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Panorama de Botafogo a partir do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Panorama de Botafogo a partir do Pão de Açúcar
Maison Chic
Pão de Açúcar ; Urca
circa 1935

Lagoa Rodrigo de Freitas
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Lagoa Rodrigo de Freitas
Na Lagoa funcionou o engenho de açúcar d'El Rei, instalado pelo Governador Antônio Salema depois da expulsão dos franceses e seus aliados tamoios, em 1575. Nesta época a lagoa ainda era chamada pelos índios de Sacopenapã ou Sacopã. Rodrigo de Freitas era filho de João de Freitas Castro e Melo, que havia comprado as terras onde havia funcionado o engenho. Rodrigo de Freitas agregou à sua chácara inicial outros engenhos, e sua propriedade ia da Piaçaba (o Caminho da Piaçaba é hoje a Rua Humaitá) até a Gávea, de Copacabana até o final do Leblon. A rua Jardim Botânico beirava a Lagoa até a desembocadura do Rio Cabeça, e até 1880 era chamada de Rua do Oliveira.
Autoria não identificada
Morro do Martelo ; Humaitá
21 de junho de 1945

Vista dos bairros da Urca, de Botafogo e de parte de Copacabana; a partir do Morro do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista dos bairros da Urca, de Botafogo e de parte de Copacabana; a partir do Morro do Pão de Açúcar
Autoria não identificada
Pão de Açúcar ; Urca
circa 1940

Vista do bairro de Copacabana; a partir do Leme
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista do bairro de Copacabana; a partir do Leme
Autoria não identificada
Leme
circa 1940

Praia de Botafogo e o Cristo Redentor
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia de Botafogo e o Cristo Redentor
Bairro tradicional do Rio desde o século XIX, Botafogo cresceu muito depois de1880, estimulado pela inauguração dos bondes e abertura de novas ruas. A Praia de Botafogo foi primeiro chamada pelos franceses de "Le Lac" - o Lago. Os portugueses deram o nome de Francisco Velho, um dos companheiros de Estácio de Sá no Morro Cara de Cão, que se estabeleceu na praia e começou ali uma lavoura. Por volta de 1641 passou a chamar-se Praia de Botafogo por causa de João de Souza Botafogo, que ali manteve residência depois que chegou ao Brasil fugindo de perseguições políticas em Portugal. João Botafogo ajudou os portugueses nas lutas contra os franceses e, pelos seus serviços, passou a proprietário de terras que iam do litoral até a Quinta da Olaria de São Clemente. Até o século XVIII o bairro era praticamente inabitado, e eram dois os caminhos que levavam à Praia: o Caminho Velho, atual Rua Senador Vergueiro, e o Caminho Novo, atual Rua Marquês de Abrantes. Uma das primeiras a possuir uma casa em Botafogo, longe da agitação da corte, foi D. Carlota Joaquina; quando morreu, sua propriedade foi herdade pelo filho D. Pedro I, que a vendeu para o Marquês de Abrantes, dando nome à rua.
Autoria não identificada
Praça Oswaldo Cruz ; Botafogo
circa 1940

Vista da enseada de Botafogo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista da enseada de Botafogo
Bairro tradicional do Rio desde o século XIX, Botafogo cresceu muito depois de1880, estimulado pela inauguração dos bondes e abertura de novas ruas. A Praia de Botafogo foi primeiro chamada pelos franceses de "Le Lac" - o Lago. Os portugueses deram o nome de Francisco Velho, um dos companheiros de Estácio de Sá no Morro Cara de Cão, que se estabeleceu na praia e começou ali uma lavoura. Por volta de 1641 passou a chamar-se Praia de Botafogo por causa de João de Souza Botafogo, que ali manteve residência depois que chegou ao Brasil fugindo de perseguições políticas em Portugal. João Botafogo ajudou os portugueses nas lutas contra os franceses e, pelos seus serviços, passou a proprietário de terras que iam do litoral até a Quinta da Olaria de São Clemente. Até o século XVIII o bairro era praticamente inabitado, e eram dois os caminhos que levavam à Praia: o Caminho Velho, atual Rua Senador Vergueiro, e o Caminho Novo, atual Rua Marquês de Abrantes. Uma das primeiras a possuir uma casa em Botafogo, longe da agitação da corte, foi D. Carlota Joaquina; quando morreu, sua propriedade foi herdade pelo filho D. Pedro I, que a vendeu para o Marquês de Abrantes, dando nome à rua.
Autoria não identificada
Avenida Infante Dom Henrique ; Botafogo
circa 1940

Bairros da Glória e do Centro; vistos das proximidades da Rua da Glória
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Bairros da Glória e do Centro; vistos das proximidades da Rua da Glória
Vista do bairro da Glória e do Centro do Rio de Janeiro. Ao fundo, vemos o antigo edifício art-déco da Standart Oil Company, que no Brasil usa a marca Esso, com seu logotipo no telhado. O prédio foi projetado pelo arquiteto inglês Robert Prentice e inaugurado em 1935. Logo atrás está o edifício Novo Mundo, também considerado um marco da arquitetura art-déco na cidade. Ambos os prédios estão localizados na Avenida Presidente Wilson. À direita da imagem vemos o aeroporto Santos Dumont ainda inacabado. O aeroporto foi projetado pelos irmãos Marcelo e Milton Roberto, na década de 1930.
Autoria não identificada
Bairro da Glória
circa 1935

Avenida Vieira Souto; ao fundo, o Morro Dois Irmãos
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Avenida Vieira Souto; ao fundo, o Morro Dois Irmãos
O bairro de Ipanema foi surgindo na última década do século XIX, por iniciativa do Barão de Ipanema. O próprio nome do bairro, aliás, foi homenagem deste para com seu pai, o Conde de Ipanema. A urbanização coube ao Barão e seu amigo, Coronel José Silva. Em 1894 eles abriram as praças Marechal Floriano Peixoto (hoje General Osório) e Coronel Valadares (ou Nossa Senhora da Paz), a Avenida Vieira Souto e outras. Somente em 1902 os primeiros bondes começaram a transitar por Vila Ipanema, como era chamado o novo bairro.
Autoria não identificada
Avenida Vieira Souto ; IIpanema
circa 1940

Avenida Beira-Mar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Avenida Beira-Mar
A Avenida Beira Mar, que liga o centro à zona sul da cidade, começou a ser planejada em 1903 pelo prefeito Pereira Passos, o mesmo que planejou a abertura da Avenida Central (atual Rio Branco). Passos a imaginou como a Promenade des Anglais, em Nice, na França, e também como um prolongamento da Rio Branco. A avenida contornaria a baía até o fim de Botafogo, partindo do antigo Cais da Glória ou Praia das Areias de Espanha. Foi inaugurada em 1905, adornada por colunetas que foram destruídas por ressacas.
Autoria não identificada
Avenida Beira-Mar ; Centro
circa 1945