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Panorama da Igreja da Matriz
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Panorama da Igreja da Matriz
George Huebner
Centro
circa 1900

Escola Militar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Escola Militar
A Escola Militar tem suas origens relacionadas à Escola Politécnica, antiga Escola Central, localizada no Largo de São Francisco de Paula no prédio erguido especialmente para abrigar uma escola de ensino superior. A Escola Politécnica estava ligada a Academia Real Militar, depois Escola Militar, transferida em 1812 da Casa do Trem para o Largo de São Francisco. Em 1851 passou pela primeira grande reforma, que a dividiu em duas: a Escola Militar propriamente dita e a de Aplicação, instalada provisoriamente na fortaleza de São João. Posteriormente, graças à intervenção do Ministro da Guerra Jerônimo Coelho, a Escola Militar passou a denominar-se Central, dedicada especialmente ao aperfeiçoamento científico dos seus alunos, e a de Aplicação, na Praia Vermelha, transformou-se em 1859 em Militar e de Aplicação. Em 1874, a totalidade do ensino militar passou para a escola da Praia Vermelha.
Marc Ferrez
Praia Vermelha
circa 1880

Igreja de Nossa Senhora de Copacabana
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Igreja de Nossa Senhora de Copacabana
Copacabana fazia parte da Gávea até o século XVIII, e toda a área era chamada de Sacopenapã (ou Sacopenapan), até ser erguida por pescadores uma capela de pedras onde se levantaria o Forte. A capela era em homenagem a Nossa Senhora de Copacabana, de origem boliviana, cuja imagem foi trazida por peruleiros (mercadores de prata que viajavam entre o Rio, Bolívia e Peru).
Marc Ferrez
Praia da Igrejinha, Copacabana
circa 1900

Igreja do Corpo Santo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Igreja do Corpo Santo
Igreja do Corpo Santo, também conhecida como de São Pedro Gonçalves, demolida em outubro de 1913, durante as reformas que visavam ampliar a cidade de Recife. Suas relíquias foram transferidas para a igreja Matriz da Boa Vista. A igreja já existia no século XVII, quando da invasão holandesa à cidade.
Francisco du Bocage
Bairro do Recife, atual Recife Antigo
circa 1910

Fachada e jardim frontal da FAAP
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1542120
Fachada e jardim frontal da FAAP
Fachada e jardim frontal da Faculdade Armando Álvares Penteado, com esculturas.
Juca Martins
Higienópolis
setembro de 1993

Praça Ramos de Azevedo
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1542341
Praça Ramos de Azevedo
Movimento de pedestres na praça Ramos de Azevedo, cruzamento da rua Xavier de Toledo e viaduto do Chá; Teatro Municipal ao fundo.
Juca Martins
Rua Xavier de Toledo ; Viaduto do Chá
setembro de 1993

Espelho d'água e Catedral da Sé
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1542519
Espelho d'água e Catedral da Sé
Espelho d'água e Catedral da Sé; edificações da região ao redor.
Juca Martins
Praça da Sé ; Centro
setembro de 1993

Escadaria da Catedral da Sé
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1542521
Escadaria da Catedral da Sé
Pessoas sentadas em escadaria da catedral da Sé e edificações ao fundo.
Juca Martins
Praça da Sé ; Centro
setembro de 1993

Pátio do Colégio
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1542534
Pátio do Colégio
Pedestres no Pátio do Colégio e igreja do Beato Anchieta; ponto de ônibus à direita. O monumento é intitulado "Glória Imortal aos Fundadores de São Paulo". Em bronze e granito, de autoria do italiano Amadeo Zani, foi executado em Roma de 1913 a 1925, data de sua instalação no Pátio do Colégio. É composto de um pedestal e uma coluna de bronze. A base do pedestal possui quatro baixos-relevos alusivos à origem da cidade - a catequese, a primeira missa, a defesa da vila por Tibiriçá e o encontro dos jesuítas com os tamoios. Na parte superior do pedestal, quatro medalhões em homenagem aos colaboradores do Padre Manoel da Nóbrega - Martim Afonso e os padres Manuel de Paiva, Vicente Rodrigues e Leonardo Nunes. A coluna, encimada por uma escultura representativa da cidade de São Paulo, tem em sua base cenas simbolizando a fundação da vila.
Juca Martins
Centro
setembro de 1993