prédios e começou a trazer para este local sua coleção de plantas, iniciada quando ele tinha 6 anos de idade. O Sítio do famoso paisagista abriga cerca de 3.500 espécimes de plantas originárias de florestas brasileiras e de outros países, numa área de 360.000 metros quadrados. A coleção é considerada uma das mais importantes do mundo no que se refere a plantas tropicais e semi-tropicais, possuindo o título de patrimônio cultural brasileiro desde 1985. Em 1973, mudou-se de Laranjeiras (bairro da zona sul do Rio de Janeiro) para o Sítio, vivendo aí até sua morte em 4 de junho de 1994. Burle Marx doou o Sítio ao governo brasileiro em março de 1985, pretendendo garantir a integridade da propriedade como um todo, bem como criar uma escola dedicada ao paisagismo, botânica e artes em geral, além de deixar para as gerações futuras o inestimável jardim botânico que criou e as coleções de arte e artesanato adquiridas ao longo de sua vida. Aí se incluem suas próprias pinturas, desenhos, murais em azulejos e tecidos, bem como coleções de vidros decorativos, imagens sacras barrocas em madeira, cerâmica pré-colombiana e uma excepcional coleção de cerâmica primitiva oriunda do Vale do Jequitinhonha (estado de Minas Gerais, Brasil). A capela é dedicada a Santo Antônio, erguida no século XVII, no sítio Santo Antônio da Bica (atual sítio Burle Marx).
Marcel Gautherot
Barra de Guaratiba
circa 1961

Alcântara
Archive/Collection: Marcel Gautherot
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Alcântara
Alcântara foi durante o século XVIII, devido às lavouras de cana e de algodão, uma cidade rica. Conhecida como "a cidade que parou no tempo", guarda um conjunto de mais de 300 construções coloniais - muitas em ruínas, como a Matriz de São Matias, seu cartão-postal. Sobrados, igrejas e palácios são heranças desse período. Algumas antigas residências que pertenceram aos barões ainda exibem marcas da ostentação, como sacadas de ferro, mirantes e azulejos trazidos de Portugal.
Marcel Gautherot
Alcântara
circa 1955

Alcântara
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Alcântara
Alcântara foi durante o século XVIII, devido às lavouras de cana e de algodão, uma cidade rica. Conhecida como "a cidade que parou no tempo", guarda um conjunto de mais de 300 construções coloniais - muitas em ruínas, como a Matriz de São Matias, seu cartão-postal. Sobrados, igrejas e palácios são heranças desse período. Algumas antigas residências que pertenceram aos barões ainda exibem marcas da ostentação, como sacadas de ferro, mirantes e azulejos trazidos de Portugal.
Marcel Gautherot
Alcântara
circa 1955

Alcântara
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Alcântara
Alcântara foi durante o século XVIII, devido às lavouras de cana e de algodão, uma cidade rica. Conhecida como "a cidade que parou no tempo", guarda um conjunto de mais de 300 construções coloniais - muitas em ruínas, como a Matriz de São Matias, seu cartão-postal. Sobrados, igrejas e palácios são heranças desse período. Algumas antigas residências que pertenceram aos barões ainda exibem marcas da ostentação, como sacadas de ferro, mirantes e azulejos trazidos de Portugal.
Marcel Gautherot
Alcântara
circa 1955

Alcântara - Azulejos
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Alcântara - Azulejos
Alcântara foi durante o século XVIII, devido às lavouras de cana e de algodão, uma cidade rica. Conhecida como "a cidade que parou no tempo", guarda um conjunto de mais de 300 construções coloniais - muitas em ruínas, como a Matriz de São Matias, seu cartão-postal. Sobrados, igrejas e palácios são heranças desse período. Algumas antigas residências que pertenceram aos barões ainda exibem marcas da ostentação, como sacadas de ferro, mirantes e azulejos trazidos de Portugal.
Marcel Gautherot
Alcântara
circa 1955

Alcântara - Azulejos
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Alcântara - Azulejos
Alcântara foi durante o século XVIII, devido às lavouras de cana e de algodão, uma cidade rica. Conhecida como "a cidade que parou no tempo", guarda um conjunto de mais de 300 construções coloniais - muitas em ruínas, como a Matriz de São Matias, seu cartão-postal. Sobrados, igrejas e palácios são heranças desse período. Algumas antigas residências que pertenceram aos barões ainda exibem marcas da ostentação, como sacadas de ferro, mirantes e azulejos trazidos de Portugal.
Marcel Gautherot
Alcântara
circa 1955

Alcântara - Azulejos
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Alcântara - Azulejos
Alcântara foi durante o século XVIII, devido às lavouras de cana e de algodão, uma cidade rica. Conhecida como "a cidade que parou no tempo", guarda um conjunto de mais de 300 construções coloniais - muitas em ruínas, como a Matriz de São Matias, seu cartão-postal. Sobrados, igrejas e palácios são heranças desse período. Algumas antigas residências que pertenceram aos barões ainda exibem marcas da ostentação, como sacadas de ferro, mirantes e azulejos trazidos de Portugal.
Marcel Gautherot
Alcântara
circa 1955