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Theatro Municipal
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Theatro Municipal
Em estilo eclético, o Theatro Municipal foi desenhado por Francisco de Oliveira Passos, engenheiro e filho do prefeito Pereira Passos. O projeto foi escolhido por licitação sob anonimato, e o engenheiro ganhou com o pseudonimo de Áquila. Ninguém pôs em dúvida o resultado, seja pela reconhecida integridade do prefeito, seja pela comissão julgadora que tinha nomes importantes, como: Rodolfo Bernadelli, o ministro Lauro Muller, Paulo de Frontin, Adolfo Morales de los Rios, Artur Azevedo, Tristão Alencar e Araripe Júnior. Foi inaugurado em 1909, como parte do conjunto arquitetônico das Obras de Reurbanização da Cidade do Rio de Janeiro, durante a prefeitura de Pereira Passos. O Theatro exerce desde sua inauguração um importante papel para a cultura carioca e nacional, recebendo em seu palco importantes artistas, orquestras e companhias de balé.
A. Ribeiro
Avenida Rio Branco ; Centro
circa 1919

Palácio Monroe
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Palácio Monroe
A. Ribeiro
Avenida Rio Branco ; Centro
circa 1918

Desfile do corso durante o carnaval
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Desfile do corso durante o carnaval
Augusto Malta
Avenida Rio Branco
1914

Desfile de corsos durante o carnaval
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Desfile de corsos durante o carnaval
Augusto Malta
Avenida Rio Branco
1917

Desfile de corso durante o carnaval
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Desfile de corso durante o carnaval
Augusto Malta
Avenida Rio Branco
1919

Desfile das grandes sociedades carnavalescas
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Desfile das grandes sociedades carnavalescas
Multidão na Avenida Rio Branco
Augusto Malta
Avenida Rio Branco ; Centro
circa 1919

Palácio Monroe
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Palácio Monroe
O Palácio Monroe, que na época de sua construção não tinha esse nome, foi a sede do Pavilhão Brasil na Exposição Universal de Saint Louis, também conhecida como Feira Mundial de Saint Louis, realizada entre 30 de abril e 1º de dezembro de 1904, em conjunto com os III Jogos Olímpicos. O prédio de estilo eclético, cujo projeto foi do político e engenheiro Francisco Marcelino de Souza Aguiar (1855 – 1935), conquistou o principal prêmio de arquitetura do evento. Pela primeira vez que arquitetura brasileira recebia reconhecimento internacional. Em 1906, foi remontado, no Rio de Janeiro, onde tornou-se um ícone da cidade, para sediar o III Congresso Pan-americano, e recebeu a denominação de Palácio Monroe. Em 1976, foi demolido. Em 1912, Ferrez iniciou suas experiências com fotografia colorida, utilizando as placas autocromos Lumière, primeiro processo industrializado para esse fim, lançado comercialmente em 1907 pela fábrica francesa. As primeiras imagens coloridas realizadas nesse período tomadas do interior de sua residência, onde aparecem sua mulher Maria, seu filho Julio, sua nora Claire e seus dois netos, Gilberto e Eduardo. Nesse momento, também refez, a cores, algumas das fotografias de paisagens, edificações e monumentos que se tornaram clássicas em preto e branco, como a Pedra de Itapuca e as vistas do Jardim Botânico. Durante os últimos 10 anos de sua vida, quando fez experiências com fotos coloridas, passou grandes temporadas na Europa: de abril de 1913 a início de 1914, de abril de 1915 a fevereiro de 1920 e de 5 de junho de 1921 a 14 de agosto de 1922 .
Marc Ferrez
Avenida Rio Branco ; Centro
circa 1912

Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Rio Branco
Marc Ferrez
Avenida Rio Branco ; Centro
1914

Palácio Monroe - Câmara dos Deputados
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Palácio Monroe - Câmara dos Deputados
Marc Ferrez
Avenida Rio Branco ; Centro
circa 1912