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Passeio Público
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Passeio Público
O Passeio Público foi o primeiro jardim planejado e autorizado da cidade, tendo sido instalado onde se encontrava a Lagoa do Boqueirão, aterrada. Foi projetado por Mestre Valentim, que queria caminhos retos que se cruzassem, vegetação brasileira, as duas pirâmides da foto e o chafariz dos jacarés e dos meninos. Em 1860 passou por uma reforma comandada pelo botânico francês Glaziou, que projetou um Passeio Público mais romântico, com caminhos curvos, lagos, ilhas, grutas e repuxos. Foram plantadas também espécimes vegetais importadas. Sua reinauguração foi em 1862.
Georges Leuzinger
Centro
circa 1865

Paço Imperial, ao fundo, o Convento do Carmo
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Paço Imperial, ao fundo, o Convento do Carmo
Georges Leuzinger
Largo D. Pedro II, atual Praça XV de Novembro
circa 1866

Praça D. Pedro II, atual Praça XV de Novembro
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Praça D. Pedro II, atual Praça XV de Novembro
Á direita, Hotel de France e chafariz do mestre Valentim; ao fundo, convento e igreja do Carmo e igreja da Ordem Terceira do Carmo
Georges Leuzinger
Centro
circa 1866

Rua Direita, esquina com rua do Ouvidor, onde se localizava a Casa Leuzinger
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Rua Direita, esquina com rua do Ouvidor, onde se localizava a Casa Leuzinger
Georges Leuzinger
Rua do Ouvidor
circa 1866

Rua do Piolho e  Praça da Constituição
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Rua do Piolho e Praça da Constituição
Esquina da antiga rua do Piolho (Carioca) com a praça da Constituição (Tiradentes) e a barreira de Santo Antônio. No primeiro plano o Hotel des Princes, inaugurado em 1865.
Georges Leuzinger
Rua da Carioca
circa 1866

Praça da Constituição, atual Praça Tiradentes
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Praça da Constituição, atual Praça Tiradentes
A Praça era inicialmente conhecida como Rocio ou Rocio Grande, depois Terreiro da Polé e Campo dos Ciganos (por ter sido um dos primeiros locais em que se instalaram os ciganos na cidade). Em 26 de fevereiro de 1821 foi palco do juramento, por D. João VI, da futura Constituição que seria votada pelas Cortes de Lisboa; a partir daí, mudou o nome para Praça da Constituição. Após a Proclamação da República, ainda em 1889, foi sugerido que mudasse o nome para Praça Tiradentes, prontamente atendido pela Câmara. A estátua eqüestre de D. Pedro I foi feita na França por Louis Rochet, cujo assistente era Augusto Rodin. Em 1861 Rochet montou o monumento na Praça, e quatro anos depois foi instalado o gradil em ferro fundido que circunda a estátua, executado pelo artista Miguel Couto dos Santos.
Georges Leuzinger
Centro
circa 1866

Praça da Constituição, atual Praça Tiradentes
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Praça da Constituição, atual Praça Tiradentes
Georges Leuzinger
Centro
circa 1866

Igreja de Santa Cruz dos Militares
Archive/Collection: Pedro Corrêa do Lago
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Igreja de Santa Cruz dos Militares
A fotografia ainda mostra, à direita, parte da Igreja de Nossa Senhora da Lapa dos Mercadores
Georges Leuzinger
Rua Primeiro de Março
circa 1866

Caixa de Amortização, Igreja de Nossa Senhora do Carmo e Praça do Comércio
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Caixa de Amortização, Igreja de Nossa Senhora do Carmo e Praça do Comércio
Georges Leuzinger
Rua Primeiro de Março
circa 1866