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Casas
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Casas
Vila Flor, que fica a 76 Km de Natal, tem sua origem na aldeia de Gramació, construída em terras cedidas aos índios tupis pelo capitão-mor Antônio Vaz. Em 1768 a aldeia tornou-se vila, recebendo o nome de Vila Flor por causa de uma localidade homônima que existia em Portugal.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça Central
s.d.

Casa da Câmara e Cadeia
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Casa da Câmara e Cadeia
Vila Flor, que fica a 76 Km de Natal, tem sua origem na aldeia de Gramació, construída em terras cedidas aos índios tupis pelo capitão-mor Antônio Vaz. Em 1768 a aldeia tornou-se vila, recebendo o nome de Vila Flor por causa de uma localidade homônima que existia em Portugal. A antiga Casa de Câmara e Cadeia foi construída entre 1743 e 1745 na Praça Central. Feita em alvenaria de pedra e tijolos e com dois pavimentos, era o principal edifício da vila. Possuía um cárcere no térreo, voltado para os fundos, no segundo pavimento janelas e arcos de alvenaria nas três principais fachadas, além de telhado de quatro águas.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça Central
1970s

Solar do Ferreiro Torto
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Solar do Ferreiro Torto
O solar do engenho Ferreiro Torto, construído no século XVII, foi inicialmente chamado engenho do Potengi, por causa do rio homônimo que passa ao lado das propriedade. O engenho foi o segundo a ser erguido no Rio Grande do Norte, e transformou-se em museu em 1994, depois de funcionar como sede do poder Executivo entre 1983 e 1989. O museu abriga fotos, móveis e utensílios utilizados na moagem de cana e fabricação do açúcar.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua Doutor Pedro Matos
1970s

Solar do Ferreiro Torto
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Solar do Ferreiro Torto
O solar do engenho Ferreiro Torto, construído no século XVII, foi inicialmente chamado engenho do Potengi, por causa do rio homônimo que passa ao lado das propriedade. O engenho foi o segundo a ser erguido no Rio Grande do Norte, e transformou-se em museu em 1994, depois de funcionar como sede do poder Executivo entre 1983 e 1989. O museu abriga fotos, móveis e utensílios utilizados na moagem de cana e fabricação do açúcar.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua Doutor Pedro Matos
1970s

Casa da Câmara e Cadeia
Archive/Collection: A. C. da Silva Telles
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Casa da Câmara e Cadeia
Vila Flor, que fica a 76 Km de Natal, tem sua origem na aldeia de Gramació, construída em terras cedidas aos índios tupis pelo capitão-mor Antônio Vaz. Em 1768 a aldeia tornou-se vila, recebendo o nome de Vila Flor por causa de uma localidade homônima que existia em Portugal. A antiga Casa de Câmara e Cadeia foi construída entre 1743 e 1745 na Praça Central. Feita em alvenaria de pedra e tijolos e com dois pavimentos, era o principal edifício da vila. Possuía um cárcere no térreo, voltado para os fundos, no segundo pavimento janelas e arcos de alvenaria nas três principais fachadas, além de telhado de quatro águas.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça Central
1970s

Casario e Igreja de Nossa Senhora do Desterro
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Casario e Igreja de Nossa Senhora do Desterro
A igreja de Nossa Senhora do Desterro foi erguida na Praça Central entre 1743 e 1745. Segundo o folclorista potiguar Câmara Cascudo, havia na fachada do templo a seguinte inscrição: " No anno de 1743, Governor do Sup. Pe. Notor. P.F(Padre Frei) André de Sacramento, principiou esta egreja e acabou em janeiro de 1745. Reedificada na adm. De Francisco Xavier de Mattos, no anno de 1843".
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça Central
1970s

Casa da Câmara e Cadeia
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Casa da Câmara e Cadeia
Vila Flor, que fica a 76 Km de Natal, tem sua origem na aldeia de Gramació, construída em terras cedidas aos índios tupis pelo capitão-mor Antônio Vaz. Em 1768 a aldeia tornou-se vila, recebendo o nome de Vila Flor por causa de uma localidade homônima que existia em Portugal. A antiga Casa de Câmara e Cadeia foi construída entre 1743 e 1745 na Praça Central. Feita em alvenaria de pedra e tijolos e com dois pavimentos, era o principal edifício da vila. Possuía um cárcere no térreo, voltado para os fundos, no segundo pavimento janelas e arcos de alvenaria nas três principais fachadas, além de telhado de quatro águas.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça Central
1970s

Casa da Câmara e Cadeia
Archive/Collection: A. C. da Silva Telles
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Casa da Câmara e Cadeia
Vila Flor, que fica a 76 Km de Natal, tem sua origem na aldeia de Gramació, construída em terras cedidas aos índios tupis pelo capitão-mor Antônio Vaz. Em 1768 a aldeia tornou-se vila, recebendo o nome de Vila Flor por causa de uma localidade homônima que existia em Portugal. A antiga Casa de Câmara e Cadeia foi construída entre 1743 e 1745 na Praça Central. Feita em alvenaria de pedra e tijolos e com dois pavimentos, era o principal edifício da vila. Possuía um cárcere no térreo, voltado para os fundos, no segundo pavimento janelas e arcos de alvenaria nas três principais fachadas, além de telhado de quatro águas.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça Central
1970s

Forte dos Reis Magos - casa da pólvora
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Forte dos Reis Magos - casa da pólvora
O Forte dos Reis Magos, erguido sobre os arrecifes da Praia do Forte e estrategicamente na foz do rio Potengi, levou 30 anos para ficar pronto, sendo finalmente inaugurado em 6 de janeiro de 1598, data em que se comemora o Dia de Reis. Foram empregados na sua construção principalmente areia, óleo de baleia, bronze e grandes pedras de granito trazidas de Portugal. O arquiteto responsável pelo projeto foi Gaspar de Samperes, que seguiu a linha arquitetônica da época, ou seja, uma fortaleza de cinco pontas. Em 1630 a fortificação foi dominada por holandeses, até que em 1654 os portugueses o retomaram. O conjunto arquitetônico é formado por casa de comando, quartéis, depósito, capela e casa de pólvora.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praia do Forte
1970s