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Santuário de Santo Antonio do Valongo
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Santuário de Santo Antonio do Valongo
O Santuário de Santo Antonio do Valongo é um conjunto arquitetônico formado por igreja e convento. O Convento de Santo Antônio do Valongo foi fundado em 1640 pelo Frei Manoel de Santa Maria, e teve sua construção iniciada em junho de 1641. O santuário foi instalado no Valongo, porque a região era, na época, o local onde residiam as famílias mais abastadas da cidade, que poderiam ajudar na assistência aos frades enquanto o convento era construído. De 1855 a 1906 o convento abrigou a Escola de Meninas do Valongo, e somente em 1922 os padres puderam retornar ao Valongo. O santuário abriga preciosidades como uma imagem de Nossa Senhora da Conceição feita no século XVII, na sacristia, e outra da mesma santa, feita em 1698, localizada no pátio.
Hildegard Rosenthal
Largo Marquês de Monte Alegre, Centro
circa 1942

Santuário de Santo Antonio do Valongo
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Santuário de Santo Antonio do Valongo
O Santuário de Santo Antonio do Valongo é um conjunto arquitetônico formado por igreja e convento. O Convento de Santo Antônio do Valongo foi fundado em 1640 pelo Frei Manoel de Santa Maria, e teve sua construção iniciada em junho de 1641. O santuário foi instalado no Valongo, porque a região era, na época, o local onde residiam as famílias mais abastadas da cidade, que poderiam ajudar na assistência aos frades enquanto o convento era construído. De 1855 a 1906 o convento abrigou a Escola de Meninas do Valongo, e somente em 1922 os padres puderam retornar ao Valongo. O santuário abriga preciosidades como uma imagem de Nossa Senhora da Conceição feita no século XVII, na sacristia, e outra da mesma santa, feita em 1698, localizada no pátio.
Hildegard Rosenthal
Largo Marquês de Monte Alegre, Centro
circa 1942

Santuário de Santo Antonio do Valongo
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Santuário de Santo Antonio do Valongo
O Santuário de Santo Antonio do Valongo é um conjunto arquitetônico formado por igreja e convento. O Convento de Santo Antônio do Valongo foi fundado em 1640 pelo Frei Manoel de Santa Maria, e teve sua construção iniciada em junho de 1641. O santuário foi instalado no Valongo, porque a região era, na época, o local onde residiam as famílias mais abastadas da cidade, que poderiam ajudar na assistência aos frades enquanto o convento era construído. De 1855 a 1906 o convento abrigou a Escola de Meninas do Valongo, e somente em 1922 os padres puderam retornar ao Valongo. O santuário abriga preciosidades como uma imagem de Nossa Senhora da Conceição feita no século XVII, na sacristia, e outra da mesma santa, feita em 1698, localizada no pátio.
Hildegard Rosenthal
Largo Marquês de Monte Alegre, Centro
circa 1942

Igreja de São Sebastião e Monumento à Abertura dos Portos
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Igreja de São Sebastião e Monumento à Abertura dos Portos
Manaus foi criada no século XVII para demonstrar a presença lusitana e fixar domínio português na região amazônica, que na época já era considerada posição estratégia em território brasileiro. O núcleo urbano, localizado à margem esquerda do Rio Negro, teve início com a construção do Forte da Barra de São José, idealizado pelo capitão de artilharia, Francisco da Mota Falcão, em 1669, data que foi convencionada a usar como o nascimento da cidade. No entanto, com a elevação da Comarca à categoria de Província, em 1850, a Cidade da Barra, passou a se chamar em 04 de setembro de 1856, Cidade de Manaus, tornando-se independente do Estado do Grão-Pará. O nome lembra a tribo indígena dos Manáos, que habitavam a região onde hoje é Manaus antes de serem extintos por conta da civilização portuguesa, e seu significado é “mãe dos deuses”.A partir d e 1870, Manaus viveu o surto da economia gomífera, encerrando-se em 1913, em virtude da perda do mercado mundial para a borracha asiática, fazendo com que a cidade retornasse a um novo período de isolamento até o advento da Zona Franca de Manaus, em 1970.
Marcel Gautherot
Praça São Sebastião
circa 1950

Igreja de São Sebastião e Monumento à Abertura dos Portos
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Igreja de São Sebastião e Monumento à Abertura dos Portos
Manaus foi criada no século XVII para demonstrar a presença lusitana e fixar domínio português na região amazônica, que na época já era considerada posição estratégia em território brasileiro. O núcleo urbano, localizado à margem esquerda do Rio Negro, teve início com a construção do Forte da Barra de São José, idealizado pelo capitão de artilharia, Francisco da Mota Falcão, em 1669, data que foi convencionada a usar como o nascimento da cidade. No entanto, com a elevação da Comarca à categoria de Província, em 1850, a Cidade da Barra, passou a se chamar em 04 de setembro de 1856, Cidade de Manaus, tornando-se independente do Estado do Grão-Pará. O nome lembra a tribo indígena dos Manáos, que habitavam a região onde hoje é Manaus antes de serem extintos por conta da civilização portuguesa, e seu significado é “mãe dos deuses”.A partir d e 1870, Manaus viveu o surto da economia gomífera, encerrando-se em 1913, em virtude da perda do mercado mundial para a borracha asiática, fazendo com que a cidade retornasse a um novo período de isolamento até o advento da Zona Franca de Manaus, em 1970.
Marcel Gautherot
Praça São Sebastião
circa 1950

Procissão de Nosso Senhor dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Procissão de Nosso Senhor dos Navegantes
Tradicional celebração popular, a Procissão de Nosso Senhor dos Navegantes tem origem portuguesa, datando de 1750. O evento inclui duas procissões marítimas: a primeira, no dia 31 de dezembro, faz o percurso Largo da Boa Viagem/Basílica da Conceição da Praia; a segunda, no dia 1º de janeiro – uma das mais populares da cidade – conta com centenas de embarcações acompanhando a Galeota Gratidão do Povo, que conduz a imagem de Nosso Senhor dos Navegantes pelas águas da Baía de Todos-os-Santos, desde o cais do Segundo Distrito Naval até a praia da Boa Viagem. O evento é precedido por tríduo, missa solene e festa de largo, que se transforma em um verdadeiro Réveillon popular na noite de 31 de dezembro e 1º de janeiro.
Marcel Gautherot
Igreja da Boa Viagem
circa 1950

Procissão de Nosso Senhor dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Procissão de Nosso Senhor dos Navegantes
Tradicional celebração popular, a Procissão de Nosso Senhor dos Navegantes tem origem portuguesa, datando de 1750. O evento inclui duas procissões marítimas: a primeira, no dia 31 de dezembro, faz o percurso Largo da Boa Viagem/Basílica da Conceição da Praia; a segunda, no dia 1º de janeiro – uma das mais populares da cidade – conta com centenas de embarcações acompanhando a Galeota Gratidão do Povo, que conduz a imagem de Nosso Senhor dos Navegantes pelas águas da Baía de Todos-os-Santos, desde o cais do Segundo Distrito Naval até a praia da Boa Viagem. O evento é precedido por tríduo, missa solene e festa de largo, que se transforma em um verdadeiro Réveillon popular na noite de 31 de dezembro e 1º de janeiro.
Marcel Gautherot
Igreja da Boa Viagem
circa 1950

Procissão de Nosso Senhor dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Procissão de Nosso Senhor dos Navegantes
Tradicional celebração popular, a Procissão de Nosso Senhor dos Navegantes tem origem portuguesa, datando de 1750. O evento inclui duas procissões marítimas: a primeira, no dia 31 de dezembro, faz o percurso Largo da Boa Viagem/Basílica da Conceição da Praia; a segunda, no dia 1º de janeiro – uma das mais populares da cidade – conta com centenas de embarcações acompanhando a Galeota Gratidão do Povo, que conduz a imagem de Nosso Senhor dos Navegantes pelas águas da Baía de Todos-os-Santos, desde o cais do Segundo Distrito Naval até a praia da Boa Viagem. O evento é precedido por tríduo, missa solene e festa de largo, que se transforma em um verdadeiro Réveillon popular na noite de 31 de dezembro e 1º de janeiro.
Marcel Gautherot
Igreja da Boa Viagem
circa 1950

Procissão de Nosso Senhor dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Procissão de Nosso Senhor dos Navegantes
Tradicional celebração popular, a Procissão de Nosso Senhor dos Navegantes tem origem portuguesa, datando de 1750. O evento inclui duas procissões marítimas: a primeira, no dia 31 de dezembro, faz o percurso Largo da Boa Viagem/Basílica da Conceição da Praia; a segunda, no dia 1º de janeiro – uma das mais populares da cidade – conta com centenas de embarcações acompanhando a Galeota Gratidão do Povo, que conduz a imagem de Nosso Senhor dos Navegantes pelas águas da Baía de Todos-os-Santos, desde o cais do Segundo Distrito Naval até a praia da Boa Viagem. O evento é precedido por tríduo, missa solene e festa de largo, que se transforma em um verdadeiro Réveillon popular na noite de 31 de dezembro e 1º de janeiro.
Marcel Gautherot
Igreja da Boa Viagem
circa 1950

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