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Seringueira na Selva Amazônica
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Seringueira na Selva Amazônica
Albert Frisch, fotógrafo alemão contratado por Georges Leuzinger, percorreu em 1867 e 1868 o Alto Amazonas, de Tabatinga a Manaus, e foi um dos primeiros a retratar povos indígenas brasileiros, além de aspectos da paisagem local. O conjunto de cerca de cem imagens foi editado e comercializado pela Casa Leuzinger e representa um marco na fotografia brasileira do século XIX. Esta imagem é reproduzida no álbum "Resultat d'une expédition phographique sur le Solimões" publicado por George Leuzinger em 1869. Com o título ""Seringueira", e a seguinte descrição: arbre à Caoutchouc ou gomme élastique (Siphonia elastica, Pers.) 100 pieds de haut. Les Indiens "Cambebas" furent les premiers qui préparèrent cette résine [Seringueira - Seringueira ou goma elástica (Siphonia elastica, Pers.) 30 metros de altura. Os índios "Cambebas" foram os primeiros a preparar esta resina]. ", na prancha de nº 52.
Albert Frisch
AM
1868

Oficinas no Engenho Barbalho
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Oficinas no Engenho Barbalho
Augusto Stahl
Bairro Charneca
1858

Engenho Barbalho
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Engenho Barbalho
Fábrica no caminho da Estrada de Ferro Recife - São Francisco, no engenho Barbalho. Era aí que montavam-se os vagões e carros da ferrovia, a segunda construída no Brasil.
Augusto Stahl
Bairro Charneca
1858

Vista parcial da cidade de Igarassu
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista parcial da cidade de Igarassu
Vila do Igarassu, distante de Recife 33 kilometros. Destaque a Igreja dos Santos Cosme e Damião, a mais antiga do Brasil, fundada em 1535. O rio que aparece no primeiro plano chama-se Santa Cruz. Igarassu tornou-se "leal Vila" por álvara de 1811, e foi elevada à categoria de cidade em 1872. Foto tirada quando da chegada do Imperador à cidade, em 5 de Dezembro de 1859
Augusto Stahl
Igarassu
1858

Passeio Público
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Passeio Público
Idealizado pelo vice-rei Luís de Vasconcelos e Souza e construído por Mestre Valentim, o Passeio Público foi construído no século XVIII e logo incorporado ao cotidiano das famílias nobres da cidade, que o fizeram de ponto de encontro. Em meados do século XIX, o Passeio foi revitalizado pelo botânico e paisagista francês Auguste François Glaziou, que reformulou seus jardins mas manteve intocadas as obras de Mestre Valentim.
Revert Henrique Klumb
Rio de Janeiro
1858