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Série Bahia Antiga e Nova - Mãe Menininha do Gantois
Arquivo/Coleção: Maureen Bisilliat
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Série Bahia Antiga e Nova - Mãe Menininha do Gantois
Fotografia integra conjunto realizado no início da década de 1970, quando Maureen Bisilliat fotografou aspectos culturais e sociais do estado da Bahia. A fotógrafa registrou personalidades do meio cultural baiano como Jorge Amado, Camafeu de Oxossi e Mestre Pastinha; e importantes manifestações culturais como os Filhos de Gandhi, o Bloco Carnavalesco Ilê Aiyê e a Lavagem do Bonfim. Algumas dessas fotografias foram publicadas em 1996, com o título, “Bahia Amada/Amado ou o amor à liberdade & a liberdade no amor”. A publicação intercala as fotografias com textos selecionados de doze obras de Jorge Amado. Em 1999, Maureen Bisilliat e Marcelo Tassara dirigem o documentário “Bahia Amada Amado” que tem como objetivo homenagear o escritor baiano Jorge Amado e os povos negros. A produção audiovisual utiliza diversas imagens em preto e branco e em cores selecionadas do acervo da fotógrafa.
Maureen Bisilliat
Salvador
1972

Série Bahia Antiga e Nova - Mãe Menininha do Gantois
Arquivo/Coleção: Maureen Bisilliat
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Série Bahia Antiga e Nova - Mãe Menininha do Gantois
Fotografia integra conjunto realizado no início da década de 1970, quando Maureen Bisilliat fotografou aspectos culturais e sociais do estado da Bahia. A fotógrafa registrou personalidades do meio cultural baiano como Jorge Amado, Camafeu de Oxossi e Mestre Pastinha; e importantes manifestações culturais como os Filhos de Gandhi, o Bloco Carnavalesco Ilê Aiyê e a Lavagem do Bonfim. Algumas dessas fotografias foram publicadas em 1996, com o título, “Bahia Amada/Amado ou o amor à liberdade & a liberdade no amor”. A publicação intercala as fotografias com textos selecionados de doze obras de Jorge Amado. Em 1999, Maureen Bisilliat e Marcelo Tassara dirigem o documentário “Bahia Amada Amado” que tem como objetivo homenagear o escritor baiano Jorge Amado e os povos negros. A produção audiovisual utiliza diversas imagens em preto e branco e em cores selecionadas do acervo da fotógrafa.
Maureen Bisilliat
Salvador
1972

Série Bahia Antiga e Nova - Mãe Menininha do Gantois
Arquivo/Coleção: Maureen Bisilliat
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Série Bahia Antiga e Nova - Mãe Menininha do Gantois
Fotografia integra conjunto realizado no início da década de 1970, quando Maureen Bisilliat fotografou aspectos culturais e sociais do estado da Bahia. A fotógrafa registrou personalidades do meio cultural baiano como Jorge Amado, Camafeu de Oxossi e Mestre Pastinha; e importantes manifestações culturais como os Filhos de Gandhi, o Bloco Carnavalesco Ilê Aiyê e a Lavagem do Bonfim. Algumas dessas fotografias foram publicadas em 1996, com o título, “Bahia Amada/Amado ou o amor à liberdade & a liberdade no amor”. A publicação intercala as fotografias com textos selecionados de doze obras de Jorge Amado. Em 1999, Maureen Bisilliat e Marcelo Tassara dirigem o documentário “Bahia Amada Amado” que tem como objetivo homenagear o escritor baiano Jorge Amado e os povos negros. A produção audiovisual utiliza diversas imagens em preto e branco e em cores selecionadas do acervo da fotógrafa.
Maureen Bisilliat
Salvador
1972

Série Bahia Antiga e Nova - Mãe Menininha do Gantois
Arquivo/Coleção: Maureen Bisilliat
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Série Bahia Antiga e Nova - Mãe Menininha do Gantois
Fotografia integra conjunto realizado no início da década de 1970, quando Maureen Bisilliat fotografou aspectos culturais e sociais do estado da Bahia. A fotógrafa registrou personalidades do meio cultural baiano como Jorge Amado, Camafeu de Oxossi e Mestre Pastinha; e importantes manifestações culturais como os Filhos de Gandhi, o Bloco Carnavalesco Ilê Aiyê e a Lavagem do Bonfim. Algumas dessas fotografias foram publicadas em 1996, com o título, “Bahia Amada/Amado ou o amor à liberdade & a liberdade no amor”. A publicação intercala as fotografias com textos selecionados de doze obras de Jorge Amado. Em 1999, Maureen Bisilliat e Marcelo Tassara dirigem o documentário “Bahia Amada Amado” que tem como objetivo homenagear o escritor baiano Jorge Amado e os povos negros. A produção audiovisual utiliza diversas imagens em preto e branco e em cores selecionadas do acervo da fotógrafa.
Maureen Bisilliat
Salvador
1972

Série Bahia Antiga e Nova - Mãe Menininha do Gantois
Arquivo/Coleção: Maureen Bisilliat
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Série Bahia Antiga e Nova - Mãe Menininha do Gantois
Fotografia integra conjunto realizado no início da década de 1970, quando Maureen Bisilliat fotografou aspectos culturais e sociais do estado da Bahia. A fotógrafa registrou personalidades do meio cultural baiano como Jorge Amado, Camafeu de Oxossi e Mestre Pastinha; e importantes manifestações culturais como os Filhos de Gandhi, o Bloco Carnavalesco Ilê Aiyê e a Lavagem do Bonfim. Algumas dessas fotografias foram publicadas em 1996, com o título, “Bahia Amada/Amado ou o amor à liberdade & a liberdade no amor”. A publicação intercala as fotografias com textos selecionados de doze obras de Jorge Amado. Em 1999, Maureen Bisilliat e Marcelo Tassara dirigem o documentário “Bahia Amada Amado” que tem como objetivo homenagear o escritor baiano Jorge Amado e os povos negros. A produção audiovisual utiliza diversas imagens em preto e branco e em cores selecionadas do acervo da fotógrafa.
Maureen Bisilliat
Salvador
1972

Mãe Menininha do Gantois
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Mãe Menininha do Gantois
A baiana Escolástica Maria da Conceição Nazaré nasceu no dia 10 de fevereiro de 1894, na periferia de Salvador, em uma família devotada ao Candomblé. O apelido Menininha foi dado por sua avó, e desde criança o candomblé fazia parte de seu universo. Foi sua bisavó que, em meados do século XIX, fundou o terreiro Ilê Iya Omin Axé Iyamassê, mais conhecido como Gantois, nome do antigo proprietário do terreno. Menininha foi iniciada nos segredos da religião pela mãe, avó e tias e, sem saber, já estava sendo preparada para assumir o cargo de ialorixá (mãe-de-santo, na língua ioruba), a chefe da comunidade religiosa. Menininha foi escolhida pelos próprios orixás para assumir a direção da casa, depois da morte de sua tia-avó, que governava o terreiro. Assim, aos 30 anos, mudou-se com o marido e a primeira filha do casal para o Gantois. Lutando contra o preconceito, a ialorixá ajudou a popularizar a religião africana e tornou-se a mais conhecida mãe de santo do país. Mãe Menininha faleceu no dia 13 de agosto de 1986, depois de mais de 60 anos à frente do Gantois.
Madalena Schwartz
Brasil
1981