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Igreja de São Sebastião, no alto do morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Igreja de São Sebastião, no alto do morro do Castelo
A Igreja de São Sebastião, dedicada ao padroeiro da cidade, data do século XVI, e destaca-se pela riqueza de detalhes em sua ornamentação. O templo guardava relíquias históricas da cidade, como o marco de fundação, a sepultura de Estácio de Sá e a imagem do padroeiro São Sebastião. Com a demolição do morro, que teve início em 1922, tais relíquias foram transferidos para a Igreja dos Barbadinhos, na rua Haddock Lobo, na Tijuca.
Autoria não identificada
Morro do Castelo
circa 1890

Rua 1º de Março
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Rua 1º de Março
Rua 1º de Março, antiga Rua Direita, que surgiu como um prolongamento da Rua da Misericórdia. À esquerda, em primeiro plano, vemos o prédio dos Correios, projetado por Antonio de Paula Freitas e terminado em 1877. Ao seu lado está a Igreja de Santa Cruz dos Militares, e à sua frente, a Igreja do Carmo. Mais atrás, do lado esquerdo, vemos a Igreja de São José. E, ao fundo, o Morro do Castelo com a Igreja do Antigo Colégio dos Jesuítas no alto.
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Rua Direita e Capela Imperial
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Rua Direita e Capela Imperial
Tanto a capela Imperial como a igreja do Carmo surgiram no século XVIII, e juntamente com o Paço compõem o largo Dom Pedro II. A capela foi palco do casamento de Pedro I com Leopoldina e da sagração do próprio Pedro I e de seu filho, Pedro II. No século XX tornou-se a catedral metropolitana do Rio de Janeiro. Ali perto também morou o rico comerciante Francisco Telles de Menezes, que deu origem ao Arco do Telles.
Georges Leuzinger
Centro
circa 1865

Vista do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Vista do Rio de Janeiro
O passeio público do Rio de Janeiro é considerado o parque público mais antigo das Américas, sendo inaugurado no século XVIII. Foi inspirado no passeio público de Lisboa e nos jardins do Palácio de Queluz. Originalmente projetado pelo Mestre Valentim, o passeio público era formado por caminhos retos e angulares, com monumentos em vários pontos e um belvedere com visão para a baía de Guanabara. Em 1864, a pedido do imperador Dom Pedro II foi feita uma reforma no espaço do passeio pelo paisagista francês Auguste François Marie Glaziou. A reforma adotou linhas curvas e sinuosas nos caminhos e a construção de lagos e pontes, porém houve a permanência de alguns monumentos.
Marc Ferrez
Passeio Público
circa 1875

A Glória vista do Passeio Público
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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A Glória vista do Passeio Público
A Glória surgiu por mando do vice-rei Marquês do Lavradio para preparar feiras livres de impostos e normalizar, assim, o abastecimento das capitanias do Rio e de Minas no século XVIII. Em 1857 o bairro foi totalmente remodelado pelo vereador Haddock Lobo, a fim de dar melhor aparência ao logradouro. Na igreja Nossa Senhora da Glória casaram Eugenie Leuzinger (filha de George Leuzinger ) e Gustav Leon Masset no ano de 1868.
Georges Leuzinger
Rio de Janeiro
circa 1865

Igreja de Santa Luzia
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Igreja de Santa Luzia
A capela de Santa Luzia foi uma da primeiras a serem construídas no Rio, datando de 1592. Entre 1752 e 1817 sofreu diversas modificações, mas data somente de 1872 a construção da segunda torre. Leuzinger tirou esta foto do mesmo lugar que o aquarelista alemão E. Hildebrandt a pintou em 1844. Atualmente, a praia de Santa Luzia está aterrada.
Georges Leuzinger
Centro
circa 1865

Lapa e Passeio Público, a partir de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Lapa e Passeio Público, a partir de Santa Teresa
Em 1775 surgiram na Lapa o seminário e a capela de Nossa Senhora da Lapa. Por conta disso, o Largo da Lapa, em frente, ficou conhecido pelos transeuntes como Largo dos Formigões, por conta dos trajes negros dos padres. Já em 1808 o largo, que se encontrava abandonado, foi revitalizado com a chegada do convento das Carmelitas, que foram desalojadas do Largo do Paço. Ao abrigar as freiras, o convento e a Igreja ficaram conhecidos como Nossa Senhora do Carmo da Lapa do Desterro, em referência ao morro do Desterro que ficava logo em frente e hoje chama-se Santa Teresa. Com o alvorecer do século XX, a Lapa, outrora bairro nobre, foi perdendo importância no cenário carioca, já que as classes abastadas estavam se mudando para a Zona Sul. Assim, passou a abrigar a boêmia carioca, sendo freqüentada por malandros, capoeiras, prostitutas e artistas.
Georges Leuzinger
Rio de Janeiro
circa 1867

Ruínas de São Miguel
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Ruínas de São Miguel
A igreja de São Miguel foi construída no século XVIII, entre 1735 e 1745. A igreja não chegou a ser finalizada, pois faltou a segunda torre. O templo fica localizado na região dos Sete Povos das Missões, um conjunto de sete aldeamentos indígenas fundados pelos jesuítas com intuito de levar a catequese aos povos nativos. O local foi motivo de disputa constante entre Portugal e Espanha, até que em 1750, pelo Tratado de Madri os Sete Povos das Missões passaram ao domínio português, em troca da Colônia do Sacramento que passou para o domínio espanhol.
Hermann Meyer
São Miguel das Missões
1898