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Tropas revolucionárias brasileiras
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm1-0069.jpg
Tropas revolucionárias brasileiras
Hermann Meyer
Brasil
1895

Pirarucu
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0006.jpg
Pirarucu
Albert Frisch, fotógrafo alemão contratado por Georges Leuzinger, percorreu em 1867 e 1868 o Alto Amazonas, de Tabatinga a Manaus, e foi um dos primeiros a retratar povos indígenas brasileiros, além de aspectos da paisagem local. Esta imagem é reproduzida no álbum "Resultat d'une expédition phographique sur le Solimões" publicado por George Leuzinger em 1869. Com o título "Pirarucú (Sudis Gigas, Cuv.) 9 pieds de long. Poisson de l'Amazonas, dont on pêche de 100 à 150 mille Arrobas par an (Article d'exportation) [(Sudis Gigas, Cuv.) 9 pés de comprimento. Peixe da Amazônia, do qual são pescados 100 a 150 mil Arrobas por ano (item de exportação)]", na prancha de nº 30.
Albert Frisch
AM
1868

Jacaré
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm23-0015.jpg
Jacaré
Albert Frisch, fotógrafo alemão contratado por Georges Leuzinger, percorreu em 1867 e 1868 o Alto Amazonas, de Tabatinga a Manaus, e foi um dos primeiros a retratar povos indígenas brasileiros, além de aspectos da paisagem local. O conjunto de cerca de cem imagens foi editado e comercializado pela Casa Leuzinger e representa um marco na fotografia brasileira do século XIX.Esta imagem integra a Coleção Alphons Stübel. Esta imagem é reproduzida no álbum "Resultat d'une expédition phographique sur le Solimões" publicado por George Leuzinger em 1869. Com o título "Jacaré - couché sur le côte; d'une longeur de 18 pied [deitado de lado; 18 pés de comprimento]", na prancha de nº 33.
Albert Frisch
AM
1868

Jacaré
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm23-0016.jpg
Jacaré
Albert Frisch, fotógrafo alemão contratado por Georges Leuzinger, percorreu em 1867 e 1868 o Alto Amazonas, de Tabatinga a Manaus, e foi um dos primeiros a retratar povos indígenas brasileiros, além de aspectos da paisagem local. O conjunto de cerca de cem imagens foi editado e comercializado pela Casa Leuzinger e representa um marco na fotografia brasileira do século XIX. Esta imagem é reproduzida no álbum "Resultat d'une expédition phographique sur le Solimões" publicado por George Leuzinger em 1869. Com o título "Jacaré - sur pied, d'une longeur de 18 pieds. On en trouve des milliers dans les lacs voisins de grand fleuve [Jacaré - de pé, 18 pés de comprimento. Milhares deles são encontrados nos lagos próximos ao grande rio", na prancha de nº 32.
Albert Frisch
AM
1868

Peixe boi (Manatus americanus)
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm23-0017.jpg
Peixe boi (Manatus americanus)
Albert Frisch, fotógrafo alemão contratado por Georges Leuzinger, percorreu em 1867 e 1868 o Alto Amazonas, de Tabatinga a Manaus, e foi um dos primeiros a retratar povos indígenas brasileiros, além de aspectos da paisagem local. O conjunto de cerca de cem imagens foi editado e comercializado pela Casa Leuzinger e representa um marco na fotografia brasileira do século XIX. Esta imagem é reproduzida no álbum "Resultat d'une expédition phographique sur le Solimões" publicado por George Leuzinger em 1869. Com o título "Peixe boi (Manatus americanus, Desm.) Dans sa position naturelle dans l'eau, 9 pieds de long [(Manatus americanus, Desm.) Em sua posição natural na água, 9 pés de comprimento]", na prancha de nº 35.
Albert Frisch
AM
1868

Peixe boi (Manatus americanus)
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm23-0018.jpg
Peixe boi (Manatus americanus)
Albert Frisch, fotógrafo alemão contratado por Georges Leuzinger, percorreu em 1867 e 1868 o Alto Amazonas, de Tabatinga a Manaus, e foi um dos primeiros a retratar povos indígenas brasileiros, além de aspectos da paisagem local. O conjunto de cerca de cem imagens foi editado e comercializado pela Casa Leuzinger e representa um marco na fotografia brasileira do século XIX. Esta imagem é reproduzida no álbum "Resultat d'une expédition phographique sur le Solimões" publicado por George Leuzinger em 1869. Com o título "Peixe boi", com a seguinte descrição: (Manatus americanus, Desm.) 9 pieds de long., pris du côté de la tête [(Manatus americanus, Desm.) 9 pés de comp., fotografado do lado da cabeça]", na prancha de nº 36.
Albert Frisch
AM
1868

Residência de Carlos Dhein
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm56-0001.jpg
Residência de Carlos Dhein
Hans Meyer
RS
circa 1890

Colônia Neu-Württemberg
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm56-0002.jpg
Colônia Neu-Württemberg
A colônia Neu-Württemberg, no noroeste da Província do Rio Grande do Sul, foi formada a partir da compra de terras pela Empresa de Colonização Dr. Herrmann Meyer. As primeiras terras adquiridas por Meyer, a partir de 1897, formaram as colônias de Neu-Württemberg, Xingu, Boi Preto, Fortaleza, Erval Seco e Júlio de Castilhos. A maioria das terras foram compradas de particulares, e o objetivo das colônias era abrigar imigrantes alemães e protestantes, limitando a entrada dos que não se encaixassem nesse padrão. Um dos problemas da formação dessas colônias foi a expulsão dos trabalhadores nacionais, até então instalados nas zonas de mata e obrigados a deixar seus ranchos. Tais trabalhadores muitas vezes não possuíam títulos de legitimação de posse e, para a Empresa de Colonização, a falta deste representava intrusão, passível de ser punida com a expulsão das terras. O sucesso da colônia Neu-Württemberg, devido à proximidade com a estrada de ferro, a existência de matas com madeiras valiosas e toda uma infra-estrutura adequada, acabou servindo como modelo para suas congêneres. Neu-Württemberg é conhecida atualmente como a cidade de Panambi.
Hermann Meyer
Panambi
circa 1890